sexta-feira, fevereiro 28, 2014

300: Rise of an Empire

Essa semana ganhei ingressos do Omelete pra pré-estreia do filme 300: A ascensão do império, a sequência de um de meus filmes favoritos de todos os tempos, 300!
Era numa 5a feira, então fui com o Ed - meu roommate - de acompanhante (já que a Manda já tava a caminho de Jaú) pro Shopping Eldorado por volta das 20h, pra comer um Burger King (Whopper e cebolas fritas empanadas!) e esperar pela seção, que seria as 21h.
Essas pre-estreias são sempre muito legais, fazem você se sentir muito VIP. Fora os ingressos grátis (e a chance de assistir ao filme antes mesmo da estréia nos EUA, que é só daqui a duas semanas) ganhamos pipoca e Coca-Cola, uma camiseta (LOL), uma saudação (por vídeo) do Rodrigo Santoro dando um oi pra galera, e quem quisesse ainda podia tirar foto com um cara ou uma mina vestidos de espartanos. 
A tela era gigante, perfeita pra não perder uma das milhares de gotas de sangue que jorravam na tela em meio as mutilações. O 3D da chuva e do fogo, e a escuridão davam um clima sensacional. 
E o filme é basicamente a mesma coisa que o primeiro, o que é ótimo! Sangue, guerra, moleres seminuas, testosterona pura, do jeito que eu adoro e sentia falta desde quando cancelaram o seriado Spartacus na TV. O unico problema do filme eh ser curto demais.
Há anos eu  (literalmente) visto a camisa do primeiro filme, e agora continuarei  fazendo com orgulho o mesmo com a camiseta (valeu Warner!) do segundo. 
Se Zeus existe, haverá um terceiro!  

Vingança

Quarta feira fui com a Manda no CCBB assistir a Vingança - o Musical, um peça bem legal, com várias músicas do compositor Lupicínio Rodrigues (de "Felicidadeee foiii embora e a saudade no meu peito..."). A história é meio Gatsby, anos 50, boemia, traições e admito que teve várias reviravoltas que realmente me surpreenderam. 
Os atores e atrizes cantavam muito e ainda tínhamos ótimos lugares bem a frente do palco (adquiridos com muita antecedência, mas a um preço muito barato mesmo, até injusto se a peça não tivesse muitos subsídios do governo e do próprio Banco do Brasil). Foi com certeza um ótimo programinha pra uma quarta feira  a noite, e antes rolou até uma comida mexicana com Heineken ( a Manda chatolina preferiu Mac, mas ta valendo =b). Pra voltar, pegamos um ônibus lá perto e rapidinho estávamos em casa, deu tempo até de fazer um jogging noturno no minhocão. Queria que todo dia fosse assim tão bom!

terça-feira, fevereiro 25, 2014

Watchen & Bob Sponja

Vislumbres do futuro

Ano 3.891

A humanidade chegou a seu ápice. A medicina evoluiu ao ponto de que só morre quem quiser. Se você quiser viver pra sempre, é um direito seu. O direito evoluiu até o ponto em que abortos e eutanásias são legalizados em todo o planeta. Você vive até o dia em que quiser. Para comportar tanta gente, a engenharia evoluiu também, mas de maneira criativa.
Agora as pessoas vivem em  apartamentos que são pequenos contêineres motorizados e nas mais variadas cores, que você pode levar pra onde quiser.
Todas suas posses cabem num pequeno espaço. Ninguém mais guarda comida em casa. Todo mundo come (ou cozinha) fora. Guardar objetos não é mais necessários. Tudo que importa é digital. Assim o próprio conceito de posse mudou. 
Um dia você pode morar num bloco acima dos pais, outro dia do lado dos amigos, ou abaixo do trabalho. Famílias e casais tem agrupamentos de blocos. É possível passar de um bloco a outro, mas cada ser humano não pode possuir mais do que um único bloco.
A paisagem é linda. Sempre gostei de Tetris.





