quarta-feira, abril 24, 2019

E no oitavo dia, Deus criou o feriado...

Quinta-feira, saí do trabalho direto pra rodoviária Barra Funda, onde ia encontrar aManda pra nossa volta de busão pra Jaú. Maluco, como eu não sentia falta disso! Passamos 40min numa fila pra retirar passagens que já tínhamos comprado (com taxas!) pela internet. Faz sentido isso, Brasil? Quando finalmente chegou nossa vez no guichê já estávamos quase pulando no pescoço do balconista. Depois disso, o onibus até que saiu na hora, botei um filminho pra rodar no celular e perto das 2h da madrugada chegamos na capital do calçado feminino.
Sexta de manhã, tomei café com meus pais (tinha até uma batata doce show com manteiga derretida), minha mãe me mostrou as fotos de casamento que ela tinha mandado imprimir (que ficaram show numa moldura que tem uma réplica do nosso convite gravada no vidro), li uns quadrinhos (pra variar), e no almoço meu pai fez moqueca e batata assada recheada. Minha mãe me levou buscar o carro consertado no Lucão, joguei um pouco de Centipede no Atari e depois saí com aManda dar umas voltas de carro (agora ela ta dirigindo até em SP!) e tomar um sorvete de Dois Córregos no centro de Jaú. A noite, ela assou umas pizzas de marguerita na vó dela (ficaram show como sempre) e fui dormir cedo, logo depois de assistir um pouquinho de Star Trek.
Sábado de manhã, assisti Gotham by Gaslight (animação do Batman na época do Jack Estripador), fui na Arena Games e acabei saindo com um joguinho novo de Super Nintendo (o maravilhoso Star Fox, que só depois de tanto tempo percebi o quanto é uma homenagem a Star Wars até no nome) e um chocolate no formato de um controle de PSX. Minha mãe fez estrogonofe pro almoço, tirei um cochilo, saí dirigir mais um pouco com aManda e a noite encontramos o Gustinho, a Maryna, o Frodo, a Lessandra e o Wella pra uns chopps e cervejas no Armazém. Jogamos conversa fora, comemos uns amendoins e ficamos até sermos praticamente expulsos pelos garçons (2h e eles ja estavam fechando os portões), mais uma medalha de ouro pra coleção.
Domingo de manhã trocamos ovos de páscoa (o de camafeu, da Casa do Chocolate continua sendo o melhor de todos), visitamos a vó daManda, e depois eu e ela almoçamos em casa comida de natal (Chester com champanhe), com meus pais, minha tia Fátima e minha irmã. Depois, só sobrava tempo pra tirar um cochilo e tomar um café, pra pegar uma estradinha cheia, parada e chata no retorno pra metrópole.

terça-feira, abril 16, 2019

O colecionador

Nesse final de semana, mais uma vez ficamos por São Paulo. A Amanda tinha curso, eu aproveitei pra colocar a leitura em dia (Principe Valente é muito foda! Sabia que o Hal Foster tinha 44 quando lançou a hq?), jogar um pouco, treinar na ACM e, aproveitando que pela primeira vez calhou de eu estar em SP na data, fui ao meu primeiro Festival Guia dos Quadrinhos. 
O evento é um pequeno encontro de fãs de hqs, mais focado na venda de pequenas lojas e trocas entre colecionadores, mas esse ano tinha a presença da Culturama. A nova editora dos quadrinhos Disney no Brasil, estava lançando os primeiros números de suas primeiras hqs mensais (pra se ter uma ideia, a última hq do Tio Patinhas da Editora Abril nas bancas foi a número 637, então um número 1 é algo realmente raro) e pra comemorar o primeiro número do novo almanaque Disney, eles trouxeram o autor italiano Francesco Guerrini, que estava não só autografando mas também fazendo sketches nas revistas da galera!
O evento rendeu. Comprei várias hqs importadas por 1 real, ganhei um poster do novo filme do Hellboy (a roleta me deu ingressos, mas eles estavam esgotados =s), peguei umas camisetas novas, assisti umas palestras (com o ator que fez o filme do super-herói brasileiro "O doutrinador", alguns podcasters que curto e com o pessoal da Culturama), barganhei "Batman Ano 100" com o pessoal do Pipoca&Nanquim e sai de la com vários quadrinhos disney (e um sketch do Tio Patinhas!). E legal que esse nem foi o primeiro autógrafo que eu peguei na semana, já que na 5a feira, eu fui num evento menor ainda que rolou na Ugra, onde estava ninguém menos que o  Paul Pope! 
Voltei pra casa, pedi uns hamburgers no iFood, e eu e aManda aproveitamos (ou desperdiçamos) o finalzinho da noite pra ver "O Doutrinador" (disponível completo no Youtube). O filme tinha tudo pra ser bom: fotografia, uniforme, trilha sonora (coincidência: na segunda feira, quem abriu o show pro Greta foi a banda Far From Alaska, que toca as principais músicas do filme), um protagonista dedicado ao seu papel...só que o roteiro...meh. Mais clichê impossível. Grande perda de oportunidade, infelizmente. 
No domingo, continuei minhas leituras (afinal, a pilha de aquisições só aumenta enquanto meu tempo disponível só diminui), treinei um pouco (ouvindo podcasts), e na hora do almoço fui com a Amanda no shopping Light comer um KFC (com arroz e feijão, pra pelo menos ser mais saudável). De sobremesa, um foundue da Cacau Show (sério, já provou isso? é realmente muito bom!).
Voltamos pra casa, tirei uma soneca, assisti um pouco de Netflix, pedimos uma pizza prime e, as 22h, assim como o resto do mundo, acompanhei a estreia da nova temporada de Game of Thrones. 


quarta-feira, abril 10, 2019

Gustt Von Starfleet


Nesse fds, decidimos voltar no sábado de madrugada. Saímos de casa as 5h (com a rua ainda cheia de bohemios e baladeiros deixando a rua mais segura), pegamos uma estrada tranquila e antes das 9h estávamos em Jaú.
Deixei o carro no Lucão pra ele investigar um barulhinho que estava nos incomodando, tomei café da manhã com meus pais, tirei uma soneca, montei uma nova estatueta do Batman baseada no Cavaleiro das Trevas do Frank Miller que tinha acabado de chegar pelo correio, e depois saí almoçar com meus pais um bom filet coberto de queijo no Jahu Clube
A tarde, li um pouco de Tintim e a Alfa-Arte (último álbum, inacabado mas publicado no formato rascunho, do Herge), assisti o filme "Tintim e as laranjas azuis", uma adptação bem decente do personagem. Apesar de não ser a história de nenhum álbum do Herge, os atores estão perfeitamente caracterizados. O Tintim fez 90 anos esses tempos, então saíram várias notícias novas sobre ele, que me deixaram com vontade de consumir diversos materiais que eu não conhecia ainda e aproveitei boa parte do final de semana pra isso.

