segunda-feira, novembro 27, 2017

Camemburger, bebida azul & o Gato que Rio no mercadão

Quarta-feira, eu e Manda aproveitamos o feriado pra tomar um café da manhã de boas em casa, e ir pro shopping El Dorado, pra comer um bullger, onde provei um camemburger, receita vencedora do programa "melhor hamburger do Brasil", quadro da Ana Maria Braga, na qual um queijo camembert inteiro empanado é frito e colocado dentro do lanche. E sim, é tão bom quanto parece. Em seguida, assistimos à estreia do filme da Liga da Justiça, que apesar de estar longe de ser perfeito, é uma ótima peça de entretenimento pipoca (e tem duas cenas pós créditos sensacionais).
Sexta-feira, saí do trabalho e dirigi pela primeira vez o trajeto de volta até a capital do calçado feminino. Pegamos chuva e trânsito de véspera de feriado, então demoramos um pouco na estrada mesmo saindo tarde. 
Pelo menos sábado eu já pude dormir até as 11h, e assim estar em forma pro mega churrasco ripper, vulgo aniversário shaolíneo, que começou no meio da tarde. Tinha bastante gente que eu não via há bastante tempo, e teve cerveja azul romulana misturada com absolut (e muitas nojeiras, como azeite pro aniversariante), corrida com tocha olímpica, virinhas, boas lembranças, gritos pra provocar os vizinhos, fofocas sobre os ausentes, broncas e risadas.
No domingo, passei a maior parte do tempo filtrando fotos pra fazer um álbum pra minha mãe, almocei com meus pais um tradicional badejo à indiana no Ìtalo, encontrei a Manda pra gente ir até o território colocar "sem parar" no carro, jantei umas coxinhas que meus pais haviam trazido de Botucatu, e a noite saímos dar um rolet com o Gustinho e a Marina no Bar do Véio.
Segunda, passei a manhã jogando Sonic Colors no Wii que eu peguei no conserto no sábado, almocei em casa uma saudosa omelete com gorgonzola do meu pai, joguei Mario Galaxy e Mario Tennis com minha mãe (preciso de alguém com paciência pras fases-desafio tipo o surfe na raia), busquei a Manda e voltamos pra SP, dessa vez com a felicidade de não ter que parar nos pedágios numa estrada movimentada na volta do feriado.
Dia normal terça, e quarta-feira eu já tinha que acordar cedo pra pegar um voo pro Rio, apresentar mais um relatório no cliente e comer uns belos bifes no Shopping ali perto, acompanhados de uma bela IPA carioca e pasteizinhos de camarão. A noite, dei um rolet pela academia e depois saí jantar com meu coordenador um hamburger e tomar uns choppes em outro shopping, dessa vez aquele sobre o qual ficava nosso hotel.Tinha até uma banda de kpop hospedada por ali (com várias crianças fãs desesperadas pra tentar conseguir vê-los espalhadas pela região).
No dia seguinte, tomamos café da manhã no restaurante da Bela Gil (tudo lindo e sem gosto), passamos o dia no cliente fazendo algumas reuniões, almoçamos uma porção ridiculamente exagerada de picanha no Cervantes (um belo nome de duplo sentido, em homenagem ao escritor de Dom Quixote, diga-se de passagem), e no final da tarde pegamos o voo de volta pra SP.
No final de semana, aproveitei pra fazer nada em casa, só lendo algumas hqs, tomando café com brownie carioca com a Manda, almoçando brasileirinho delivery, tirando soneca a tarde, assistindo Justiceiro e continuando minha jornada em Mario Galaxy (quem não tem Switch, joga Wii). A noite, meus pais estavam em São Paulo, então fui com a Manda, minha tia Fátima, e os V´s comer uma pizza no Gato que Ri.  
No domingo, continuei minha sessão de leitulaxamento (Novo Lobo Solitário, J. Kendall, Flash) e encontrei meus pais e minha tia no mercadão. Quando os encontrei, já estavam com várias compras prestes a fechar em uma barraquinha, então acabei ganhando do vendedor que estava atendendo eles a prova de vários queijos e presunto de parma, acompanhados até de uma taça de vinho! Como é bom estar junto com alguém gastando bem por ali pra ser bem atendido =b Paramos depois no Mané pra almoçar, onde tomamos uma cerveja e comi um lanche de carne seca e acabei pegando uns chips de queijo pra levar pra casa. A tarde, corri no Minhocão, continuei meus jogos e minhas leituras, assisti um pouco de TV com a Manda e jantei queijo com cerveja de black friday, exatamente o que eu precisava pra recomeçar a semana com forças renovadas.

segunda-feira, novembro 13, 2017

Churrasco, macacos, klingons, pimentas e carabinas


Apesar de há poucos posts atrás eu ter falado que ia tentar falar menos de comida, a única coisa diferente que fiz na sexta-feira passada foi assar um hamburger gourmet recheado (de bacon e cream cheese) pra jantar com a Manda (o G de catchup não foi intencional). No mais, só trabalhei pra caramba, e no meu horário de almoço assisti Star Trek: A Nova Geração (até desenhei o Worf no final de semana!), joguei o game mobile de Stranger Things (que tem uma pegada de Nintendinho muito boa) e li um pouco de Tex (porque faroeste é sempre bom).
O lado bom de trazer almoço é que sobra bastante tempo livre pra aproveitar um pouco minhas coisas durante o dia, e na agência tem um lounge com vários sofás confortáveis formando um círculo, num climão bem de hostel, onde eu até cochilei esses dias. 

No sábado, passei a manhã lendo "Bait", um livro de contos do mestre Chuck Palahniuk (li 6 dos 8 contos, um melhor que o outro, o que me deixou aliviado, já que comprei a versão autografada do livro rs), tomei café da manhã com a Manda e dirigi por São Paulo até a casa de uns amigos nossos pra ela fazer a sobrancelha. Me ofereci pra levá-la com segundas intenções, sabendo que ali perto ficava o Mocotó, um restaurante de um desses chefs de ficaram famosos com a nova moda de reality shows de comida na TV. E realmente o plano valeu a pena, tudo que provamos lá estava incrível, dos dadinhos de tapioca à carne seca com cebola roxa e pimenta biquinho. Infelizmente não pude beber, provando pela primeira vez o lado ruim de ser o motorista da rodada, mas nada que tenha estragado a experiência. 

