segunda-feira, julho 20, 2015

Famíla E, Família A, Família

Esse foi um fds totalmente diferente do que eu havia planejado. Os planos eram um palestra com o criador de Samurai X no Centro Cultural na sexta e Fest Comix no sabado a tarde o Homem-Formiga a noite. Mas acabamos voltando pra Jaú e passando um fds mais de boa em família.  Eu e a Manda voltamos de carona com o Saulo e o cara do armário, passei o sábado assistindo a um documentário sobre Monty Python e lendo um novo livrinho que comecei e que tem me inspirado bastante a escrever do Stephen King chamado "A arte da Escrita". Na janta, meu pai fez fabulosos bolinhos de arroz (melhores que os do Vila Imperial que comemos na semana passada), tomamos umas cervejas "Amazonia" e passei pegar a Manda pra gente comer umas esfihinhas de chocolate do Habibs. A noite, ficamos de buenas só na Netflix mesmo assistindo Moneyball, um filminho bacana que te deixa com vontade de jogar Fantasy Baseball e principalmente a assistir um jogo de verdade no estádio.  
Domingo fomos com meus pais pra Limeira comemorar o aniversário conjunto do meu pai e do meu tio Alchermes. Chegamos umas 11h da manhã e como sempre nossa tia Mary nos esperava com uma mesa farta de ótimas entradas (pães e queijos italianos, patês de cebola e maçã e amendoins, porque né =), deve ser de família). Também tomamos um Bellini, "mistura de pro-seco com pessegos, inventada no Bar do Harry, que tem esse nome graças a coloração ser parecida com a das roupas das pinturas de um artista que tem esse sobrenome" (no meu mundo ideal toda bebida viria com um adendo explicativo, se fosse assim eu nem precisaria mais ouvir podcasts sobre o tema ^^).

Depois, quando meus primos e agregados chegaram, partimos pra um pesqueiro-restaurante gigantesco (e que ainda tava lotado), onde comemos ótimas porções de tilápia, picanha, mandioquinha, polenta e a melhor: costela de pacu. Ou seja, costela é foda, costela é boa até ser for de alcachofra. Tiramos as fotos de lei, comemos ótimos bolos (o diet era tão bom que nem parecia diet) e depois passamos no meu tio pra um café. E em seguida, voltamos com os V´s pra SP. Foi bem legal poder rever todo mundo, comer bem e lembrar do quanto somos parecidos (não só fisicamente) com pessoas que vivem a quilômetros de distância e que não conhecemos tão bem. Que venham mais encontros de família como esse. =) Deixo no post um quadro do Bellini e uma foto da bebida para eventuais comparações e o trailer do documentário dos Python:

quarta-feira, julho 15, 2015

Os rippers e seu costume viking

Assistindo vikings aprendi umas coisas legais, como por exemplo, de onde vem o nome da cerveja "skol", que é uma palavra derivada das línguas faladas na Escandinávia e usada pelos nórdicos para fazer um brinde. 

Corresponde ao português "Saúde!", que em Inglês se escreve "skol" ou “skoal”, apesar de lá a palavra mais usada para brindar ser "Cheers!". 

Mas isso não é tudo, o significado literal de skol é "tigela, copo", e vem do fato dos vikings tomarem sua bebida nos crânios de inimigos ou entes queridos falecidos. 

Ou seja, toda vez que tomávamos uma lata de "skol" nos beerbongs em formato de crânio, sem fazer a mínima ideia, estávamos seguindo antigas tradições vikings. 

E assim, sem querer, a tradição era mantida.

Um brinde a esse post!

SKOL!

Férias de família em SP

Nada como uma bela semana de feriado! Numa quinta ainda! E diferente do último feriado que passamos viajando, esse aqui foi mesmo pra descansar. Comer, ler e descansar. Na quinta-feira, botei todas as leituras em dia. Falando nisso, o adendo final do livro "Clube da Luta", no qual o autor abre o coração ao mostrar a origem da primeira regra do clube da luta (que é não falar sobre o clube da luta) já vale o livro todo. Almocei com a Manda no Marajá uns salgados, açaí e deliciosas carolinas. Assistimos muita netflix, dormimos, e no jantar a Manda desenvolveu mais um dote culinário: o de reproduzir o maravilhoso pernil de quermesse! 

Sexta-feira trabalhei, mas o dia passou rápido após a folga da quinta, e meu irmão e sua mujer vieram passar uns dias lá no nosso apê. E aproveitando que todos seus filhos estavam em São Paulo, meus pais aproveitaram e vieram pra cá também comemorar o aniversário do meu pai. E como toda vinda deles pra cá, não seria a mesma se não tivesse uma passadinha no The Joy pra umas heinekens e deliciosas pizzas (principalmente a de parma!). Rolou até um parabéns com torta de morango da padaria da rua de trás, onde descobri que servem um maravilhoso sorvete de nutella (melhor até que o do Baccio di Latte #prontofalei).

No sábado, almoçamos com meus pais e o casal V no Consulado da Bahia uma maravilhosa moqueca e filet mignon de carne de sol (sim, isso existe), e depois fomos dar uma volta no Shopping (coisa que nunca fazemos, e que depois de 2h vendo vitrines montadas pra pessoas que aparentemente não almejam nada na vida além de ostentar (tipo, tem jaquetas por 4.500 reais, quem compra isso Jesuis?). 