Mais tarde, saí com aManda pra jantar o melhor lanche de vaca da cidade na nossa lanchonete favorita e em seguida fomos pro shopping de Jaú assistir Shazam. O filme era dublado e a chuva fez com que a sessão fosse interrompida no meio por conta de uma rápida queda de energia, mas pelo menos economizei não gastando com ingressos em um cinema de São Paulo. O filme é bem meia boca, infantil além do ponto e tanto o uniforme com enchimento e luzinha no peito quanto os vilões genéricos de massinha me incomodaram demais. Ainda assim, foi uma ótima escolha de programa, por que com a tempestade que estava caindo lá fora, todo mundo acabou desistindo de ir pra algum bar.
Domingo acordei cedo, comecei a ler um livro divertido do Tolkien ("Mestre Gil de Ham"), tomei café com meus pais, zerei Sonic Adventure e no almoço tivemos joelho de porco, salada de batata, champanhe e pizza de aliche (sim, isso tudo combina!). A tarde, continuei minhas leituras, tomei sorvete de DC com meus pais, e deixei o sono guardado pra usar no ônibus de volta pra São Paulo (o carro teve que ficar em Jaú, porque demorava pra desmontar seiláoque pra encontrar a fonte do barulho). Assim, depois de muitos anos, eu e aManda voltamos pra Jau, no conforto do busão, com a vantagem de agora podemos levar episódios baixados de séries da Netflix, embalados nos braços de Morpheus. O que não supera a desvantagem do alto tempo gasto no percurso e do preço abusivo da passagem, obviamente.

Segunda-feira, o dia passou até mais rápido enquanto eu só esperava o trabalho acabar pra ir o mais rápido possível pro show do Greta Van Fleet. Minha descoberta favorita dos últimos anos, que eu faço questão de apresentar sempre que consigo o controle do som com meu bluetooth. 
O show foi na Audio, pertinho de casa, num lugar fechado, cuja área do palco é pouco maior que o do General. Ou seja, deu pra ver a banda muito de perto! E caramba, faz tempo que eu só vejo dinossauro tocando. Foi muito bom ver o pique de uma banda realmente jovem, que preserva os bons costumes do bom e velho rock n roll raiz. A única banda do Lollapalooza que eu fazia questão de ver, em um show muito mais fechado, sem chuva, sem correria e muito mais barato. Alias, um dos melhores que eu vi em muito tempo. Um ótimo jeito de começar a semana! SHAZAM!

quarta-feira, abril 03, 2019

Re-lax

Esse final de semana, ficamos por SP mesmo, afinal também preciso tirar um tempinho da estrada de vez em quando. Eu tava precisando tanto de um descanso, que na sexta mesmo, só pedi um Life Burger no iFood pra comer com aManda, assisti um filminho na Netflix (Operação Fronteira, que começa muito bem mas se perde no final) e perto das 22h já estava dormindo.
Sábado de manhã, fechei Shadow of Tomb Raider (graças ao maravilhoso Gamepass, que traz esse jogo que custa mais de R$100 por uma assinatura mensal de R$1), li um pouco de Lobo Solitário, fui na academia com aManda, e saímos fazer umas compras no centro. Almoçamos uma feijoada honesta perto do Shopping Light, depois tirei uma soneca, joguei um pouco da DLC do jogo do aranha no PS4 e pegamos um uber pro Teatro Containier, onde estreava uma peça baseada no livro "O natimorto". Apesar de ter pontos interessantes (como o crescente cheiro de tabaco e a batida musical), a peça era bem desnecessária (vários atores fazendo um mesmo personagem, homem interpretando mulher, atuações exageradas) e não víamos a hora dela terminar pra voltar logo pra casa, pedir uma pizza, abrir um vinho (último chileno direto da fonte) e ver algo melhor na TV mesmo.
Domingo de manhã, continuei minhas leituras (contos do Conan, hqs do Batman, que completou 80 anos no sábado), fui pedalar um pouco na ACM, e na hora do almoço caminhei com aManda até o Riconcito Peruano, onde provamos um novo prato que traz a carne fodastica de sempre com um macarrão delicioso (mega apimentado) e uma nova sobremesa que mistura doce de leite, limão e pisco). A tarde tiramos um cochilo, levamos o carro pra um check-up, ouvi um disco novo, desenhei um pouco e pedimos frango frito pra janta. Assisti a animação "Reign of Supermen", adaptação muito boa de uma de minhas sagas favoritas dos anos 90, enquanto aManda terminava mais uma temporada de Friends (que continua genial ainda hoje, diga-se de passagem), e assim, nos preparamos pra correria de uma nova semana.