Ali na frente do restaurante, uma amiga da Manda tinha aberto uma sorveteria, e por isso fomos obrigados a dividir uma maravilhosa taça atolada de brigadeiro caseiro que ela fez no capricho pra gente. Depois, dirigi de volta pra casa, joguei um pouco das expansões de Witcher que a Manda me deu aniversário e comecei a assistir o último filme da nova trilogia de Planeta dos Macacos (sinceramente, esperava mais).
No domingo, o plano era receber a visita do Ozama, que está fazendo aulas de russo, e ir com ele num almoço beneficente de uma igreja ortodoxa de torres pontiagudas, provar uns quitutes  russos. Ele miou a vinda pra SP, então eu e a Manda acabamos aproveitando pra fazer umas compras na Zuzu e no Walmart, agora sem as limitações de volume que só ter seu próprio automóvel permite.
Chegando em casa, aproveitamos que a churrasqueira já tinha sido usada (mas não lavada) na sexta, e fizemos um churrasco com uma maminha excelente que pegamos no mercado e pães de alho recheados de catupiry. A tarde, cochilamos e em seguida caminhamos até o teatro Jaraguá, dessa vez pra ver a Viviane Araújo em uma peça chamada Lili Carabina (bem kapsa, por sinal). A peça já foi livro, filme e agora está em cartaz no teatro, mas trama toda é bem simples (ou seja, nada original) e falha miseravelmente sempre que tenta ser engraçada (ao menos na minha opinião, teve gente que riu bastante, mas até aí, tem gente que gosta de "A Praça é Nossa"). 


quarta-feira, novembro 08, 2017

Pink Velvet, curiosidades sobre patos & um carro sob nova direção


Quinta-feira, feriado, acordei cedo pra pegar uma carona de despedida com os Arraia e sua dog pra Jaú. Cheguei pouco antes da hora do almoço, almocei com meus pais no Mr. Chang (onde descobrimos o prato executo com melhor custo benefício da cidade), ganhei todos os presentes de viagem que eles haviam trazido da Terra Santa, ajudei minha mãe com as mais de 3.600 fotos que eles tinham tirado, peguei o Bumbylee  (sim, nosso autobot agora tem nome!) com a Manda e saímos juntos pra ela dirigir um pouco sob o olhar de Sauron e a noite fomos até a casa do Justinho tomar umas cervejas e comer um churrasquinho de grelha americana. Ele e a mulher se tornam cada vez mais profissionais do café, e dessa vez provei um feito por ele numa Aeropress junto com um cheesecake de chocolate.

Sexta-feira tive que acordar cedo pra levar o carro trocar o insufilme, o que me deixou o dia todo morrendo de sono, então passei a maior parte do dia cochilando, pra que as 19h eu estivesse pronto pra festa de aniversário da minha mãe na Benvenutti (que tinha bem mais convidados do que eu esperava), na qual ela estreiou o primeiro bolo Red Velvet Picagova. Tudo bem que ele não era vermelho porque não encontramos corante, o creme branco virou rosa e o recheio ganhou um adendo de geleia de morango (sim, aquela maravilhosa que meu irmão traz de Minas Tirith). Mas tanto a massa quanto o recheio, de olhos fechados, ficaram um perfeito red velvet. Na verdade, ficou tão bom que a quantidade de gente que comeu o bolo até me incomodou, lembrando muito o famoso "incidente das bolachas de nata" de 2009. 

Passei praticamente toda a manhã do sábado lendo o primeiro volume da biblioteca Don Rosa (lembra que eu vi ele na primeira CCXP?), que trazia a excelente história do Tio Patinhas e "O Filho do Sol". Uma hq excelente que fazia parte do pacote de presentes que minha mãe me deu e que merece um comentário um pouco mais elaborado. O Tio Patinhas, apesar de ter ficado durante anos ausente de minhas leituras, sempre fez parte da história dos Picagova. Primeiro porque meus pais sempre contam que quando eles se encontraram pela primeira vez, minha mãe vestia uma blusa do personagem. Segundo, porque ela mesma sempre me chamou de sua "moedinha número um". Além disso, a editora que publica os quadrinhos nos EUA chama Gladstone (em homenagem ao primo Gastão, o pato sortudo, que tem esse nome no país). Nessa aventura, os patos viajam até o Peru pra descobrir um tesouro dos incas, despertando ainda várias lembranças do mochilão. Sério, se tiver que escolher uma única hq da Disney pra ler na vida, que seja uma escrita e desenhada pelo Don Rosa
Almocei com meus pais no Ìtalo, a tarde provei uns docinhos de casamento com a Manda, assistimos Stranger Things e montei o Super Nintendo pra jogar um pouco de Mario 2. A noite, comi uma salada de frutas com meus pais e provamos uma cerveja de Priprioca. Se eu achava que não existia cerveja ruim, essa me provou o contrário. Tinha cheiro e gosto de sopa de mandioca. Primeira vez na história desse país que algo do tipo acontece, não reclamo mais nem de Ecobier. 
Depois, busquei a Manda e a levei comer um lanche no Ed, e encontramos o casal cafeteiro na Heir, que estava fazendo uma cerveja de abóbora (tão ruim quanto a de Priprioca) pra comemorar o Halloween. Quem diria, duas cervejas zuadas no mesmo dia. A cervejaria fechou cedo, então tocamos pro El Puerto. Incrível como meia noite parece ser um horário extremamente tarde em Jaú. 

Domingo de manhã, assisti ao IT dos anos 90 (mais uma incrível atuação do Tim Curry), continuando a comemoração atrasada de Halloween. Aí em casa almoçamos cedo porque minha irmã tinha prova, mesmo motivo pelo qual passei depois mais de 3h jogando Super Mario World com meu cunhado no Super Nes. Alternando o controle, chegamos em níveis que nenhum dos dois jamais havia jogado antes (tipo a fase dos tricerátops cuspidores de fogo) e desvendamos vários segredos. Como Mário envelheceu bem, que joguinho lindo da porra!
Mais tarde, fui com a Manda até o Território tentar colocar o adesivo do "Sem Parar" no carro (missão sem sucesso, o quiosque já estava fechado) e tomar umas paletas (ou açaí no caso dela). Voltando pra casa, tomei com minha família um café com bolo de rolo pra acordar e pouco depois, pela primeira vez, dirigi até São Paulo! Incrível que tenha demorado tanto tempo. Já faz uns dez anos que moro na cidade, mas só agora surgiu a necessidade de ter meu próprio carro pra andar por aqui. Como trabalho longe pra caralho, ficou impossível arrumar caronas pra Jau em horários que eu conseguisse encaixar na minha agenda, então a solução acabou sendo trazer um carro pra cá. É bem chato ter que ficar acordado (geralmente, eu dormia pelo menos metade da viagem), mas na estrada mesmo foi bem tranquilo e graças a magia do Waze não nos perdemos uma única vez dentro da cidade. Sucesso! 