segunda-feira, fevereiro 17, 2014

Sãopauling

Mais um finalzinho de semana em SP. Nesse a Manda estava aqui, e a chuva infinita e gelada também. Então ficamos mais de boinha em casa, tomando cervejas e (mini) caipirinhas. Mas ainda deu pra fazer muita coisa boa: a Renner tá com uma coleção só de estampas de super heróis Marvel (quero todas!), então sábado de manhã fui encontrar a Manda (que descobriu a coleção lol) no Shopping Light (ela já tava na rua fazendo altas compras ha um bom tempo, enquanto eu jogava - e terminava - Resident Evil: Operation Racoon City, um joguinho bem legal, de muito tiro e pouco puzzle no Xbox de um dos meus novos roomates). Almoçamos no shopping, e comi num restaurante mexicano que tinha acabado de ser inaugurado lá nessa mesma semana, e que serve tortillas honestas (18cm #ui) a preço justo! Bem recheada, e a atendente ainda tava empolgada e praticamente me contou toda a historia do México no processo. Cookie de sobremesa, e saímos pra chuva. 
Fiz finalmente meu cartão na Biblioteca Mario de Andrade, que vou começar a frequentar mais agora, com o atendente também muito atencioso, explicando como funcionava tudo la no lugar. Meu guarda chuva quebrou na entrada (y), então tive que comprar outro numa banca ali do lado. Bom que em SP, terra da garoa, 80% dos lugares e pessoas vendem guarda-chuvas. A noite, fomos de taxi (taxista prosa e high tec, que depende de clientes conseguidos via apps pra sobreviver) pro Shopping Bourbon, porque tínhamos ingressos pro musical Crazy for You. Era pra ser o dia de estreia, mas não rolou. Depois de meia hora de atraso, o elenco todo subiu ao palco e pediu desculpas, mas não ia ter peça, porque o cenário mecânico não funcionava. Fizemos então umas compras no supermercado (mais cervejas nice) pra garantir o almoço do dia seguinte.
 No domingo, a Manda fez seu delicioso clássico: macarrão apimentado com calabresa, que ha tempos eu não comia e a tarde fui pra Fatec (de SP) prestar um concurso pra perito criminal (ou CSI). Nunca acreditei muito em concursos (mesmo ja tendo passado no estagio da Defensoria e na OAB), mas depois que o Bráulio (que nunca foi um membro genital de destaque intelectual no colegial) passou, achei que deveria dar mais alguns tiros concurseiros por aí. 3h30 de prova, e apesar de manjar muito de português e direito, física, química e biologia, que não eram meu forte 10 anos atrás, com certeza não são agora.  A noite, meus pais estavam em SP, recém chegados de Brasília e fomos comer uma pizza na pizzaria ao lado do meu novo prédio. Hora do Brownie com a Manda, terminei de assistir ao primeiro episodio de Sherlock (seriado lindo, do roteirista que mais admiro atualmente, Steven Moffat, responsável pelos melhores episodios de Dr Who da atualidade) e eis que mais um final de semana muito belo na metropole chegava ao fim.

quarta-feira, fevereiro 12, 2014

Free Burger (ou "Best Buddies Now")

Vi esses dias um anúncio no Facebook de uma hamburgeria que estava oferecendo qualquer lanche de seu cardápio (cada um custa em média 25 reais) totalmente de graça pra quem fizesse suas reservas através da rede social: a Buddies. Era perto de casa (na Vila Boim), e obviamente eu tinha que testar, ainda que com um certo pé atras. Na pior das hipóteses eu ia comer um lanche delicioso e pagar por ele =b . Mas não é que estavam dando os hamburgers mesmo? 
Melhor! Um pra cada pessoa da reserva! Totalmente excelente. Fui lá ontem com a Manda e recomendo muito. O chopp é nice, a entrada de fritas e cebolas fritas tavam boas demais e só não pedi um milk shake de manteiga de amendoim porque é tudo realmente muito bem servido! 
Tem lugar que você chega com um groupon, apenas um desconto e te tratam mal. Lá, mesmo dando os lanches, ainda nos trataram bem demais! Fora que os lanches são ótimos, muita carne, bem recheados e no meu caso, bombando de jalapeños! Mal posso esperar pra voltar!

terça-feira, fevereiro 11, 2014

War paint

Estava assistindo um webnar do Jordan Belfort (o "lobo de Wall Street") ontem no Youtube, no qual ele aconselha o uso de pinturas de guerra para os negócios. Tipo, usar algo que te dê mais garra pra fazer alguma coisa. Uma gravata, uma música, qualquer coisa que dispare um gatilho em você que te dê mais confiança. O que me levou a pensar em minhas próprias pinturas de guerra. E de como sem elas eu  me sinto um nada. Um óculos de sol pra esconder minhas emoções, maquiagem pra esconder espinhas e de preferência, uma camiseta com algum logo de super herói, pra me dar poder. É sempre legal ver que apesar de milênios de evolução, mudamos muito pouco e ainda somos totalmente tribais. E ainda precisamos de pequenos símbolos pra nos ajudar a nos sentir melhor. Mulheres e suas sombras e brilhos, roqueiros e suas camisetas pretas, cabelos compridos e spikes...e você? Qual a sua pintura de guerra?