quarta-feira, março 27, 2019

Chá de beber

Nessa sexta, mais uma vez eu e a Amanda voltamos pra Jau, agora com o carro indo melhor ainda na estrada graças aos novos pneus (já que os antigos deram a vida por nós em Paraty), que saímos comprar na quinta-feira.
No sábado de manhã, tomei café da manhã (tinha até donuts!) com meus pais, joguei um pouco de Sonic Adventure, assisti o final da segunda temporada de Punisheiro (kapsa, mto kapsa) e depois saí com eles e minha tia Fatima pra almoçar no Jahu Clube um repeteco dos filés recém-descobertos no final de semana anterior.
A tarde, levei aManda comprar um colchão no centro, li um pouco, tirei um cochilo e logo em seguida já estava saindo novamente buscá-la pro Chá de Beber do Gustinho e da Maryna, onde descobrimos que o próximo agostinho novamente é um menino e embebedamos o futuro papai, que foi praticamente obrigado a tomar sozinho metade de uma garrafa de cachaça. Quem descobrisse o sexo do bebê, ganhava um cacto ou uma suculenta de presente. Tinha salgadinhos da Tia Aninha (não somos parentes) e finalmente pude provar o bolinho de feijoada que servi no meu casamento e me entupir com os docinhos maravilhosos que a sogra dele faz.
Domingo de manhã, assisti "The Dirt", uma nova cinebiografia do Motley Crue (que é realmente divertida e muito menos "polida" que a do Queen), mandei pra gráfica meu álbum de lua de mel, tomei café com meus pais e pouco antes do almoço fomos encontrar o Gustinho novamente, dessa vez pra gente ir junto achar um sítio perto de Macatuba onde o Frodo tava comemorando o aniversário da Sandra. Tinha muita gente de Bauru que a gente não conhecia, e eu nem bebi, já preocupado com a volta pra Sp que me aguardava mais tarde, mas ainda assim foi divertido. A carne estava muito boa, o lugar era bem legal e foi bom rever o Ney e conhecer sua garrafa customizada de chimarrão.Depois do parabéns (e de provar os 2 bolos da sodiê disponíveis), voltamos pra Jau. Tomei mais um cafézinho com minha família pra dar uma acordada, e logo, eu, aManda e minha tia já estávamos a caminho de São Paulo.

terça-feira, março 19, 2019

♪♪♪ Pela estrada plana, eu vou bem contente... ♪♪♪

Sexta-feira, eu e aManda voltamos pra Jau, levando o casal V de carona. Nem paramos no caminho, mas felizmente havia uma tradicional pizza do Rospinho esperando a gente em casa. Meu álbum de casamento, que eu tinha mandado imprimir vários meses atrás, também tinha finalmente ficado pronto e estava a minha espera quando cheguei no meu quarto. Ele ficou gigante e achei que as fotos ficaram bem legais, contando muito bem a história de tudo que aconteceu no dia (afinal, como eu estou milhões de vezes mais acostumado com a narrativa de uma história em quadrinhos do que com a de um álbum de casamento, é muito provável que o álbum se pareça mais com uma HQ do que com qualquer outra coisa).
No sábado, acordei cedo a toa. Montei o megadrive pra jogar Tanglewood, um jogo recém-lançado pra Mega Drive (não é incrível que continuem saindo jogos novos pra um console tão velho quanto eu?), que tem puzzles modernos e é bem interessante. Depois, tomei café e saí cortar o cabelo e fazer a barba. Em São Paulo, fazer essas duas coisas saem por volta de R$80. Na capital do calçado feminino, menos da metade disso.
No almoço, fui com meus pais e o casal V provar o novo restaurante do Jahu Clube. Eles agora tem uns pratos inviduais bem legais com preço de PF de boteco paulistano (ou seja, bastante justo pra um almoço de final de semana). Comi um bife com molho gorgonzola muito bom e provei outros molhos e queijos sensacionais que meus pais tinham escolhido. Fora isso, eles ainda estão servindo agora o chopp da Casa da Mina, nosso velho conhecido do Armazém.
A tarde, tirei uma soneca, li um pouco e montei um album pra minha mãe com os destaques Picagova de 2018. Depois, mais a noitinha, busquei aManda e fomos (com o Gustinho e a Maryna) provar um novo bar, o Dona Leopoldina, que serve uma ignorância chamada "Égua no prato" que parece uma pizza, é do tamanho de um prato e é basicamente um bife gigante coberto com ovo, calabresa, bacon, queijo, molho e azeitonas. Tomamos umas cervejas por lá e mais uma vez, fomos medalha de ouro, garantindo que fôssemos os últimos ao deixar o lugar, pouco antes do boteco fechar.
Domingo de manhã, conferi a nova série da Netflix chamada Love, Death + Robots, um compilado de animações de diferentes estilos, com 10min de duração cada, que realmente vale a pena conhecer. Depois tomei uma cerveja de cacau com meus pais, joguei um pouco de Shinobi 3 e almocei as batatas recheadas que meu pai assou (que como tudo em casa, tinha muito gorgonzola, o "bacon dos queijos", e sendo assim, não tinha como ficar ruim).
A tarde, assisti mais um pouco de TV (tem temporada nova de Arrested Development aí!), tirei outra longa soneca, passei buscar aManda, tomei um café com o pessoal e logo peguei novamente a estrada de volta pra Metropolis.

sexta-feira, março 15, 2019

A Marvelous Weekend

Nessa sexta, cheguei do trabalho e fui com aManda pro Madri, nosso novo "bar de sempre", na esquina final da Caio Prado, pra uma porçãozinha de picanha e umas caipirinhas. Lá é bom, bonito, barato, perto e ainda aceita VR. Perfeição em forma de boteco.
Sábado, ela foi fazer um curso de auditora que durava o dia todo e aproveitei pra descansar tudo que não descansei no carnaval. Passei o dia todo lendo quadrinhos e jogando videogame (fechei Quantum Break, que é kapsa e comecei Shadow of Tomb Raider, que é um belo jogo), parando só pra ir na academia e comer um parmegiana de dez conto que eu pedi pelo iFood porque não "podia" parar meus "afazeres" nem mesmo pra sair almoçar.
A noite, encontrei aManda na Augusta e fomos conhecer o Busger, que é tipo um food truck do tamanho de um ônibus (derp), onde comemos mozzarella sticks e hamburgers bem honestos. Estava chuviscand, mas pouco. Não o suficiente pra eu usar um guarda-chuva.
Domingo dei seguimento a minhas leituras, jogatinas e treino na ACM. E a tarde, fomos pro shopping Frei Caneca assistir Capitã Marvel no cinema. O filme é meia boca, mas até aí, nos quadrinhos a heroína também é, então nenhuma grande surpresa. Sem um diretor foda como James Gunn (de Guardiões da Galáxia) ou Edgar Wright (Homem-Formiga), não da pra fazer milagre querendo que um personagem lado B seja fodástico sempre.
Saindo da sessão, fomos pro Outback. Eu tava morrendo de vontade de uma porçãozinha de frango "american style", com pimenta, aipo e molho de gorgonzola, e chegando lá ainda descobrimos que comprando uma porção dessas e dois choppes eu levava uma caneca de brinde. Great Success! Nem pedimos prato principal, só o frango, o pão de entrada e uma sobremesa topzera (sorvete com brownie), já foram suficientes pra gente voltar feliz pra casa. Bom, mais ou menos felizes. Tava chovendo bastante, e tomamos uma puta chuva na descida de volta pra Roosevelt. Me molhei o suficiente pra acordar zuadasso na segunda, com uma dor de garganta dos infernos, tosse e nariz zuado e até quarta, já ter infectado a Amanda também. Savida =b