terça-feira, outubro 31, 2017

Gourmetização da vida

Sem perceber, gourmetizei o blog. Fui acusado por mais de três pessoas de que ultimamente só falava de comida. Logo eu, que ha até pouco tempo atrás insistia que "comida não era felicidade". Guilty as charged ¯\_(ツ)_/¯ 
Não que eu ache que falar de comida é algo totalmente ruim. Gosto muito de escritores que fazem isso. Sinto que estou vivendo no passado quando o Gaiman cita alguém cozinhando um coelho com batatas numa fogueira e me vejo dentro do apartamento do Lourenço quando ele descreve seus personagens fritando um ovo pra comer com pão. 
Entretanto, admito que talvez o lado gastronômico de minhas experiências talvez estivesse ganhando mais destaque do que o resto, as próprias pessoas com quem eu estava, o momento, o lugar ou com as ideais que foram geradas durante essas refeições, que é basicamente o que importa.
Então ao invés de apenas citar que fui com a galera do trabalho almoçar e tomar chopp no Braz (eleita a 15a melhor pizzaria no mundo, mas que ainda perde pra muitas de Jahu) na hora do almoço na sexta passada, preciso lembrar o quanto prefiro muito mais o pessoal dessa agência do que o pessoal do trampo anterior. Lá, eu provavelmente teria passado meu almoço sozinho, comendo no BK e lendo algo em alguma livraria, não me divertindo numa guerra de memes criados com os filtros do Facebook Stories regada a IPA.
A noite, meu irmão passou em casa com a Iza pra gente pedir umas pizzas. Claro que tinha cerveja, amendoim com alho e pizza de aliche, mas o importante seria dizer que foi muito bom ter em casa alguém que realmente compartilha do mesmo amor por essas coisas que eu tenho (principalmente pelo "bacon dos mares", terror daqueles que não o suportam). Também foi interessante aprender mais sobre a banca do último concurso de merda que prestei em Minas, e sobre seu método ridículo de elaboração de questões, além de colocar na minha lista de coisas a fazer em SP (você não achou que era tudo espontâneo, né?) um novo Sesc pra visitar.
Passei a maior parte do sábado lendo a excelente hq italiana J. Kendall (que no Brasil não chama "Julia" por conta de direitos autorais, Tex e Novo Lobo Solitário. Comecei a nova temporada de Stranger Things com a Manda e a noite, fomos até uma hamburgueria firmesa na Vila Madalena, onde conheci uns amigos e amigas dela do consultório onde a carreira dela começou em São Paulo (de quem ouvia falar há tanto tempo que até já sentia que já conhecia). Um pessoal tão exótico e honesto quanto um bolovo gourmet. O papo foi 10, Stranger Things era 11, e a hamburgueria 12 (ba dum tss).
Domingo, corri no minhocão, tomei com a Manda café com bolo klingon curtido de aniversário da nossa querida padoca Marajá (caso você não esteja assistindo Star Trek Discovery, provavelmente precisa saber que o novo visual dos klingons os deixou muito parecidos com esse bombom. Ou seja, sem querer, a Manda me deu o bolo nerd do momento), e pouco depois do horário do almoço encontramos meu irmão e sua namorada pra irmos até o Shopping Frei Caneca ver o novo filme do Thor. Esperava mais, mas com duração muito menor, a luta dele contra o Hulk conseguiu ainda ser bem melhor que qualquer coisa que tenha rolado entre Batman, Martha e Superman. 
Ao cair da noite, assim como Thor e Loki reencontraram sua irmã, recebemos a Very e o Vyc pra mais uma rodada de comemoração familiar no Marajá. O ambiente começou mais pesado com papos sobre assédio sexual em ambientes corporativos, sacrifícios por dinheiro e investimentos, mas eventualmente os Odinson conseguiram terminar a saga com a leveza de uma comédia de sessão da tarde.
Na segunda, dia 30, a festa continuou. Meus pais e minha tia estavam de passagem por SP retornando de uma viagem, então pude encontrá-los junto com meu bro pra mais uma refeição feliz. Pude compartilhar com eles meu prato de camarão favorito, ouvi os relatos de várias coisas legais que tinham visto no passeio e matei a saudade de sua companhia. Faz tempo que os "shoppings da ponte" deixaram de ser meu segundo lar, mas me senti em casa dando um rolet neles agora acompanhado por minha família
Envelhecer é um saco, mas com sete dias não consecutivos comemorando meu aniversário, acho que nem dá pra reclamar! =b

quinta-feira, outubro 26, 2017

Pré-aniversário com Rippers, cerveja no trabalho e U2

No final de semana, voltei com a Manda pra Jau, em uma tradicional carona com os Arraia. Pretendíamos buscar o... (ok, ele não tem nome ainda), mas acabou não rolando. Tudo bem, porque sábado aproveitei pra comemorar meu aniversário antecipado. Comprei amendoim, bolo, pedi umas pizzas e convidei alguns amigos (os mesmos de há mais de duas décadas!) pra tomar uma cerveja na garagem. Apesar de todos estarem cada vez mais velhos, gordos, grisalhos e alguns até completamente carecas (e/ou usando suspensório, sabe-se lá porque), fiquei feliz de ver que ainda temos fôlego pra beber vodka, fazer virinhas de cerveja, causar atritos entre os casais pela falta de limites, jogar escravos de jó, fazer montinhos e celebrar a vida como se não houvesse amanhã.
Fora isso, saí com a Manda comer no Habib´s (melhor atendimento de Jau, sem zoeira), corremos atrás de umas coisas do carro, li umas hqs, tirei umas sonecas, corri, peguei umas encomendas, assisti um pouco de TV (a terceira temporada de Rick & Morty está sensacional demais) e no final da tarde voltamos pra São Paulo.
Na terça, rolou chopp artesanal na faixa, amendoins e máquina de socos na agência, em um evento patrocinado pelo canal Combate.
E na quarta, tirei meu day off de aniversário pra chegar cedo no Morumbi pro show do U2. Fui de arquibancada dessa vez (porque o ingresso tava caríssimo), então pude sentar de buenas, concluir que os High Flying Birds do Noel Galagher são realmente kapsa (o que salvam mesmo são as músicas do Oasis, tudo que eu fazia questão de ouvir ao vivo) e depois curtir sem cansar o puta showzasso do U2. Antes do Noel, o Bono já tinha dado as caras dando um rolet de boas no meio da galera da pista (bom, de boas até perceberem que era ele e tudo virar uma muvuca infernal) e perto das 21h os caras entraram quebrando tudo com Sunday Blood Sunday. E se eu tinha alguma dúvida de que "se fosse pra ver de longe assim, era melhor ficar em casa", ela sumiu na hora. A vibe do público cantando em coro ao vivo é incomparável, literalmente de arrepiar. Imagino que deva ser a mesma emoção que as pessoas que gostam de futebol tem de assistir a um jogo ao vivo.
A banda tocou o álbum Joshua´s Tree na íntegra, em comemoração aos 30 anos de seu lançamento, na frente do melhor e maior telão (sério, parece HD o bagulho) que já vi na vida. Depois, tocaram as melhores músicas do cd "All that you can´t leave behind" (o único que realmente comprei quando era mais novo) e do Vertigo, fazendo o estádio superlotado (literalmente, venderam mais ingressos do que cabia, muita gente da arquibancada ficou de pé e até a pista vip, geralmente vazia, tava estourando de cheia) ir ao delírio. Claro que não podia faltar momento ativista, então obviamente teve música dedicada as mulheres e aos voluntários brasileiros que ajudam países em necessidade no exterior. Esse foi  o 51°, e último, show da turnê e teve a execução de "I Will Follow", a faixa que abre o primeiro álbum da banda lançado em 1980, fechando o espetáculo. Saí sem lembrança porque estavam cobrando R$ 20 de um copo vazio, e na real fiz bem porque era tudo que eu tinha e esse foi exatamente o que gastei pra voltar pra casa num micro-ônibus que estava salvando as pessoas da chuva (que começou pontualmente assim que os caras do U2 deixaram o palco) e as levando até a Paulista. Da próxima vez (sim, eu iria de novo fácil), só vou tentar ficar mais perto do palco. Esse é definitivamente um puta dum espetáculo bono pra caralho!