Descansamos um pouco em casa, reencontramos meu irmão, terminei de reassistir ao primeiro Terminator e logo depois já reencontramos meus pais e os V´s pra uma rodada interminável de comidas de boteco no Villa Imperial e mais cervejas. Bolinhos de arroz, de carne seca, batata com catupiry e bacon, camarões empanados, tudo porque minha irmã tava com uma fome insaciável fora do comum e fora do padrão pra alguém do tamanho dela. Bom, talvez ela estivesse alimentando a pinta gigantesca que brotou no rosto dela. Saindo de lá, fomos pegar uma pizza sobremesa na Bella Antonia, nossa décima quinta despedida da pizza de Sensação do lugar (e acredito que minha irmã ainda vai fazer meu irmão se lembrar durante muito tempo de que não se pede pizza de maçã, chocolate sempre vence maçã, assim como pedra vence tesoura no jo-kem-po, é um fato).


No domingo, acordamos tarde (rolês gastronômicos intensos cansam) e depois de algumas hqs já saímos com meu irmão encontrar meus pais e os v´s na Rota do Acarajé, parada obrigatória quando meu irmão está junto. A moqueca estava muito boa, mas fiquei com a impressão de que diminuíram um pouco os pratos. As opções de cerveja também continuam incríveis, o foda é o preço: agora que aprendi a comprar minha birita no mercado, acho até Brahma muito caro pra se tomar na rua. Depois de comer passamos tomar um sorvete no BdL do shopping, meus pais foram pro teatro (o que é um costume familiar, não exatamente uma mudança de hábito) e eu, Manda, bro e Iza voltamos pro ape descansar, jogar videogame, comer cajuzinho e torta holandesa e ver um pouco de TV.

É até estranho (e ótimo) conseguir reunir a família toda (e agregados!) de uma vez, coisa que não acontecia desde o final do ano, e São Paulo se torna outra cidade quando estou com meus pais, muito mais turística do que quando estou apenas com a Manda ou com meus amigos, então é praticamente como se nós tivéssemos viajado sem sair de casa nesse feriado.

Segunda-feira foi dia de começar regime depois de tanta comilança (e meu pai tinha trazido várias latas de atum pra ajudar com isso), e na terça a Manda me deixou orgulhoso fazendo sua estreia no rolet noturno no Minhocão. ^^

terça-feira, julho 07, 2015

What a day! What a lovely day!

Mais um final de semana em Jau, mais relaxante dessa vez. Sexta eu e a Mand voltamos como sempre no batepapo carona com Eduardo, e chegando comi um lanche do Rospinho e tomei uma cerveja conversando com meus pais.

No sábado de manhã, assisti mais uma vez o incrível Mad Max 4: Fury Road com meu broda, que ta passando as férias em Jaú, e depois fomos almoçar no clássico sábado no Zezinho e banca. Ainda comemos até umas paletas de sobremesa (caralho, a de Amarula é foda demais!), e comprovei que a melhor paleta do mundo é a jauense, tanto no preço quanto no sabor. No finalzinho da tarde joguei uns joguinhos de Super Nintendo no PS2 com meu bro (Medíocres! parece que todo jogo é melhor na nossa memória), e na janta passei pegar a Manda pra um foundue na casa do Sustinho.

Depois de me enpanturrar de queijo e chocolate, fomos jogar um PES no XBox One novo dele e curti demais o Shape Up!, que usa o Knect de uma que deixaria os criadores de Tron orgulhosos, botando literalmente você dentro da tela do jogo. Cara, a camera do jogo te coloca dentro do jogo de verdade e lá seu avatar interage com o ambiente 3D! Muito show! Obviamente, não é melhor coisa pra jogar depois de se encher de foundue e cerveja, então  nosso fôlego de idosos não nos permitiu jogar tanto quanto eu gostaria, mas deu até pra dancar "what does the fox say?" no JustDance, provavelmente a coisa mais gay que eu e o Sustinho já fizemos juntos. Aqui um exemplo com estranhos, vocês podem inserir a gente na sua imaginação:


Domingo dormi muito, assisti Vikings, li umas hqs alternativas (a francesa Lucille, por exemplo), passei na vó da Manda desejar um feliz aniversário atrasado e deixar ela cremosa pro novo namorado,  e fui com meus pais e meu irmão almoçar numa cantina italiana com um ambiente super agradável (que faz jus a qualquer cantina do Bixiga) e que de alguma forma maluca não conhecíamos e não sabíamos o que estávamos perdendo.

Lá comemos várias massas artesanais muito boas, rolou até molho de gorgonzola ou de burro (que aprendi ser manteiga) e tomamos o vinho de um de meus filmes favoritos do Kevin Smith. O vinho fez com que eu dormisse a maior parte da tarde, e logo já era hora de buscar a Manda pra gente jantar mais um ótimo fondue em casa (caprichado no gorgonzola, como diz o mandamento) e tomar mais um vinho. As 20h, como de praxe, o Eduardo passou nos buscar e já era hora de voltar conversando sobre a vida, o universo (dúvidas de dentistas) e tudo mais na volta pra São Paulo. O bom é que a semana é curta, então que venha o feriado!