segunda-feira, março 11, 2019

Rippers Rocking Rio 2019

Sábado passado, madruguei com aManda, as 5h30 da matina, na tentativa de evitar o transito pra primeira grande viagem interestadual ripper em direção a Paraty, no Rio de Janeiro. Mesmo acordando cedo, pegamos um pouco de trânsito e entre todas as subidas e descidas horríveis do trajeto de menos de 300 km, acabamos demorando cerca de 5h na estrada.  Chegando na BR-101, onde ficava localizada a casa que alugamos via AirBnB, o GPS já não funcionava mais direito e apanhamos um pouco pra encontrar a estradinha da gaivota que levava até o local. Quando achamos, logo em seguida chegaram também o Frodo e o Gustinho, que vieram no mesmo carro de Jaú.
Pra subir até a casa na montanha, outro desafio. Nosso transformer sofreu pra escalar as íngremes estradas de terra e pra estacionar na vaga da garagem então, nem se fala, achei que nem ia conseguir e quando deu certo, deixamos metade dos pneus pelo caminho e achamos que tínhamos perdido o freio de mão.
Como todo mundo tinha visto o quanto a subida tinha sido sofrida, acabamos saindo almoçar só com o carro do Frodo (comigo e o Gustinho revezando uma vaga vip no porta-malas) e paramos em um restaurante na praia mais próxima, chamado Quiosque do Francisco.
Nisso, depois de descarregar e falar com a(s) dona(s) do local, já era quase meio da tarde e tava todo mundo faminto. Pedimos umas moquecas de siri e de peixe (a primeira delas maravilhosa, a de peixe nem tanto).
Depois voltamos pra casa e ficamos por lá mesmo tomando cerveja com amendoins, sendo consumidos pelos insetos, fazendo batidas, brigando pelo controle do Spotify e mais pro final da noite, um macarrão ao molho pesto.
No domingo, acordamos sem pressa (acordar cedo num feriado? good morning, bem), tomamos café com o maravilhoso bolo de cenoura da Marina e depois pegamos os carros (acabei tomando coragem de tirar o nosso da garagem, afinal era melhor descobrir se estava quebrado durante o carnaval do que no dia da volta) e fomos conhecer a Cachoeira da Usina, onde foram filmadas algumas cenas do filme Crepúsculo. Lá enfrentamos mais umas subidas do inferno, pistas únicas onde você tinha que dar ré desviando de pedras pra que vans subissem e coisas do tipo. Mas a trilha pra cachoeira mesmo era bem sussa (se perguntar isso pra Amanda, talvez ela discorde), e a queda d´agua era realmente bonita e tinha algumas piscinas e chuveiros naturais ao redor. 
Saindo de lá, paramos em Paraty mesmo pra almoçar em um restaurante chamado "Balacobaco", que servia uns pratos diferentes (comi um peixe com molho de laranja, gengibre e cachaça gabriela sensacional) e tinha uma nota topzera no Tripadvisor (que aprendemos que o Gustinho valoriza muito). Depois, demos um rolê pelo centro histórico, pra galera comprar umas tranqueiras e passamos no mercado comprar carnes.
Voltando pra casinha (que apesar de ficar localizada no inferno, tinha ar condicionado e sky em todos os quartos), tivemos a noite mais animada do nosso carnaval. Fizemos churrasco, colocamos só hits dos anos 2000 (en la folia...), vestimos nossas máscaras do Fábio Assunção e transformamos a salinha em uma balada psicodélica. Um belo dia, que nunca mais vai voltar.
Na segunda, todo mundo acordou tarde e acabamos decidindo ir pra Trindade. Não era a primeira opção que eu e aManda tínhamos em mente (gostaríamos muito mais de ir pra ilha do Cedro, mas o pessoal tava com medo de pegar barco pequeno ¬¬), mas pelo menos finalmente íamos pegar uma praia de verdade (nos dois dias anteriores, só vimos a praia de longe, da beira dos restaurantes).
Em Trindade, finalmente sentamos de boas num guarda-sol, entramos no mar, aManda tomou umas caiprinha e comemos porçõezinhas de peixe e camarão. Ficamos por ali a tarde toda e a estrada por ali até que estava de boa, só a volta pra casa que me irritou de verdade, principalmente porque errei o caminho e fui parar no topo errado da maldita montanha, sob risco de chuva e de não conseguir subir mais.
A noite, aManda fez uma massa de pizza que ela aprendeu pra viagem e o Frodo usou um machete pra cortar umas árvores que cercavam a casa pra fazer lenha pra gente acender o fogão (a lenha, derp). Deu trabalho pro fogo pegar, mas o esforço valeu a pena. As pizzas ficaram maravilhosas (tinha de 4 queijos, calabresa, marguerita e nutella com banana de sobremesa), e sobraram até uns pedaços pra gente levar no passeio do dia seguinte.
Terça acabou sendo o dia mais divertido de todos. Acordamos cedo e logo fomos até o pier no centro velho negociar com um barqueiro que pudesse nos levar pra um rolet pelas ilhas próximas de Paraty. 
Acabamos conseguindo contratar um barco vermelho e amarelo, possivelmente patrocinado pelo Mcdonalds, por um preço justo, que faria uma viagem exclusiva pra nós seis. Ele tinha até uma churrasqueira disponível, pena que a gente não sabia, senão teríamos até levado carne pra queimar em alto mar.
Nosso Mcbarco feliz zarpou por volta das 11h, paramos na Ilha do Araujo, em outra que não lembro o nome e ficamos a maior parte do tempo mesmo em um aquário natural, onde dava literalmente pra nadar no meio dos peixes, que chegavam quase a tocar na gente. Pena que não tínhamos nenhuma câmera a prova d´água na hora, as fotos ficariam incríveis. 
Descobrimos nesse dia que o Frodo não é muito um cara do mar. Ele não sabe nadar (ficava usando macarrões pra boiar onde não dava pé) e passou mal com o balanço das ondas. Enquanto o pessoal mergulhava, ele passou a maior parte do tempo em terra firme, e acabou "adotando" uma pedra gigante que quis levar de volta pra casa dele em Bauru. Eu tinha levado um snorkel, e o barqueiro emprestou alguns óculos, então o resto da turma se divertia com os peixes. Bom, isso até a Amanda passar mal também e a gente decidir que era melhor voltar logo pra cidade.
Depois de 5h de passeio, chegamos com fome (mesmo tendo levado lanchinhos e restos de pizza) e fomos direto pra uma sorveteria muito loca que fazia bubble waffles...uns bagulhos bonitos recheados de nutella e sorvete. Em seguida, pegamos os carros e voltamos pra casa, onde o Gustinho fez uns hamburguers deliciosos (e no ponto!) pra gente com o pouco carvão que tinha sobrado. O pessoal já tava morrendo de cansaço, então foi todo mundo dormir cedo.
Na quarta, tomamos nosso último café da manhã da alegria juntos, arrumamos as malas, e seguimos viagem. Voltei por ubatuba, uma das piores serras do mundo e um dos maiores medos que passei de que o carro fosse deixar a gente na mão. PS: a real e oficial pior estrada do mundo, é conhecida como "estrada da morte", fica na Bolívia e já passei por ela também, mas como eu não estava dirigindo (provavelmente, eu tava até dormindo), foi bem de boas. De qualquer forma, no final deu tudo certo, chegamos bem e a tempo de dar uma descansada antes de retomar a rotina e o trabalho, trazendo na bagagem mais uma divertida aventura ripper pra contar.