segunda-feira, outubro 16, 2017

Feriado coberto com queijo


Quinta-feira, feriado, acordei cedo motivado pela "síndrome do vovô", que faz com que você levante junto com o sol, mesmo quando não precisa, simplesmente porque não consegue continuar dormindo (e com uma leve vontade de ir na feira). Zerei Bayonetta, li Lobo Solitário, passei na Limited Edition pegar uns funkos que tinha comprado online e saí com um pack de Planeta dos Macacos, almocei marmita da churrascaria com a Manda, cochilei e fui ver um showzinho da banda do Thales com meus amigos do Mackenzie na Augusta. Depois jantamos com o pirata, Hioshi, Thales e o pai dele uns lanches de pernil no Bologna e fechamos a noite com uma comédia boba na Netflix.
Na sexta, a Manda trabalhou e eu fiz home office, então aproveitei o silêncio em casa pra ler mais um monte de coisas (boa parte edições especiais do centenário de Jack Kirby), almocei com a Manda no Sujinho Fast e pegamos de sobremesa o suposto "melhor pudim de São Paulo" no Restaurante Ita. Realmente muito bom, acontece que as pessoas que deram ao lugar essa alcunha ainda não provaram o pudim que a Manda faz.Depois passei no sebo e na galeria do rock só pra não perder o costume e voltei pra casa pra jogar um pouco de Battlefield 1.A noite, encontramos meus pais e os V´s pra comer uma pizza, tomar uns chopps e trocar fofocas jauenses no Gato que Ri.
No sábado, nos despedimos no melhor restaurante mexicano de SP, o "Chicano", que serviu tudo em dobro em seu último dia de funcionamento, demos um rolet pelo Shopping Frei Caneca e tomamos um cold brew no Starbucks. Depois eu fiquei pra assistir Blade Runner 2049 e a Manda preferiu ir pra casa. Perdeu 3h de um filmão sensacional que mantém toda a pegada do original e ainda distorce o conceito principal de forma surpreendente. Na saída, passei no empório e ainda pude provar o lançamento de Uma nova cerveja excelente e uma cachaça que custa R$ 225 a garrafa. Mais tarde, os V´s passaram em casa pra gente conhecer o Roots, um rolet secreto no Tatuapé que serve raclete no hamburger! A Raclete, do francês racler (raspar, em português), é um prato típico suíço, feito com queijo, que consiste em raspar pedaços desse queijo derretido e acomodá-los em cima de batatas assadas ou cozidas.Coisa linda de se ver, melhor ainda de se provar. E eles ainda tem uns sucos e cervejas especiais, uma visita que realmente valeu a pena.
Domingo, a Manda fez almoço e salada de frutas, li umas hqs do Tom Strong e no começo da tarde (que se iniciou ainda mais cedo, graças ao horário de verão), caminhamos até o teatro Sérgio Cardoso (que ainda não conhecíamos) pra assistir a divertida versão Musical da novela Vamp, que tem Ney Latorraca (que comanda o público como um verdadeiro vampiro) e Claudia Ohana no elenco. Um  fechamento bastante digno pro nosso relaxante feriado.


terça-feira, outubro 10, 2017

"Eu vi coisas que vocês não imaginariam. Naves de ataque em chamas ao largo de Órion. Eu vi raios-c brilharem na escuridão próximos ao Portão de Tannhäuser..."

Quarta-feira passada, o Taco Bell comemorou no Brasil seu primeiro Taco Day, com tacos a preço justo, então passei no shopping Morumbi (aquele que eu achava que estava enjoado, até conhecer a tristeza do Cidade Jardim) pra pegar uma janta mexicana marota e doces da Holandesa pra comer com a Manda. 
Quinta-feira, fui surpreendido no trabalho com ingressos pra Oktoberfest, comemorada pela primeira vez na cidade. Saí até mais cedo pra ir com o pessoal do trampo pra Arena Anhembi tomar uns canecos de cerveja. O lugar era enorme (tinha até roda gigante), rolou show do Péricles e consegui até levar clandestinamente uma caneca de lembrança pra casa. Fiquei feliz porque me segurei durante o final de semana anterior todo pra não, desencanando principalmente por causa do preço e fiquei achando que ia perder porque sabia que voltaria pra jaú, mas no final o universo conspirou pra que eu fosse lá de qualquer jeito. 
Na sexta, o ponto alto do dia foi comer como se não houvesse amanhã em mais um rodízio no Aoyama, onde se pode pedir qualquer coisa do cardápio (temakis, sashimis, rolinhos primavera, tartars e ceviches), mas acabamos focando mesmo na picanha e principalmente nos pasteizinhos de camarão com abóbora. Depois tive que voltar pra Jau de bus por falta de carona e cheguei em casa mais de 3h30 da manhã.
No sábado, as 8h eu já estava acordado tomando café com meus pais e me preparando pra ir até São Carlos resolver nosso recente problema de mobilidade de uma vez por todas. Chegando em Jau, o caos começou, com um carro batendo na traseira do da minha cunhada, discussões na rua e indecisões a respeito de envolver ou não a delegacia. Eu e a Manda fomos almoçar com meus pais no Ìtalo e acabou sendo uma boa, primeiro  porque o filet deles é tão bom quanto o peixe e segundo porque meio que serviu como comemoração de nossa última conquista. 
Só lá pelo meio da tarde consegui descansar de verdade.Quando acordei, tive a alegria de constatar que todas as minhas fitas de Mega Drive, bem como o próprio videogame, ainda funcionavam! Então passei um bom tempo jogando Sonic, Street Fighter 2 e Bart vs. Space Mutants (joguinho dos Simpsons que é quase um adventure e nunca tive capacidade pra entender quando criança). Jantei uma pizza daquelas cheias de gorgonzola e lombinho, que meus pais adoram montar e tomamos umas boas cervejas. E por volta das 21h, saí buscar a Manda pra gente encontrar o Gustinho e sua Sra. no Armazém. Ajudei ele esses tempos com umas ligações em inglês, e como agradecimento, chegando lá ele me esperava com mais cervejas artesanais e um pote de ovomaltine de presente(não me canso de dizer, em Jaú é sempre natal).
Domingo, aproveitei a manhã pra reassistir ao Blade Runner clássico (filmão da porra, com um discurso final filosófico de fazer chorar), almocei com meus pais novamente no Ìtalo (agora sim, o tradicional "Badejo á Indiana"), matei mais um pouco a saudade do Mega Drive, comi uma maravilhosa salada de frutas que meu pai fez e antes que eu percebesse, a tarde já tinha acabado e era hora de pegar o ônibus de volta pra Metropolis.
E bem quando eu achava que a diversão tinha acabado, na segunda-feira o expediente acabou mais cedo na agência em comemoração a uma nova aquisição celebrada num happy hour com muitas cervejas e amendoins e chegando em casa a Manda ainda me esperava com holy burgers (sim, ainda os melhores burgers de São Paulo) e Ben & Jerry´s. 

terça-feira, outubro 03, 2017

Directed by David Lynch

Depois da correria do final de semana anterior, eu realmente precisava de uns dias mais tranquilos. Assim, passei a sexta em casa mesmo com a Manda, só tomando umas cervejas, aproveitando as castanhas de caju que meus pais haviam trazido de sua última viagem e assistindo uma adaptaçãozinha do Stevão Rei na Netflix.
Sábado li centenas de páginas de quadrinhos e ainda terminei o livro Jogador Número UM, uma leitura gamer realmente interessante apesar de não ter nada realmente original. Corri, joguei videogame, dormi e no finalzinho da tarde peguei um uber com a Manda pro aniversário duplo dos pais da nossa afilhada, pra uma noite de crepes e tapiocas que tinha até cascata de chocolate e uma atriz do novo Carrossel. 
No domingo, assisti ao novo stand-up do Seinfeld, li um pouco de Lobo Solitário, corri (terminando a ótima temporada do anime Street Fighter II V), desenhei com nanquim (com a meta de completar o inktober desse ano), almocei com a Manda no Shopping, dormi e a tarde foi a vez dos pais da Duda atravessarem a cidade pra nos visitar, pra gente tomar umas cervejas e comer uma porçãozinha no Marajá. E antes de ir dormir cedo pra descansar ainda mais, finalizei a incrivelmente subjetiva terceira temporada de Twin Peaks, doideira surrealista pura da melhor qualidade.

quinta-feira, setembro 28, 2017

Primavera, Varginha & Chopp Carioca


Sexta saí comemorar com a Manda nosso aniversário de noivado no Marajá, com uma porçãozinha marota de picanha e algumas cervejas. Fazia muito tempo que não frequentávamos a padoca (cada vez mais cara), mas tradições devem ser mantidas.