TUOMAS HOLOPAINEN - A Lifetime of Adventure (OFFICIAL VIDEO)





Tecladista do Nightwish fez um disco todo baseado numa saga do Tio Patinhas. Musiquinha bonita pra curtir fazendo caminhada no gelo =]

S2 em SP

Criolo estva errado, pode existir amor em SP sim! Essa semana vai fazer um mês que a Manda conseguiu um trampo aqui pertinho de mim e estamos ficando juntos por todo o começo da semana no meu novo quarto/apartamento (^^). O consultório que ela arrumou ainda é (pelo menos alguns dias, já que ela trabalha em dois locais diferentes dos mesmos donos) muito perto de casa, dando pra ela ir a pé trabalhar (o que  nessa cidade é mais que milagre). E tirando um ou outro paciente muito louco que  quer que ela faça uma dentadura direto na gengiva, que não fala português ou algum que queira que ela tire os pontos da barriga da mulher dele, esta indo tudo muito bem! Assim, podemos passar muitas noites vendo filminhos, conhecendo restaurantes (semana passada fomos no Ponto Chic, conhecer o Bauru original, que é uma ignorância em queijo deliciosa) e tomando umas cervejas durante a semana. Bem-vinda a Sampa, Manda!


segunda-feira, fevereiro 10, 2014

Carro$$el

Uma coisa que sempre quis fazer foi apostar em cavalos. É um clássico. Nos filmes ou livros as pessoas sempre estão apostando em cavalos. E eu precisava fazer isso também. Tanto que quando estava em Nova York, foi uma das coisas que eu procurei pra fazer. Não acabou dando tempo. E deixei a ideia passar. Até que fiquei sabendo que dava pra apostar no próprio Jockey Clube de São Paulo! Caralho, como assim, porque ninguém me avisou isso antes? Achava que lá tinha só corridas, mas não apostas! E as apostas começam em só R$ 2! Tenho que jogar!
Assim, sábado a tarde, parti logo depois do almoço com meu bro (que também é adepto do tenho-que-fazer-de-tudo-nessa-vida-sim-senhor) pra conhecer o lugar.
O busão demorou mais do que eu esperava pra chegar no local, já que era só seguir uma maldita linha reta,  e de fds era pra ter menos carros na rua, mas tudo bem, em menos de uma hora, chegamos. 
O Jockey é um lugar imenso, a sala de apostas deve ter umas 30 cabines de vendas (ainda que só umas 10 funcionem), tem um bar popular e um bar burguês, cavalos imensos nas paredes de fora e uma puta pista de corrida. Em seus dias de glória, esse lugar devia ser do caralho!
Antes das corridas, desfilam com todos os cavalos do próximo páreo pra arquibancada, afinal, vai que você vai com a cara de algum e ao final, vai mó galera tirar uma foto com o cavalo vencedor.
Pedimos ajuda pro vendedor mais novo de apostas, que prontamente nos explicou como cada modalidade de aposta funcionava, contou quanta grana a galera ou ele mesmo ja tinham ganho e nos aconselhou a apostar nos cavalos mais leve (eles dão pra galera um jornalzinho com peso, nome, jockey, haras e quem são os pais de cada cavalo). E assim, começamos nossas apostas no 3o páreo da tarde.
Obviamente, perdemos. Mas recuperei minha grana nos 3 páreos seguintes (na verdade o saldo final foi de -3 reais, mas já tá otemo)! Sempre apostando "Place" (modalidade na qual você ganha se seu cavalo vencer em primeiro ou segundo lugar), e em dois cavalos diferentes. Ok, encontrar umas dicas de favoritos pregada numa parede, ajudou bastante.
A corrida em si, é tão rápida que você mal vê o que está acontecendo na sua frente, sendo mais fácil identificar as coisas pelo telão do que pela própria pista, mas a atmosfera dos apostadores vibrando, ainda que tão rapidamente, é muito foda.
As arquibancadas vibram como se a gente estivesse num jogo de futebol, com a galera torcendo talvez até com mais afinco, já que estão com dinheiro investido no resultado. Curti. Consigo torcer loucamente também quando posso ganhar uns trocados com isso.
Um belo programinha pra quem quer fazer algo diferente num sábado ou domingo a tarde. Que no final, acaba até sendo mais barato do que a maioria das outras opções por aí. Eu, com certeza voltarei. 
E ainda tentarei levar cada vez mais gente comigo, porque aparentemente o esporte é algo que está acabando, pelo menos em SP, muito provavelmente pela falta de divulgação. A grande maioria dos apostadores são idosos, que faziam com que as vezes eu me sentisse num bingo! 
Isso tem que mudar, ajudem a salvar essa coisa tão bonita que são as apostas em corridas de cavalos! Longa vida ao turfe!!! Boa, Winning Gold! Boa, Jackson Dance! Boa, Embaixador inglês!

quinta-feira, fevereiro 06, 2014

Filmes novos pra que? Filmes novos pra quem?