quarta-feira, fevereiro 27, 2019

Confissões de um gustt

Nessa sexta, eu e aManda, com o casal V de carona, voltamos pra Jau sob ameaça de chuva e trânsito paulistano. Sábado, acordei cedo a toa, tomei café com meus pais, li umas hqs que tinham chegado pelo correio (nos EUA, a Marvel fez umas capas lenticulares incríveis e uma hq 3D dos X-Men), almocei com minha família a tradicional torta de frango Picagova, tirei um cochilo, montei o álbum da minha lua de mel, comecei a ler o livro "Confissões de um publicitário", escrito pelo dono da "primeira agência" (que ganhei da minha mãe de presente), e a noite fui com aManda pra um churrasquinho acústico no Shaolin. Não estava presente a turma de sempre, mas parte de uma galera do passado. Provei diversas cervejas caseiras fabricadas pelo Jão M., conheci os novos bichinhos de estimação da casa, 3 gatinhos que ganharam os melhores nomes possíveis (o Batman, o Robin e o Alfred), comi muita carne e a festa acabou com o pessoal tocando e cantando várias musiquinhas com o Ney no violão e o Shao batucando no cajón. 
No domingo, gravei um unboxing da última Marvel Collector Corps que recebi, joguei um pouco de Sonic Adventure, tomei café com minha mãe e levei o carro pro Lucão dar uma geral (nada como ter um amigo que manje de carros pra rolar um atendimento personalizado no domingo). Depois fui com minha família almoçar no shopping (aprendendo que batata recheada é sempre a melhor opção) e tomar um sorvete na Lian (sorvete pra 4 pessoas pelo preço de um sorvete pequeno em SP). Chegando em casa, joguei o "banco imobiliário" dos Vingadores com o casal V, tirei um cochilo e logo já era hora de arrumar as malas, buscar aManda, e tomar mais um cafézinho pra acordar pra estrada de volta a Metropolis.