O sábado foi bem corrido, de manhã tinha um monte de coisas pra fazer, como arrumar mala, comprar capinha pra celular, imprimir coisas, e tudo isso enquanto aguentava a  Amanda se gabando de ter consertado nosso interfone. Sim, aquele que eu cortei o fio porque achava feio ¯\_(ツ)_/¯  


Almoçamos no spoletto um "macarrão da mamel", coisa que eu não fazia há séculos, depois a Manda saiu visitar a Rosangela e eu fui pra casa do Kevin que estava fazendo a terceira edição de sua festa comemorativa em respeito à chegada da primavera. Era churrasco, mas tinha até ostra (coisa nojenta demais até pra mim que me considero alguém que prova de tudo) e alfajores de lembrancinha. E o legal foi que era uma noite que parecia um episódio de Rick e Morty, porque tinham vários Kevins de realidades paralelas (um deles usava um visor de ciclope, o outro parecia o Marcelo Camelo, todos usavam camisas iguais) e gente diferente. Ainda bem que começou cedo, porque 22h eu já estava voltando pra casa, pra descansar pro dia seguinte.


Sobre o domingo, tudo o que você precisa saber é que desperdicei um dia de descanso, acordando as 5h pra pegar uma carona junto com 3 desconhecidos em direção a Varginha, Minas Gerais. Fui lembrado de quanto o sistema é sujo e corrupto, principalmente nos outros estados, e voltei pra casa derrotado, por volta de 23h da noite. Eu tenho certeza que já li (e até mesmo escrevi) livros o suficiente pra saber interpretar um texto. Nesse dia, aparentemente tentaram me convencer do contrário.


Segunda-feira, ainda acabado do dia anterior, acordei novamente as 5h da manhã, dessa vez pra pegar um taxi pro aeroporto de Congonhas, ja que seria minha primeira viagem pela agência nova pra apresentação no cliente que fica no Rio de Janeiro. Encontrei meus chefes no aeroporto, cochilei durante o voo e rapidamente chegamos em solo carioca. Pegamos um uber até a Barra da Tijuca, onde fica localizada a gigantesca mega torre do cliente, conheci o pessoal de lá e saímos pra almoçar uma carne daora no Shopping da Barra, fizemos correções no relatório e o apresentamos pra uma galera numa sala de diretoria com vista pro mangue, e ao final do dia passamos no hotel que a agência tinha nos colocado pra deixar nossas coisas (principalmente porque eu era o único que tinha levado uma mala pra uma viagem de dois dias =b). Pegamos um taxi até um barzinho que estava lotado (principalmente pra uma segunda feira) chamado Resenha, onde tomamos dezenas de chopps e comemos porções de carne com gorgonzola e carne seca com macaxeira. Depois, voltamos pro hotel descansar pro dia seguinte.

Na terça, tomamos café da manhã no hotel (que tinha vista direta pro prédio do cliente), trabalhamos um pouco, almoçamos umas carnes com abaxi num lugar bem bom chamado Cervantes, fizemos mais algumas reuniões e pouco depois das 17h partimos rumo ao aeroporto na tentativa de adiantar nossos voos que a princípio sairiam só as 22h da noite, me deixando quebrado pra mais um dia. Conseguimos sair as 20h30, mas com algumas horas a disposição pra enrolar, sentamos numa pizzaria pra jantar e tomar mais um chopp. Ah, como é bom viajar com tudo pago! Beleza que não conheci uma atração turística sequer do Rio, mas pelo menos tive uma experiência de trabalho diferente e meu copo se manteve sempre cheio. Que venham novos desafios!

terça-feira, setembro 19, 2017

Um final de semana doce


Sexta, saí almoçar com o pessoal no Aoyama, naquele que provavelmente foi o melhor rodízio de comida japonesa que já visitei. Me entupi de sushis, temakis, tartar de salmão e chopps, e bem quando pensei que estava satisfeito chegaram porções de picanha e pasteizinhos de abóbora com camarão que me mantiveram comendo por mais algum tempo. No final da tarde, depois de muita correria pra conseguir sair do trampo na hora certa (pois é), consegui chegar com poucos minutos de atraso no Le pra pegar com a Manda nossa carona pra Jau. Chegando em casa, meus pais me receberam com pizza, cerveja, trufas de castanha, e muitas estórias e presentes de viagens. 
Sábado tomamos café da manhã, ajudei minha mãe com suas fotos, corri, almoçamos no Ìtalo (um clássico Badejo a Indiana), depois encontrei a Manda e juntos pegamos a estrada novamente em direção a Bauru, dessa vez pra provar docinhos de casamento em uma mulher que realmente tinha dezenas de opções (tipo trufa de macadâmia, doce de abacaxi ou côco queimado), demos uma volta pelo shopping e voltamos ao Alameda pra ver mais um filme de palhaço (quem diria que seria possível fazer isso duas vezes seguidas?).
Desa vez era um terror, IT, do prolífico Stephen King, que apesar de cenas exageradas de matança, me ganhou pela ótima caracterização do Clube dos Perdedores e pela incrível mensagem de que os verdadeiros monstros são as pessoas reais. O Frodo e sua Sra. nos encontraram pra sessão e saindo de lá fomos matar a vontade da Manda de comer um lanche do Flipper. Acho que Jau continua tendo lanches melhores, apesar do meu hambúrguer de costela estar realmente bom e minha boa sorte mais uma vez me conceder sucos em dobro. Nem bebi, mas acabou sendo uma noite muito divertida e já era mais de meia noite quando voltamos pra Jau. Domingo de manhã, li um pouco, tomei café, corri e busquei a Manda pro almoço. Meus pais fizeram churrasco de lombo com queijo e pra compensar meu sábado a noite sem álcool, pude provar várias cervejas diferentes que eles haviam trazido de seus últimos passeios. E na sobremesa, tínhamos dezenas de docinhos bauruenses de casamento pra provar. Deixei a Manda na vó dela, passei no banco, assisti uma biografia do Thomas Wolfe com meus pais na Netflix. Depois, eles nos deixaram no BK pra carona mais desconfortável que já peguei, Parece que quanto maiores os carros são por fora, mais desconfortáveis são no banco de trás...