Cinema, acabou. Sério, não aguento mais.

Ok, todo mundo sabe que Hollywood recicla as mesmas idéias ha décadas e décadas. Mas sei la, de uns tempos pra cá sinto que piorou. Fazia tempo que não via muitos filmes novos, mas com a lista dos indicados ao oscar liberada, decidi me arriscar a assistir alguns lançamentos nos mais variados gêneros (American Hustle - drama, Walter Mitty - mensagem de vá viver a vida, Frozen - animação nova da disney, Last Vegas - comédia, que deveria ser o novo "Se beber, não case"). Me arrependi.

Cinema, eu desisto de você.

Cada filme que comecei levou mais de um dia pra ser terminado, porque nenhum tinha sal, graça, brilho. Nada. Uma única ideia original me deixaria feliz. Mas só vi coisas batidas, atores conservados em formol, e as mesmas resoluções finais de sempre. Claro que o pessoal ainda sabe fazer boas cenas, boas atuações e tudo mais, mas os roteiros me incomodam muito. Não há nada de novo, só reboots, adaptações (de livros ou hqs), sequências, e o pior: formulas prontas. Que talvez até ainda funcionem, mas por quanto tempo?

Ainda existem um ou dois filmes bons com ideias originais sendo lançados por ano. Mas não passa muito disso. Na verdade, do ano passado mesmo, original, original de verdade, só consigo pensar em Bad Milo, Gravidade e Django. Que nem é tão original assim, nem mesmo no nome.

Calculo que há uns 10 anos as comédias de cinema acabaram, e que todos os roteiristas com capacidade pra fazer alguém rir estão na TV, nos seriados. Ainda havia um ou outro bom drama ou aventura divertida no cinema. Mas agora, com ótimos seriados de drama (Breaking Bad, SOA) e ótimos seriados de ação doo naipe de Spartacus, Vikings, e obviamente, Game of Thrones, o cinema tornou-se supérfluo de vez. Ponto pra tv, mas isso não deixa de ser um pé no saco. Porque seriados exigem muito mais tempo de você. É possível assistir dez filmes bons num mês, mas pra terminar 10 seriados bons você precisa aí de uns 2 anos, no mínimo.

De qualquer forma, na tela grande não existe mais nada que preste.

É uma pena Cinema, mas você perdeu a graça. E é hora de seguirmos caminhos distintos. 

Sempre teremos os clássicos.

segunda-feira, fevereiro 03, 2014

O que de novo, Jaú?

Um fds sem voltar e já relembro do porque estou sempre retornando pra Jau, apesar de haver tanto a se fazer em SP. Pode não parecer, mas sempre tem algo novo pra se provar: uma nova cerveja, uma nova comida, um novo bar. Sábado, a Manda trabalhou então passei o dia todo jogando PS3 (Resident Evil:Umbrella Chronicles -zerado, Deadpool -zerado, Ultimate Marvel vs. Capcom 3 -testado, Red Dead Redemption: Undead Nightmare - começando, DmC- baixando), lendo hqs (Mulher Gato: Cidade Eterna) e descansando (ao som de Kiss: Dinasty). Ainda tomei umas cervejas Backer com meu pai petiscando queijos, e depois quando saí ver a Manda, comemos uns espetinhos (provei um espetinho de bolinho de bacalhau lol) na Cia e em seguida, fomos encontrar o Gustinho no Scooters, nova chopperia maneira e burguesa que tem um chopp Heineken muito bom. Domingo, almocei com meus pais no Italo, o melhor prato que ja pedimos por la e que nunca haviamos provado antes, Badejo a Indiana, um peixe a milanesa, recheado com catupiry, com molho branco e coberto com muito bacon! A tarde, fui na casa da Manda, cochilar e experimentar uma nova cerveja da Kaiser, que vem com suco de limão (Radler), que é realmente boa e refrescante. Jantamos no Braga, arrumamos nossas malas e 21h30 já era hora do descanso terminar e voltarmos pra SP. 

E como faz tempo que não escrevo um conto, fiquem com este link de Vísceras, conto do Chuck Palahniuk (autor do Clube da Luta), realmente bizarro (e que confesso, me fez passar um pouco mal no começo):
http://literatortura.com/2013/10/visceras-conto-perturbador-voce-lera-vida/