terça-feira, fevereiro 19, 2019

Rain/Creed

Na segunda, comecei meu trabalho novo. Agência nova, cliente novo, mais perto de casa (chego em uns 35min), com várias opções de comida por perto (tipo o shopping Villa-Lobos, onde logo no segundo dia fui comer uma comida mexicana e tomar um starbucks), dezenas de sofás pra poitar no almoço, galera gente boa e diversas opções de marmitas a dez reais. Ou seja, várias coisas que eu buscava há muuuito tempo.Chega de ter que esperar o bus dos cortadores-de-cana que só sai a cada 15min, dos almoços caros, da marmita envelopada das docas, chega das mesmas cobranças e dos mesmos insights. Tive uma primeira semana bastante boa, ajudando com uma pesquisa de listening na concorrência de um produto no qual acredito muito e ganhei até permissão pra sair uma horinha mais cedo na sexta. Sucesso!
Cheguei em casa antes da Amanda, algo que não acontecia  a muito tempo, zerei Dante´s Inferno (olha só que poético) e pedimos uma pizza de um lugar novo (pra gente) que fica no Copan. Abrimos um vinho especial que trouxemos do Chile (o Diablo Dark Red, envelhecido por 6 meses, 6 semanas e 6 dias), mas que eu poderia ter dito que trouxe direto do inferno, como uma lembrancinha depois que consegui me livrar daquele lugar.
No sábado de manhã, li umas hqs (Lobo Solitário, DC encontra Looney Tunes, Providence) e joguei algumas horas online com o Frodo (Apex Legends, BomberMan). Depois almocei uma feijoada de ifood com aManda e tarde fui pro CPF (centro de pesquisa e formação) do Sesc pra uma aula de escrita não criativa com o maluco Kenneth Goldsmith. A aula durou só 3h30, mas foi um show de referências sobre arte, poesia visual, concreta e sonora. Saí de lá com mais de uma ideia anotada no caderninho e feliz de voltar a estudar algo que realmente me deixa empolgado.
A noite, a ideia era sair pra jantar, mas a chuva interminável que tinha começado no dia anterior ainda não tinha cansado. Então ficamos em casa mesmo, assistindo a segunda temporada de American Crime Story (dessa vez sobre o assassinato do estilista Gianni Versace) e pedindo mais uma pizza (agora do já tradicional Pizza Prime), acompanhada de cervejas especiais que comprei com desconto de 50% no Pão de Açúcar (tem um do lado da agência nova, olha aí mais uma vantagem!).
No domingo de manhã, joguei um pouco de PS4 e li mais uns quadrinhos, fiz meu treino na ACM e o plano era pegar o carro e conhecer um restaurante novo. Quando chegamos no estacionamento, um dos pneus do carro estava murcho. Eu não tinha a habilidade necessária pra trocá-lo (se ao menos a escola tivesse me ensinado isso ao invés de perder tanto tempo com fórmulas matemáticas...), então acabamos indo almoçar no Marajá, pra variar. O legal foi que eles estavam testando várias sobremesas novas (donuts, muffins, palha italiana coberta de chocolate, beijinho recheado de nutela, cookies!), e pegamos várias pra experimentar com um cafézinho em casa.
A tarde, mais leituras e netflix. Sobrou até um tempinho pra ouvir meu novo disco do Gilberto Gil (de 1968, no qual ele toca com os Mutantes, e é uma das melhores coisas que já ouvi dele), que chegou através de um novo clube de assinaturas de vinil da revista Noize.E aproveitando que minha tia de Limeira mandou um a receita mega fácil de bolo microondas por Whatsapp, acabei até  cozinhando o primeiro bolo que fiz (praticamente) sozinho. Pra ser justo, a Amanda ajudou a abrir os ovos (quando tentei, acabei estourando eles na pia) e observou de perto toda a operação. =b

terça-feira, fevereiro 12, 2019

Ch-ch-ch-changes (ou "Eu era hygge e nem sabia")

Quinta-feira passada, meu último dia como Zema não foi muito diferente dos demais. Passei todo o tempo respondendo dúvidas do cliente no Rio, almocei uma panqueca de envelope das docas e perto das 19h saí com minha equipe em direção ao Beco da Usp, tomar uma saideira. O pessoal organizou tão bem meu evento de despedida que tinha até gente que nem estava mais trabalhando por lá há bastante tempo e me deram um quadrinho (Black Hole) e um cookie gigante da Le Pain de presente!
Na sexta, acordamos cedo com o despertador que aManda tinha esquecido de desativar e logo estávamos na estrada. Paramos no caminho no Outlet Premium (pra ela comprar uma bolsa topzera com mega desconto) e depois no Rancho da Pamonha, pra almoçar umas coxinhas gigantes. Chegando em Jau, tirei uma merecida soneca, detalhei pros meus pais minha mudança de agência, depois fui com minha mãe no shopping provar um novo café gelado da Kopenhagen (o lajotinha ainda é o melhor) e cadastrar nossas biometrias na Justiça Eleitoral. Mais a noitinha, fiz um lanche com eles e depois passei buscar a Amanda pra gente encontrar o Gustinho e a Maryna pra gente bater cartão tomando uns chopps com costela no Armazém.
Sábado de manhã, assisti um documentário da Netflix que meus pais recomendaram chamado "A vida e obra de Stanislaw Szukalski", um velho escultor polonês que foi descoberto por uns caras dos quadrinhos underground, que fazia umas obras bizarramente sensacionais (como essa mão chamada "Struggle", que ilustra o post e é o nome do filme em inglês). 
Pro almoço, minha mãe tinha preparado uma das melhores lasanhas que já comi na vida, com macarrão caseiro de maça, cheio da azeitona e mussarela da búfala e meu pai tinha comprado Amendocrem de sobremesa. Se não fosse pela cerveja acompanhando, eu teria me sentido de novo com 10 anos de idade. Só comida que meu eu criança gosta muito!
A tarde saí com aManda comprar uns presentes pra tia e pra amiga dela no shopping, depois joguei um pouco de Sonic Adventure, terminei de ler o primeiro encadernado em quadrinhos de Rick & Morty (que é tão bom quanto o desenho!), e tirei uma soneca antes de passar novamente buscar ela pra gente jantar com meus pais uma pizza (de lombinho, obviamente) no Buteco do Veio pra comemorar meu trabalho novo. Mais tarde, meus pais voltaram pra casa e o Gustinho e o Frodo chegaram, e depois de muitas skol hops e lutas de UFC no telão, praticamente fomos expulsos (os garços simplesmente tiraram a tv do canal combate), sendo os últimos do bar a e ir embora.
No domingo, logo cedo pegamos estrada novamente, pra nos despedirmos do meu tio Fla, que muda do país em breve, em Limeira. Tava rolando uma festa da igreja do meu outro tio anti-social, aí fomos pra lá comer um bom arroz feijão caseiro com espetos gigantes de carne (também tinha leitoa e frango assado, mas os espetos estavam tão bons que nem provei). Lá, eu, aManda e meus pais encontramos minha tia, o frei, o padre e o casal V que saiu direto de São Paulo. Depois do almoço, fomos pra casa da minha tia tomar um café com bolo, ver vídeos sobre Capaccio Paestum e conhecer o novo apartamento dela, e em seguida voltamos pra estrada, agora em direção a São Paulo. Afinal, eu tinha uma vida nova pra começar no dia seguinte. :)