terça-feira, setembro 12, 2017

Teoria da conspiração

Me pergunto qual é o segredo do Shpping Cidade Jardim. Pensa num shopping elitista, Brasília style. É completamente fora de mão, nada é acessível e nem mesmo pensado para pedestres. Na verdade é pensado exatamente pra deixar os pedestres de fora.
As lojas vivem vazias. Literalmente. Parece um shopping center fantasma. 
O que não é nenhuma surpresa quando se observa as vitrines. As lojas são absurdamente caras (exemplos verídicos: 125.000 por um relógio, 5.000 por um sapato ou 250 reais por um protetor de almofada). Quem caralhos tem dinheiro pra gastar assim? E na boa, se você é alguém que tem mais de 100k sobrando, faça a sua própria alma um favor e vá ajudar uma instituição que precise né!
O shopping também tem a pior praça de alimentação que eu já visitei em toda a minha vida. Não tem nada que tenha um preço minimamente justo. Tudo custa no mínimo 35/40 reais. Um almoço decente não sai por menos de 60 conto. Um absurdo abusivo sem igual. 
Não tem McDonalds, Burger King, Taco Bell ou qualquer coisa assim. Porque? Bom, primeiro porque Deus existe e não quer que eu infarte (se essas opções existissem por aqui, eu só comeria nelas), segundo porque quem come esse tipo de comida não é bem vindo.Pra ser sincero, tem um Divino Fogão, mas ele fica escondido no segundo subsolo do estacionamento, e você tem que comer no meio dos gases poluentes emitidos pelas BMWs e Mercedez que vem pro shopping. 
Pior: o restaurante só existe porque foi pensada pros trabalhadores do shopping, e a própria localização dele diz muito sobre quem projetou o lugar.
Tudo isso pra fechar minha tese com minha nova teoria da conspiração: o shopping Cidade Jardim serve de fachada para lavagem de dinheiro!
É a única explicação plausível. De que outra forma um lugar gigantesco desses, frequentado por ninguém, poderia se manter? 
Um dia um amigo até perguntou pra um vendedor como estavam as vendas e ele respondeu "ah, com essa Lava Jato está tudo fraco". Suspeito, não?
A investigação continua...

segunda-feira, setembro 11, 2017

Cover de palhaço americano

Na quarta, fui com o pessoal do trabalho almoçar na SP Diversões (um lugar onde eu já tinha ido com a Manda e o Fergie correr de kart), onde por R$ 40 você pode comer e jogar boliche a vontade! Joguei bem, comi muito pastel de queijo (que pegamos pra fazer de porção no buffet), almocei feijoada e ainda tomei chopp. Eu teria que trabalhar até tarde pra compensar as horas que passamos lá e fazer home office na emenda do feriado, mas com uma diversão dessas, quem é que se importa?
Quinta-feira de manhã, eu e a Manda fomos até o metrô Butantã de onde sairia nossa carona e pouco antes do almoço já estávamos em casa brincando de scape no jogo das chaves. Almocei uma torta da helpie que tinha trazido de SP pra não deixar estragar na geladeira, e assim que o pai da Manda veio buscá-la, dormi durante a maior parte da tarde. A noite, saímos comemorar o aniversário da irmã dela no Bar do Veio, fazendo com que eu me sentasse mais uma vez no Rospinho com o Sustinho pela primeira vez depois de mais de uma década. A pizza lá é realmente boa, a cerveja é gelada e servem porção de amendoim. O lugar estava cheio e colaboramos sendo quase os últimos a ir embora.
Na sexta, acordei e li algumas hqs que tinham chegado pelo correio, corri, gravei alguns vídeos, depois busquei a Manda pra gente pegar uns quitutes na Casa no Norte, ver as novidades da Arena Games, almoçar algo no shopping (ja que o Zezinho fechou sem que eu pudesse comer lá mais uma vez), degustar umas bombas da Renata de sobremesa e fechar com um frapuccino na Kopenhagen. A tarde, mais soneca, um pouco de netflix, passei no Sustinho pra resolver no telefone uma pendencia dele com a Bestbuy e no começo da noite, seguimos de carro os motoqueiros Gutones e Moisa (o novo Tata, ou "o filho perdido do Jão Guerino) em direção a Barra Rock Fest, anunciado como o segundo maior festival de bandas cover do Brasil pra curtir um Led, Creedence e sempre a melhor: AC/DC (os caras tavam até caracterizados com terninho de colegial e boina). O festival tava muito bem organizado, tinha onde estacionar e várias opções de comida e bebida (infelizmente, tava dirigindo então não deu pra aproveitar as cervejas artesanais devidamente). Tinha vários motoqueiros por ali, senti até falta de ter um colete. Acho que vou mandar fazer um falso mesmo: Marmota Clube/"Gustt Rider".
No sábado, continuei minhas leituras, assisti um pouco de Rick e Morty no Youtube (porque esperar a estreia da nova temporada na netflix não ta rolando), corri, fiz o cabelo e a barba em uma nova barbearia, almocei com a Manda no Território (um self-service a vonts bem honesto, do qual eu sempre ouvia ela falar), depois cochilamos e esperamos nossa carona chegar. Dessa vez, nosso motorista era o Sustinho e ele nos levaria até o Alameda em Bauru pra gente assistir a Bingo, a biografia (que não recebeu autorização pra usar o nome original) do Bozo. Chegando em Bauru, tomamos um café (com mais bomba!), encontramos a irmã da Marina e seu namorado e assistimos ao filme do Rei das Manhãs pagando um valor simbólico. Incrível o quanto o ingresso é barato lá. Em SP, pagamos em média R$30 de meia entrada. No Alameda, a meia custa R$ 6. Se eu conseguisse esperar (o que obviamente, eu não consigo), ia passar a só assistir filmes no cinema de Bauru.
O filme foi realmente tão bom quanto eu esperava e saindo de lá fomos pro Brew Brothers, um lugar bem legal que tem várias torneiras de chopp artesanal (com amendoim grátis!) e que tem parceria com um food truck de hamburguers bem simples, porém saboroso. A saideira, pelo bem de nosso motorista amante de cafeína, foi na Hoss Cafeteria, supostamente um lugar especializado em vários tipos e preparos de café, mas que nos serviu bebidas aguadas e sem graça (ok, talvez meia noite não seja o melhor horário pra comprar um café por ali, ainda assim, decepcionante). Pelo menos a sobremesa estava ok. 
Domingo, sabendo que a carona ia sair cedo (logo depois do almoço), corri pra deixar tudo em ordem o mais rápido possível. Arrumei mala, corri, joguei um pouco de Atari (finalmente conseguindo salvar minha família no jogo Jungle Hunt), li um pouco, saquei dinheiro no banco, comprei umas empadas no shopping e deixei baixando uns episódios de One Punch Man e Star Trek: DS9 no celular pra viagem. Busquei a Manda, tomamos um sorvete no centro, tranquei um milhão de portas e passamos 5h na estrada no retorno pra São Paulo.