quarta-feira, fevereiro 06, 2019

Upbeat Inspirational Song About Life


Na sexta passada, dia do publicitário, saí do trabalho mais de 21h, chegando em casa de uber quase as 22h, mas com a felicidade de quem tem o que comemorar, e com aManda me esperando com uma deliciosa pizza prime pra gente abrir com o  champanhe que eu tinha ganhado da Zmais no final do ano.
Sábado, tomamos café e logo depois já fui pro Teatro Eva Wilma, onde estava rolando mais uma convenção de Star Trek. A Starcon dessa vez trouxe o ator Doug Jones, que interpreta o alienígena Saru no seriado novo.
Você provavelmente não o reconheceria na rua, mas ele é sempre o cara magrelo e comprido por dentro de uma roupa de monstro. Fez a criatura marinha do filme "A forma da água", o fauno do labirinto,  o Surfista Prateado do filme do quarteto, um dos gentlemen em Buffy, o Abe Sapien em Hellboy, e vários outros. É praticamente o Boris Karloff da nossa geração.

Esquisitasso, grande demais pros móveis das pessoas normais, ele vive com os braços e pernas dobrados, tipo um louva-a-Deus gigante, mas é super gente fina e falou bastante sobre sua carreira e a produção de Star Trek Discovery. O evento estava mega bem organizado, tinha várias lojinhas e apesar de eu não ter comprado um autógrafo dessa vez, saí de lá feliz com alguns novos quadrinhos velhos pra coleção.
Almocei um açaí na volta pra casa e joguei um pouco de Uncharted4 até aManda chegar do shopping, onde ela tinha ido encontrar seu primo, a namorada, uma tia e a Manu, que tinham vindo pra São Paulo ver o Palmeiras perder pro Corinthians.A noite, quando eles chegaram do jogo, levamos ele pro nosso novo boteco de esquina favorito na Cai o Prado, pra tomar umas skol hops e comer umas porçõezinhas de filet e frango a passarinho.

No domingo de manhã, tomamos café com a família daManda, que passou a noite em casa, e depois que eles foram embora, peguei um uber pro Sesc Pompeia, onde tava rolando uma exposição do Lourenço Mutarelli, que se eu soubesse que era tão incrível, teria até visitado antes. Lá tinha várias páginas originais de quadrinhos, máscaras e props dos livros dele, além de duas esculturas de personagens em tamanho real que soltavam figurinhas adesivas colecionáveis.
Voltando pra casa, joguei mais um pouco de videogame enquanto aManda cochilava, depois saímos jantar com estilo na melhor pizzaria que eu conheço: a Fornô. Ficamos quase 1h na fila, mas valeu a pena.

Como da primeira vez que formos lá, pedimos a fogazza de beringela de entrada, que é tão enorme que nem sobrou espaço pra pedir uma pizza pra dividirmos. Desisti até de pedir um sanduíche da pastrami, mas como estávamos sentados de frente pra cozinha, vendo aquela carne ser fatiada com maestria durante mais de uma hora, pedimos pelo menos uma porção pra não sair de lá com nenhuma pendência. 
Sério, o corte é tão selecionado que eu tava quase pulando no lixo pra pegar uns nacos que o cozinheiro jogava fora, pareciam absurdamente suculentos.
Quando nosso pedido chegou, MEU DEUS, que carne maravilhosa! Ponta de peito, marinada por 3 semanas em especiarias, assada por 16 horas e fatiada na hora do pedido, acompanhada de picles e maionese caseira! Uma das melhores carnes que já provei. Vale demais a pena esse lugar (e ainda aceita VR)!!!.

quinta-feira, janeiro 31, 2019

Nunca/Nada/Ninguém

A agência onde eu trabalho fica em um dos bairros mais seletos de São Paulo. O shopping que construíram ao lado do prédio é tão elitista que não tem entrada pra pedestre, só pra carro. Ryco não anda a pé. 
Nos apartamentos de luxo acima do shopping, vivem celebridades como Luciana Gimenez e Kaká.
Da janela da copa do meu prédio, é possível ver as dezenas de mansões que assombram o local, muitas delas exatamente iguais.
Enquanto eu tomo café, mordisco uma paçoca, dou pros meus olhos uma trégua do computador, e começo a divagar.
Quase todas essas mansões tem piscina, onde nunca nada ninguém.
Nas janelas dessas casas, as únicas pessoas que eu vejo (ao menos das 10h as 19h) são as faxineiras, os seguranças e os empregados.
As crianças provavelmente estão na escola, as mães nas massagistas ou nas lojas do shopping comprando relógios de trinta mil reais. 
Os maridos, trabalhando.
Trabalhando pra manter uma casa vazia. 
Pra conservar a piscina limpa.
Pra pagar os empregados.
Acordando cedo pra fazer o mundo girar.
Fazendo serão até tarde pra que ninguém possa ouvi-los gritar.
Entulhando suas mansões xerocadas de outras pequenas cópias: iPhones, AirFryers, travesseiros da NASA.
Tudo comprado online. 
Quem tem dinheiro não tem tempo de ir a nenhum lugar.
Cabelos grisalhos dirigindo carros cinzentos nas ruas prateadas de uma cidade pálida. 
Enrolando até a hora de ir embora chegar, 
Seguimos trabalhando até nossa hora de ir embora chegar.

terça-feira, janeiro 29, 2019

Memórias diagramadas

Nessa quinta, véspera de feriado, fiquei até 21h20 no trabalho, cheguei em casa as 22h, e ainda voltei dirigindo pra capital do calçado feminino. Esgotadasso, cheguei em casa de madrugada, mas pelo menos sabendo que teria 3 dias pra ficar de boa e recuperar as energias.
Passei a maior parte da sexta-feira só assistindo Netflix (nova temporada do Justiceiro, e fechando Fullmetal Alchemist Brotherhood, um anime realmente bom), saindo do sofá e da frente do ventilador só mesmo pra almoçar uma comida da Maria, ver a Amanda ou tomar um café gelado da Kopenhagen no shopping com minha mãe (que por sinal, é incrível, e é mais milk shake que frapê). A noite, fiquei de boa com meus pais vendo um filminho clássico no Telecine Play (Irma la Douce, do Billy Wilder) e comendo uma pizza de aliche do Rospinho. Isso que é vida! Nada de pegar 2h de transporte público pra chegar em um trabalho estressante do qual você mal sabe que horas vai poder sair!
No sábado, baixei Sonic Adventure (jogo do Dreamcast) pra jogar no pS3 e passei a maior parte da manhã montando meu álbum de casamento (um trabalho enorme, usando um programa limitado da gráfica e com a tarefa de reduzir quase 1000 fotos pras 250 melhores).Meus pais fizeram rondelli no almoço, e a tarde tirei um cochilo e depois fui com aManda encontrar o novo Guto no velho Viracopos pra tomar uns litrões de cerveja barata acompanhados por uma porção de calabresa tão grande que nem conseguimos acabar com ela. Mais tarde, nós fomos pro Armazém, encontrar o Gustinho, o Frodo e suas sras. pra jogar mais um pouco de conversa fora, ficando até o bar fechar, os funcionários irem embora e só sobrar a gente na rua. Domingo joguei um pouco de Sonic (que seria bem melhor se não tivesse inventado de colocar RPG entre as fases de verdade), e aManda almoçou em casa o lombo assado que meus pais cozinharam. Depois, revisamos o álbum juntos antes de mandar o arquivo pra gráfica e saímos comer um bolo na Sodiê. Depois, deiixei aManda na vó dela, tirei um cochilo, tomei um café com meus pais e logo já era hora de gastar mais umas horinhas na estrada de volta pra Metrópolis.

segunda-feira, janeiro 28, 2019

36 questions to fall in love (em português)

Em 1997, o psicólogo nova-iorquino Arthur Aron criou um experimento amoroso que dependia apenas de um questionário. Segundo ele, bastam 36 questões para que uma pessoa se apaixone por outra qualquer.


O quiz foi elaborado pelo especialista e testado, na época, por um casal de desconhecidos. Ambos responderam a todas as perguntas e se olharam fixamente por quatro minutos. Em seguida, saíram por portas opostas. Seis meses depois, eles se casaram.

Quase 20 anos depois, uma colunista do The New York Times decidiu embarcar nessa ideia. Durante um bate-papo com um rapaz que acabara de conhecer no bar, Mandy Len Catron colocou em jogo todas as questões do Dr. Arthur, seguidas pela breve troca de olhares. Resultado: casados até hoje.


O inventor das perguntas, na verdade diz que usa as perguntas até mesmo com amigos, pra reforças os laços da amizade no decorrer do tempo.

Fiquei sabendo sobre essas perguntas num podcast e compartilho a lista agora com vocês:


PARTE 1

1. Pense em qualquer pessoa no mundo, quem você convidaria para jantar?
2. Você gostaria de ser famoso? De que maneira?
3. Antes de fazer uma ligação telefônica, você ensaia o que vai dizer? Por quê?
4. O que consiste um dia "perfeito" para você?
5. Quando foi a última vez que você cantou para si mesmo? E para outra pessoa?
6. Se você fosse capaz de viver até os 90 anos de idade ou de manter o corpo e mente dos 30 anos pelos próximos 60, o que preferiria?
7. Você tem um palpite secreto sobre como vai morrer?
8. Diga três coisas que nós dois parecemos ter em comum.
9. Pelo que você se sente mais grato na vida?
10. Se você pudesse mudar alguma coisa sobre a maneira como você foi criado, o que seria?
11. Em quatro minutos, conte sua história de vida com o máximo de detalhes possível.
12. Se você pudesse acordar amanhã com qualquer qualidade ou habilidade nova, o que seria?

PARTE 2

13. Se uma bola de cristal pudesse revelar algo sobre você, sua vida, seu futuro ou qualquer outra coisa, o que você gostaria de saber?
14. Existe alguma coisa que você já sonhou em fazer por um longo tempo? Por que você não fez?
15. Qual é a maior realização da sua vida?
16. O que você mais valoriza em uma amizade?
17. Qual é a sua memória mais querida?
18. Qual é a sua memória mais terrível?
19. Se você sabia que em um ano você iria morrer de repente, você mudaria alguma coisa sobre a maneira que você está vivendo agora? Por quê?
20. O que é que a amizade significa para você?
21. Quais os papéis que o amor e o afeto exercem na sua vida?
22.  De forma alternada, compartilhe cinco coisas que você considera como sendo características positivas do parceiro.
23. Quão próxima e amorosa é a sua família? Você sente que sua infância foi mais feliz do que a da maioria das outras pessoas?
24. O que você acha do seu relacionamento com sua mãe?

PARTE 3

25. Diga três afirmações verdadeiras a gente. Por exemplo, "Nós dois estamos nesta sala sentindo ... '
26. Complete a frase: "Eu gostaria de ter alguém com quem eu pudesse compartilhar... '
27. Se vocês se tornarem grandes amigos, o que seria importante que cada um soubesse?
28. Diga o que você mais gostou nele, mas seja muito honesta desta vez. Diga o que você jamais diria a alguém que acabou de conhecer.
29. Compartilhe com seu parceiro um momento embaraçoso da sua vida.
30. Quando foi a última vez que você chorou na frente de outra pessoa? E sozinha?
31. Diga imediatamente ao seu parceiro algo que te atrai nele.
32. O que é muito sério para virar piada?
33. Se você fosse morrer esta noite sem a chance de se comunicar com ninguém, o que você mais se arrependeria de não ter dito a alguém? Por que não disse ainda?
34. Sua casa, pega fogo com tudo dentro. Depois de salvar seus entes queridos e animais de estimação, você tem tempo para fazer, com segurança, uma última entrada para salvar um item. O que seria? Por quê?
35. De todos os seus familiares, qual falecimento seria mais perturbador? Por quê?
36. Compartilhe um problema pessoal e peça um conselho sobre como ele lidaria com isso. Depois, peça para que ele reflita e diga o que você parece estar sentindo em relação ao problema mencionado.