segunda-feira, setembro 04, 2017

Exposto à névoas terrígenas da era medieval

A diversão do final de semana começou cedo na sexta-feira, saí almoçar com o pessoal do trabalho no Tantra, um restaurante mongól, que serve tubarão e javali, no qual você pode montar sua própria receita (o que nem sempre é uma boa ideia) e comer a vontade (o que me salvou, já que depois de estragar duas tigelas, finalmente segui uma das receitas sugeridas e fiquei satisfeito com o resultado). Voltando pra agência, trabalhei por algumas horas e logo já estava saindo novamente (por ordens do chefe, inclusive) com o pessoal em direção a um barzinho próximo ao shopping Morumbi (que ironicamente, eu nunca frequentei enquanto trabalhava ali do lado), onde tomei diversas heinekens e whisky que ficaram ainda melhores quando a conta chegou e não tive que gastar um centavo. E pensar que meu chefe anterior nem falar com a equipe falava, que diferença!
Sábado acordei cedo porque as 10h da manhã eu tinha me inscrito pra participar de um workshop de arte-final com os brasileiros mais bem sucedidos dentro da DC Comics, Ivan Reis e Joe Prado. Durante mais de 2h eles palestraram sobre técnicas de arte-final (como escovas velhas pra borrifar estrelas num fundo preto) e curiosidades (sabia que o cabelo do Cascão é feito com borrões de impressões digitais?) e ao final, não só autografaram minha edição de LJA: Thorne of Atlantis, como cada um também esboçou uma Mulher-Maravilha no meu caderno de desenhos. A aula aconteceu na Biblioteca do Memorial da América Latina, onde tava rolando uma exposição com várias páginas originais de Lanterna Verde e Aquaman, e também bonecos inspirados na arte do Ivan. 
Por volta das 13h, saí de lá e fui até o Shopping Light, onde encontrei a Manda pra gente almoçar um hamburgão da Red Nose e sair rodar atrás de novos aparelhos de celular (os nossos duraram 3 anos, mas já estavam começando a falhar).
Voltando pra casa, tirei uma soneca, joguei um pouco do recém-baixando (e maravilindo na tv nova) Battlefield 1, que realmente te coloca dentro da primeira guerra. E ao final do dia, pegamos um busão pro Shopping Bourbon, onde tomamos um capuccino com petit gateau e assistimos em IMAX a estreia da nova série dos Inumanos (um lixo, diga-se de passagem). Saindo de lá, passamos no Zaffari, e compramos todo tipo de coisa que não chega nos mercados que normalmente frequentamos: tortas, alfajores, açaí de pitaia, donuts e cervejas especiais. Depois fomos pra casa assistir algo bom de verdade: a terceira temporada de Narcos.
No domingo, acordei cedo e joguei um pouco de Sonic no Wii, tomei um café com donuts com a Manda, li algumas hqs e saí visitar a exposição File Solo, do artista belga Lawrence Malstaf, que tem várias obras imersivas que basicamente te colocam dentro de uma linha de produção ou de um filme de terror.
A primeira sal que visitei foi incrível. Você entra sozinho num quarto escuro que só tem uma poltrona e um espelho gigante. Sua imagem começa a aparecer distorcida no espelho, enquanto uma fraca luz no teto treme e aparecem uns barulhos bizarros do nada. Seu reflexo fica tremendo, se separando em dois, se fundindo borrado, enquanto a música fica cada vez mais tensa, e ao final, as luzes ficam pisacando, até que só apareça a poltrona no seu reflexo, como se você tivesse desparecido. Nunca saí decepcionado de uma exposição no CCBB, e essa definitivamente não foi a primeira vez.
Depois passei por salas em que tinham apenas cadeiras motorizadas andando sozinhas, como se um grupo de fantasmas invisíveis estivesse fazendo uma festa; por um cômodo onde pessoas eram embaladas a vácuo, deitei em uma esteira e passei por uma prensa que parava a poucos sentímetros de me esmagar e ao final entrei numa redoma onde você sentava numa poltrona e ligava um túnel de vento ao seu redor (muito parecido com a câmara de névoas terrígenas, a qual os inumanos são expostos pra ganhar seus poderes, ou seja, melhor final de semana impossível).
Voltei pra casa, almocei uns pães de alho recheados com queijo e pimenta com a Manda, cochilei um pouco, li mais hqs e por volta das 19h, o piloto, a Ro e a Duda passaram nos buscar pra gente provar uma hamburgueria temática incrível: a Taverna Medieval, onde todos os atendentes estão caracterizados como estalajadeiros e bobos da corte e só te chamam de milorde ou milady, totalmente decorado com itens como escudos, espadas e brasões. Tem até capacetes pra galera vestir, os drinks podem ser tirados num dado de RPG (joguei e ganhei uma caipirinha de maracujá, então posso considerar que a sorte sorriu pra mim) e a comida é incrível! Comemos cebolas empanadas recheadas com pernil de entrada e hamburguers maravilhosos (a Manda um com foundue, eu um em que o queijo vinha por dentro da carne, que por sua vez, era embalada em bacon). Uma experiência realmente boa! 

quinta-feira, agosto 31, 2017

Fim de uma era

Começo com salada de rúcula com tomate seco e um pouco de maionese. Em seguida pego um pouco de arroz, feijoada, linguiça caseira (daquelas que arrebentam a casca) com tomate e cebola, filet a parmigiana e frango recheado com presunto e queijo. 
Um pouco de mandioca crocante e um bolinho de carne. Quem sabe uma maminha na caracu, se eu tiver sorte. Um pastel de carne vai no topo, recheado com molho de pimenta. 
Pra acompanhar, um suco de laranja batida com gelo, mas só se meu irmão estiver junto. Se estiver só com meus pais, o gelo e o açúcar vão ter que vir separados.
Religiosamente, minha mãe vai pegar leitoa e tanto ela quanto meu pai vão pegar uma banana empanada frita com açúcar e canela pra deixar no canto do prato de sobremesa. 
Impossível saber quantas vezes eu fui comer restaurante do Zezinho. Lembro que uma vez, quando nossa casa (que eu nem sei mais se era a antiga ou a atual) estava em reforma, comemos lá todos os dias da semana. 
Meu self-service favorito em todo o universo. 
Sempre imagino que se eu algum fosse criar um jogo de videogame, ele se passaria em Jaú e diversos de seus "points" seriam parte do cenário. O Zezinho com certeza faria parte dele. Assim como o Shopping e o Jão Guerino. Comida boa a preço justo, com gostinho de interior e do lado de outra parada obrigatória, "a banca do centro". 
Da última vez que voltei pra Jau almocei lá no sábado com meus pais e a comida estava tão boa que tive que fazer um segundo prato com um repeteco dos melhores itens (coisa que, apesar de não parecer, não tenho o costume de fazer).
Agora me arrependo um pouco de ter feito isso, na verdade deveria ter comido muito mais...

segunda-feira, agosto 28, 2017

Alienígenas de pastrami


No sábado, passei a manhã lendo quadrinhos, tomei um café com a Manda (com bolo de banana, aveia e mel - sim, isso existe e é incrível) e almocei um novo pão de alho recheado com catupiry de verdade (como ninguém nunca pensou ninsso antes?). Depois, peguei um busão pro Villagio Jk, onde ia rolar um evento do History Channel, que trouxe pro Brasil Giorgio Tsoukalos, do programa Alienígenas do Passado. Não sou exatamente o tipo de pessoa que acredita muito nesse tipo de coisa, mas várias vezes parei pra dar uma chance ao programa quando tinha tv a cabo em casa. Eles realmente conseguem me deixar na dúvida em várias questões e uma coisa bem legal da palestra foram várias citações a lugares que eu mesmo já tinha visitado (na Bolívia e no Peru). Citaram inclusive os crânios deformados e alongados, item que mais me impressionou em um dos museus que visitamos durante o mochião. É algo realmente bizarro e segundo os incas "era uma tentativa dos antigos de ficarem mais parecidos com os deuses que tinham lhes dado o conhecimento". A partir daí, cada um tira as conclusões que quiser. 0_0
Passaram lá com exclusividade o primeiro episódio da nova temporada (que já é a décima), depois o Giorgio sentou com vários estudiosos brasileiros de ufologia e um gringo que mora no Peru sobre algumas coisas sem resposta, tipo a construção das pirâmides ou do corte de pedras que vi em Machu Picchu e que realmente parecem ser difíceis pra caramba de fazer até mesmo com a tecnologia que temos hoje.
Consegui sentar relativamente perto e fiquei realmente feliz de ter podido particpar do rolet, realmente é algo que não se discute todo dia.

Saindo de la, peguei um uber pro Bar do Baixo, onde meus amigos do Mackenzie estavam comemorando um aniversário e uma despedida para portugal de um dos primos do Kev. O lugar tava lotado, então ficamos do lado de fora mesmo conversando e tomando cerveja barata em pé (comprada numa mercearia e consumida na frente do bar), num climão mais Mackenzie impossível. Só não entendi mesmo porque não poderíamos estar fazendo isso ali na Maria Antonia.
No final da noite, peguei um bus com a Manda de volta pra casa e paramos na pizzaria da rua de trás pra comer umas esfihas com sabor de pizza (ou mini pizzas com sabor de esfiha, o que você achar melhor).
No domingo, acordei já assistindo alguns reviews de hamburguerias no Youtube pra decidir onde iria almoçar com a Manda. Acabamos optando pela Z Deli, que ficava relativamente perto e parecia ter um preço justo e devo dizer que não me arrependi nem um pouco da escolha. Chegamos lá umas 14h e ainda tinha uma filinha de espera de uns 40min, mas assim que as batatas fritas chegaram admitimos que tudo valeu a pena. As batatas rústicas vieram cobertas por sour cream, cheddar e um pastrami da casa fenomenal. Até a limonada marota da Manda tava diferente e os lanches estavam realmente fenomenais (bacon sequinho, picles daora e carne deliciosa). Voltamos pra casa, cochilamos, assistimos Minions, joguei DK no Wii e fechei a noite com a season final de Game of Thrones.

terça-feira, agosto 22, 2017

Jauzando por aí

Nessa sexta, eu e a Manda voltamos mais uma vez pra capital do açaí e do saco de carvão, em uma nova carona que por força do destino saía mais tarde e mais perto do meu trabalho novo, exatamente como eu precisava. O motorista ainda era mega nerd e rolaram altas conversas geek durante todo o trajeto. Chegamos tarde em Jau, mas ainda assim havia uma pizza de lombinho e gorgonzola me esperando, porque meus pais realmente me conhecem muito bem e sabem como me agradar.
De manhã, tomamos café, contei minhas primeiras impressões sobre o minha nova rotina, li algumas hqs do Tio Patinhas (que completou agora 70 anos, basicamente a idade que sempre teve), dei uma carona pra Manda, assisti Defensores (3 episódios até agora e nada aconteceu, Marvel ta começando a me DCpcionar) e fui com meus pais almoçar no Zezinho e dar uma conferida naquela que sempre chamei de "banca do centro". A tarde, dei uma cochilada, e no começo da noite minha mãe assou um chester que eu tinha ganho na Wonderwundman. Ou seja, o bicho foi pro fogo exatamente na minha última semana em que trabalhei lá. Como se fosse uma oferenda para que as novas estações tragam "frutos" ainda melhores (ok, viajei,  tenho assistido muito a Vikings ultimamente). Momento mais propício impossível. Depois da ceia (que tinha até cerveja chilena e litrões de Delirium), saí encontrar a Manda, sua irmã e o cunhado pra gente tomar umas caipirinhas do rei e umas cervejas com amendoim de alho nos Baratheon. Voltei cedo pra casa, assisti um pouco de Batman (daquele desenho antigo da Warner, que me fez gostar do personagem) na Netflix e fui dormir cedo, afinal domingo era dia de festa.
No dia seguinte, tomei mais um café com meus pais (e a melhor geleia de morango do planeta, que meu irmão havia trazido pra gente; é preciso ter a força de um gigante pra abrir o pote e ao invés de amassada, a fruta é fatiada no formato de pétalas de rosas), fiz um jogging até a avenida, e depois passei buscar a Manda pra gente curtir um churrasquinho na residência Paleari, onde revi velhos amigos (muito tempo que eu não via o Porco), tomei muito chopp e me entupi de carne enquanto as mulheres conversavam sobre seu passatempo favorito: casamento.E então, ao final da tarde, voltamos pra SP, eu, a Manda e minha vontade de botar pra fora todo chopp que tomei. :)

sexta-feira, agosto 18, 2017

O Ragnarok da rotina

Toca o despertador. É um cacarejo dançante (que você pode conferir no vídeo abaixo). Moro na Maria Antonia e preciso desligar o alarme antes que acorde meus irmãos. Hora de acordar, vestir o terno e andar até a Augusta pra pegar um ônibus que me deixe no escritório em que trabalho na Haddock Lobo. Corte rápido. Toca o despertador, que não tem mais nenhuma personalidade mas me acorda com a mesma eficiência. Tenho que ir até a sala e encontrá-lo jogado no sofá. A Amanda já está acordada e fuça no Facebook deitada no outro sofá e enrolada nas cobertas como se fosse um crocete. Preciso pegar o metrô até uma das maiores agencias digitais do país. Vida (além de ser aquilo que acontece enquanto fazemos outros planos) é aquila coisa formada por uma série de diferentes rotinas. E depois de dois anos na Übermensch, é chegou novamente hora de mudar. Quando cheguei aqui foi incrível, fui muito bem recebido e fiz grandes amigos. Ganhei presente de aniversário em minha primeira semana, bebi chopp na comemoração internacional do dia W (e me enganei achando que a vida ali seria sempre uma festa), fiz minhas grandes apresentações pra clientes realmente importantes, aprendi a tomar café (nossa "cervejinha de empresa" de meio de tarde), enchi minha mesa de bonecos, escrevi dezenas de contos, fiz muitos projetos e comecei uma sociedade que, como qualquer coisa que envolva política, obviamente não foi pra frente. Comi em restaurantes incríveis, vi o chefinho superstar de perto mais de uma vez, joguei muito Fifa nas lojas Americanas na hora do almoço, li dezenas de livros na Cultura e aprendi a usar muito bem o tempo que perdia diariamente no trajeto pra agência (com muitos podcasts, audiobooks, Sonic, Mario e Zelda). O tempo passou, clientes chegaram e foram embora, bem como praticamente todos meus colegas, o que fez com que eu me sentisse cada vez mais o último sobrevivente da Casa Stark. Eis que então chegou a hora de deixar a Muralha (ou a Rocha ve há) pra trás. Hora de virar o disco e torcer pra que o que me aguarda do outro lado seja ainda mais incrível! Novidades em breve! :)  

 Melhor música pra acordar: