quinta-feira, agosto 31, 2017

Fim de uma era

Começo com salada de rúcula com tomate seco e um pouco de maionese. Em seguida pego um pouco de arroz, feijoada, linguiça caseira (daquelas que arrebentam a casca) com tomate e cebola, filet a parmigiana e frango recheado com presunto e queijo. 
Um pouco de mandioca crocante e um bolinho de carne. Quem sabe uma maminha na caracu, se eu tiver sorte. Um pastel de carne vai no topo, recheado com molho de pimenta. 
Pra acompanhar, um suco de laranja batida com gelo, mas só se meu irmão estiver junto. Se estiver só com meus pais, o gelo e o açúcar vão ter que vir separados.
Religiosamente, minha mãe vai pegar leitoa e tanto ela quanto meu pai vão pegar uma banana empanada frita com açúcar e canela pra deixar no canto do prato de sobremesa. 
Impossível saber quantas vezes eu fui comer restaurante do Zezinho. Lembro que uma vez, quando nossa casa (que eu nem sei mais se era a antiga ou a atual) estava em reforma, comemos lá todos os dias da semana. 
Meu self-service favorito em todo o universo. 
Sempre imagino que se eu algum fosse criar um jogo de videogame, ele se passaria em Jaú e diversos de seus "points" seriam parte do cenário. O Zezinho com certeza faria parte dele. Assim como o Shopping e o Jão Guerino. Comida boa a preço justo, com gostinho de interior e do lado de outra parada obrigatória, "a banca do centro". 
Da última vez que voltei pra Jau almocei lá no sábado com meus pais e a comida estava tão boa que tive que fazer um segundo prato com um repeteco dos melhores itens (coisa que, apesar de não parecer, não tenho o costume de fazer).
Agora me arrependo um pouco de ter feito isso, na verdade deveria ter comido muito mais...

segunda-feira, agosto 28, 2017

Alienígenas de pastrami


No sábado, passei a manhã lendo quadrinhos, tomei um café com a Manda (com bolo de banana, aveia e mel - sim, isso existe e é incrível) e almocei um novo pão de alho recheado com catupiry de verdade (como ninguém nunca pensou ninsso antes?). Depois, peguei um busão pro Villagio Jk, onde ia rolar um evento do History Channel, que trouxe pro Brasil Giorgio Tsoukalos, do programa Alienígenas do Passado. Não sou exatamente o tipo de pessoa que acredita muito nesse tipo de coisa, mas várias vezes parei pra dar uma chance ao programa quando tinha tv a cabo em casa. Eles realmente conseguem me deixar na dúvida em várias questões e uma coisa bem legal da palestra foram várias citações a lugares que eu mesmo já tinha visitado (na Bolívia e no Peru). Citaram inclusive os crânios deformados e alongados, item que mais me impressionou em um dos museus que visitamos durante o mochião. É algo realmente bizarro e segundo os incas "era uma tentativa dos antigos de ficarem mais parecidos com os deuses que tinham lhes dado o conhecimento". A partir daí, cada um tira as conclusões que quiser. 0_0
Passaram lá com exclusividade o primeiro episódio da nova temporada (que já é a décima), depois o Giorgio sentou com vários estudiosos brasileiros de ufologia e um gringo que mora no Peru sobre algumas coisas sem resposta, tipo a construção das pirâmides ou do corte de pedras que vi em Machu Picchu e que realmente parecem ser difíceis pra caramba de fazer até mesmo com a tecnologia que temos hoje.
Consegui sentar relativamente perto e fiquei realmente feliz de ter podido particpar do rolet, realmente é algo que não se discute todo dia.

Saindo de la, peguei um uber pro Bar do Baixo, onde meus amigos do Mackenzie estavam comemorando um aniversário e uma despedida para portugal de um dos primos do Kev. O lugar tava lotado, então ficamos do lado de fora mesmo conversando e tomando cerveja barata em pé (comprada numa mercearia e consumida na frente do bar), num climão mais Mackenzie impossível. Só não entendi mesmo porque não poderíamos estar fazendo isso ali na Maria Antonia.
No final da noite, peguei um bus com a Manda de volta pra casa e paramos na pizzaria da rua de trás pra comer umas esfihas com sabor de pizza (ou mini pizzas com sabor de esfiha, o que você achar melhor).
No domingo, acordei já assistindo alguns reviews de hamburguerias no Youtube pra decidir onde iria almoçar com a Manda. Acabamos optando pela Z Deli, que ficava relativamente perto e parecia ter um preço justo e devo dizer que não me arrependi nem um pouco da escolha. Chegamos lá umas 14h e ainda tinha uma filinha de espera de uns 40min, mas assim que as batatas fritas chegaram admitimos que tudo valeu a pena. As batatas rústicas vieram cobertas por sour cream, cheddar e um pastrami da casa fenomenal. Até a limonada marota da Manda tava diferente e os lanches estavam realmente fenomenais (bacon sequinho, picles daora e carne deliciosa). Voltamos pra casa, cochilamos, assistimos Minions, joguei DK no Wii e fechei a noite com a season final de Game of Thrones.

terça-feira, agosto 22, 2017

Jauzando por aí

Nessa sexta, eu e a Manda voltamos mais uma vez pra capital do açaí e do saco de carvão, em uma nova carona que por força do destino saía mais tarde e mais perto do meu trabalho novo, exatamente como eu precisava. O motorista ainda era mega nerd e rolaram altas conversas geek durante todo o trajeto. Chegamos tarde em Jau, mas ainda assim havia uma pizza de lombinho e gorgonzola me esperando, porque meus pais realmente me conhecem muito bem e sabem como me agradar.
De manhã, tomamos café, contei minhas primeiras impressões sobre o minha nova rotina, li algumas hqs do Tio Patinhas (que completou agora 70 anos, basicamente a idade que sempre teve), dei uma carona pra Manda, assisti Defensores (3 episódios até agora e nada aconteceu, Marvel ta começando a me DCpcionar) e fui com meus pais almoçar no Zezinho e dar uma conferida naquela que sempre chamei de "banca do centro". A tarde, dei uma cochilada, e no começo da noite minha mãe assou um chester que eu tinha ganho na Wonderwundman. Ou seja, o bicho foi pro fogo exatamente na minha última semana em que trabalhei lá. Como se fosse uma oferenda para que as novas estações tragam "frutos" ainda melhores (ok, viajei,  tenho assistido muito a Vikings ultimamente). Momento mais propício impossível. Depois da ceia (que tinha até cerveja chilena e litrões de Delirium), saí encontrar a Manda, sua irmã e o cunhado pra gente tomar umas caipirinhas do rei e umas cervejas com amendoim de alho nos Baratheon. Voltei cedo pra casa, assisti um pouco de Batman (daquele desenho antigo da Warner, que me fez gostar do personagem) na Netflix e fui dormir cedo, afinal domingo era dia de festa.
No dia seguinte, tomei mais um café com meus pais (e a melhor geleia de morango do planeta, que meu irmão havia trazido pra gente; é preciso ter a força de um gigante pra abrir o pote e ao invés de amassada, a fruta é fatiada no formato de pétalas de rosas), fiz um jogging até a avenida, e depois passei buscar a Manda pra gente curtir um churrasquinho na residência Paleari, onde revi velhos amigos (muito tempo que eu não via o Porco), tomei muito chopp e me entupi de carne enquanto as mulheres conversavam sobre seu passatempo favorito: casamento.E então, ao final da tarde, voltamos pra SP, eu, a Manda e minha vontade de botar pra fora todo chopp que tomei. :)

sexta-feira, agosto 18, 2017

O Ragnarok da rotina

Toca o despertador. É um cacarejo dançante (que você pode conferir no vídeo abaixo). Moro na Maria Antonia e preciso desligar o alarme antes que acorde meus irmãos. Hora de acordar, vestir o terno e andar até a Augusta pra pegar um ônibus que me deixe no escritório em que trabalho na Haddock Lobo. Corte rápido. Toca o despertador, que não tem mais nenhuma personalidade mas me acorda com a mesma eficiência. Tenho que ir até a sala e encontrá-lo jogado no sofá. A Amanda já está acordada e fuça no Facebook deitada no outro sofá e enrolada nas cobertas como se fosse um crocete. Preciso pegar o metrô até uma das maiores agencias digitais do país. Vida (além de ser aquilo que acontece enquanto fazemos outros planos) é aquila coisa formada por uma série de diferentes rotinas. E depois de dois anos na Übermensch, é chegou novamente hora de mudar. Quando cheguei aqui foi incrível, fui muito bem recebido e fiz grandes amigos. Ganhei presente de aniversário em minha primeira semana, bebi chopp na comemoração internacional do dia W (e me enganei achando que a vida ali seria sempre uma festa), fiz minhas grandes apresentações pra clientes realmente importantes, aprendi a tomar café (nossa "cervejinha de empresa" de meio de tarde), enchi minha mesa de bonecos, escrevi dezenas de contos, fiz muitos projetos e comecei uma sociedade que, como qualquer coisa que envolva política, obviamente não foi pra frente. Comi em restaurantes incríveis, vi o chefinho superstar de perto mais de uma vez, joguei muito Fifa nas lojas Americanas na hora do almoço, li dezenas de livros na Cultura e aprendi a usar muito bem o tempo que perdia diariamente no trajeto pra agência (com muitos podcasts, audiobooks, Sonic, Mario e Zelda). O tempo passou, clientes chegaram e foram embora, bem como praticamente todos meus colegas, o que fez com que eu me sentisse cada vez mais o último sobrevivente da Casa Stark. Eis que então chegou a hora de deixar a Muralha (ou a Rocha ve há) pra trás. Hora de virar o disco e torcer pra que o que me aguarda do outro lado seja ainda mais incrível! Novidades em breve! :)  

 Melhor música pra acordar:

quarta-feira, agosto 16, 2017

Imagine um pirão de cabeça de Alien

Sexta feira, tivemos uma das poucas participações especiais do meu irmão nessa temporada de 2017 da série "Família Picagova". Antes um personagem recorrente (e um de meus favoritos), ele mudou de emissora há alguns anos e tem sido cada vez mais difícil encontrá-lo em um de nossos episódios. Pra comemorar, chamamos os V´s pra que todos colassem em casa e celebramos a vinda dele com calzones, cervejas, amendoins e as mandycaipiríneas de maracujá, morango e whisky.
Sábado de manhã, fui com a Manda na Vovó pra repor os frios da geladeira, depois saí encontrar meus pais no antigo ape, de onde partimos com meus irmãos pro Consulado da Bahia. O almoço estava incrível, até alguém me contar (com a maior normalidade do mundo) que o pirão era feito de cabeça de peixe! Cabeça de peixe, e as pessoas comentando como se fosse algo tão normal de se servir quanto tomate! Poderíamos dizer que eu, "pirei" na descoberta (ba dum tss).
Comigo ainda em choque, fomos pra Av. Paulista tomar um sorvete e caminhar na orla de concreto, em meio aos vendedores e artistas de rua. E a noite, acabamos poitando, já que todo mundo estava cansado e eu mesmo tinha comido tanto que nem precisei de janta. Aproveitei pra assistir Alien: Covenant, a sequencia de Prometheus, que é legalzinho mas nada demais (o melhor filme que eu vi nas últimas semanas, continuou sendo o espanhol "Um contratempo").
No domingo, depois de ler bastante pela manhã (inclusive um fato muito interessante sobre a Swordquest da vida real no livro Jogador Número Um), peguei um uber e fui com a Manda encontrar a família na Osteria Generale, lar da melhor entrada de gorgonzola da face da terra, onde tínhamos combinado de comemorar o dia dos pais desse ano. Comemos bastante e tentamos andar até o Ben & Jerry´s, mas como aparentemente minha irmã é tão perdida geograficamente quanto eu, só andamos quilometros a toa, não chegamos em lugar nenhum e acabamos voltando pra uma outra sorveteria, que havíamos encontrado no meio do caminho, que também não era nada ruim. 
Voltando pra casa, aproveitei pra testar muitos dos jogos de Wii que o Vyc tinha me passado (meu favorito sendo Donkey Kong: Jungle Beat, que faz você ficar batendo no peito com os controles e que me deiou muito feliz de poder me sentir como um macaco de verdade) e assistimos "Passageiros", filinho ok claramente  inspirado em Starship Titanic, joguinho de computador escrito pelo mestre Douglas Adams.
E na segunda-feira, que acabou sendo meu único dia de férias (supostamente seria o primeiro de vinte, mas troquei de emprego e consegui manter um único dia de folga), li quadrinhos e joguei videogame como se não houvesse amanhã, corri na esteira e saí com a Manda conhecer um lugar novo no centro, cuja especialidade é fazer lanches de linguiça desde 1924, mas aparentemente não descobriram que em um sanduíches desses se deve sempre usar maionese Heinz. Demos uma volta no Light, tomamos vinho acompanhado de muito parmesão e assistimos uma comédiazinha divertida  na Netflix. Foram férias curtas, não deu pra descansar tudo o que eu queria, mas aquilo que eu precisava. No dia seguinte, eu já estaria pronto pra dar início à minha nova rotina publicitária...

terça-feira, agosto 08, 2017

Já U!

Minha irmã tinha um casamento em Bauru, então eu e a Manda aproveitamos a carona pra voltar mais uma vez pra Jaú nesse final de semana. Como meus pais haviam saído, achamos que não teríamos os costumeiros lanches de boas-vindas, então saímos por toda a cidade em busca de janta. Estava frio e meia-noite não tinha mais nada aberto, então acabamos parando no Habib´s mesmo, só pra confirmar que a unidade de Jahu é muito superior ás de SP, principalmente no quesito atendimento. Comi um lanchinho de kafta, bolinhos de bacalhau, ganhamos copos do Rock in Rio e até tomamos caipirinha (por R$ 6,90,  nice!). Deixei a Manda na casa dela, e pra nossa surpresa, assim que abrimos a porta da cozinha, meus pais haviam deixado vários enrolados em cima da mesa. As vezes aquilo que você procura, realmente espera bem debaixo do seu nariz.
Passei o sábado de boas lendo hqs de Star Trek e assistindo TV, almocei com a Manda os enrolados da Santo Antonio, encontrei o Sustinho pra conhecer uma loja de bugigangas paraguayas (que em São Paulo chamamos de xing-ling), enquanto a Manda consultava os ouvidos com a Maryna, tirei um cochilo, joguei um pouco de Mario Tennis no DS, demos uma volta no shopping pra comprar presentes, passei na casa da tia dela desejar feliz aniversário pra Manu e depois fomos conhecer a Heir Beer, nova cervejaria artesanal da capital mundial do açaí e dos vendedores de carvão. Cervejinha honesta, porções nem tanto, deu pra gente beber e conversar bastante até o boteco fechar. Incrível ver o quanto a cidade tem se renovado com essas novas hamburguerias gourmet e cervejarias artesanais.
No domingo, tomei café com meus pais, e saímos comemorar com os V´s na Chuleta na Tábua. Dessa vez, provamos o prato que dá nome ao local, um pouco mais gorduroso do que a picanha que tinha provado da última vez, mas que também estava muito bom e acompanhado de uma mandioca na manteiga excelente. Na hora da siesta picagova, dei uma passada na vó da Manda (ajudando a encher ainda mais a casa), onde tinha gente brincando de massinha, cachorros latindo e jovens assistindo jogo de futebol. Depois voltamos pra casa dos meus pais, onde tomamos um café, comemos torta de morango, docinhos de festa e pouco depois já estávamos voltando pra estrada pra metrópole.

terça-feira, agosto 01, 2017

Torres

Nesse sábado, passei a manhã lendo algumas hqs do Donald e depois saí almoçar com meus pais alguns rolinhos primavera e um yakisoba caprichado do Mr. Chang. Pra sobremesa, eu e a Manda fomos nos entupir com docinhos de festa provando opções para o grande dia. A cozinheira montou uma torre de doces, que tinha diversos tipos de brigadeiro, de belga a leite ninho com nutella, com caixinhas de limão e maracujá, camafeus, olhos de sogra e bonbons de churros, goiabada e côco. 
Chegando em casa, cochilei, assisti um pouco de netflix e, assim que caiu a noite, o Wella colou em casa, jogamos um pouco de Atari até a Manda ficar pronta, e entãos fomos pro El Puerto, onde tínhamos combinado de encontrar o Shaolin e sua nova senhora. 
Em meio a duas torres, uma de chopp e outra de batata (coberta com muito queijo e bacon), relembramos causos do passado, nos atualizamos com as novidades, demos uns gritos e bebemos até que literalmente o frio e nossas mulheres disessem chega (sem elas, possivelmente continuaríamos bebendo pra sempre).
No domingo, eu e minha familia comemos fora (só que dentro de casa, usando pela primeira vez em família a mesa dos fundos), por conta de boa parte da casa estar tomada pelos preparativos de um chá/aniversário que minha mãe e minha irmã estavam organizando pra uma amiga dela. Tomamos Brotas Beer, almoçamos e filamos camafeus. Ganhei vários presentinhos da minha hermana, que estava voltando de viagem, dei um tempo na casa da vó da Manda, joguei mais um pouco de Centipede (meu jogo favorito do Atari no momento) e antes que eu pudesse perceber, já estava na hora de voltar pra São Paulo. 
PS: O camafeu foi inspirado em um objeto muito usado de decoração por pessoas nobres entre os séculos XV e XIX e a palavra origina-se do latim cammaeus, que quer dizer pedra entalhada ou esculpida. O doce leva esse nome pelo seu formato, que lembra o da joia e é o favorito dos gustts. 

segunda-feira, julho 24, 2017

Optimus Foundue, maximizar!


Mais um finalzinho de semana tranquilo em São Paulo. Sábado de manhã corri, li bastante coisa (destaque pro italiano Face Oculta, que mostra um aventureiro na Etiópia nos anos de 1800, muito bem escrito e desenhado como todo quadrinho da Bonelli), joguei um pouco de Watch Dogs, almocei em casa com e a tarde, enquanto a Amanda saía visitar nossa afilhada, fui pra Fnac pra um encontro de fãs de Transformers onde uns youtubers de quadrinhos iam falar sobre as hqs, filmes e bonecos da franquia. Aprendi bastante coisa que não sabia (muitos dos nomes e da mitologia foram criados por escritores da Marvel a pedido da companhia de brinquedos que lançou os bonecos) e ainda valeu a pena porque saí de la com 4 meses de assinatura de quadrinhos e dois ingressos pra ver no cinema o último filme. Aproveitei pra passar na lojinha duty free comprar umas coisinhas, e ainda cheguei em casa a tempo de poder jogar um pouco de Marvel Heroes Omega, novo free-to-play disponível pra PS4 e XONE da Marvel (que é bem divertidinho) e Super Mario Bros no Wii. Depois, fui com a Manda provar uma pizza maneira de picanha no Mazzeratti, um lugar perto de casa que sempre cheiramos mas ainda não havíamos comido. Conclusão: devíamos ter provado antes, é muito boa! 
No domingo, joguei mais alguns games, corri na esteira, acompanhei todos os trailers lançados na Comic Con que tava acontecendo em San Diego (ainda não foi dessa vez, mas preciso ir numa dessas!), li mais um pouco (Jogador Número 1 é um livro que comecei e to curtindo demais), e lá pro comecinho da noite, aproveitando o friozinho proprício que tava fazendo na cidade, embarquei com a Manda na grande experiência gastronômica do final de semana, nossa visita no "Era uma vez um Chalezinho", restaurante daqueles tão chiques que fazem você se sentir até mal, mas que serve os mais elaborados foundues que já vi na vida. Comemos um salgado de filet mignon ao vinho, que tinha 8 tipos de molhos marotos (que tinham opções que iam de queijo e alho a cogumelos ou abacaxi com pimenta), acompanhado de umas batatas assadas com quatro queijos e torradas incríveis e um doce de Lindt com amêndoas. Pensa num foundue animal e talvez saporra ainda supere suas expectativas! Sentamos bem perto do pianista (que tocava de tudo no piano, até despacito) e como se a noite não pudesse ficar ainda mais romântica, a energia do restaurante acabou e fomos literalmente obrigados a jantar a luz de velas (ou lamparinas, pra ser mais exato). Chegamos lá umas 18h30 e voltamos de uber em casa lá pelas 22h, praticamente uma ida até a melhor parte de Campos de Jordão. =)

segunda-feira, julho 17, 2017


Depois da correria em três cidades diferentes no final de semana passado (Jau, Brotas e Torrinha), eu e a Manda tiramos esse aqui pra relaxar. A primeira cerveja veio no trabalho mesmo, em comemoração ao lançamento da nova campanha de um cliente, depois fui comer uns dogs do BK com o Doug (que maravilha ter hot dog americano por aqui!) e chegando em casa, me rendi ao movimento, e joguei com o Frodo minha primeira partida do fenômeno League of Legends. Um jogo realmente divertido, se fosse no console eu provavelmente jogaria muito mais, mas jogar no notebook realmente não é pra mim.
Sábado de manhã, tomei um café com alfajores dos monges e saí buscar no metrô minha nova aquisição gamer (sim, ultimamente troquei os gastos com hqs por videogames, basicamente porque eu já esgotei a maior parte dos comics americanos que realmente valem a pena): um Nintendo WII! Pelo preço de dois jantares fora  de casa, é possível encontrar esse ótimo console que vale por vários (ele roda master system, nintendinho e até gamecube!). Almocei com a Manda um balde de frango no KFC do shopping Eldorado, onde logo depois assistiríamos ao novo filme do amigão da vizinhança: Homem-Aranha: De volta ao lar.

O filme é bom, não comete nenhum erro crasso como os das franquias antecessores, mas como sexta adptação do teioso nos cinemas, bom, fica realmente difícil ser original, né? O filme é bem feito, tem cenas incríveis e até consegue transformar o Abutre, vilão de 5a categoria, em um puta antagonista (preciso de uma jaqueta igual de couro a dele!), mas não tem nada de excepcional. De qualquer forma, está em boas mãos.
Saindo do cinema (o filme tem a melhor e mais sincera cena pós-créditos de todas), demos um rolet pelo s hopping, voltamos pra casa, tomamos umas batidas de maracujá com morango, assistimos Raising Hope e matei meus primeiros dragões em Dragon Age: Inquisition.
No domingo, finalmente tive algumas horinhas de sol pra dedicar a leitura. Tinha comprado alguns fumetti italianos no sebo quando fui no consultório da Manda, e fiquei maravilhado com o quanto as estórias de Mágico Vento e Nick Rayder, personagens que antes eu só conhecia de nome, eram incríveis. Além disso, terminei o segundo volume de Lobo Solitário, mangá dos anos 70 no qual cada página é uma obra de arte, mantendo o nível de quadrinhos consumidos extremamente alto. 
Joguei  muito Super Mario Wii com a Manda, tomamos café da manhã com amanditas e almoçamos em casa. A noite, fomos com a Very e o Vyc comer um lanche no Zeca Rock Burger, nova hamburgueria que abriu ali perto da saudosa Maria Antonia. Conversamos, provamos a batata rústica e o incrível burger duplo deles, passamos na Boulevard pra uma sobremesa (bomba de café!) e fechamos com algumas cervejas no antigo apê. 

terça-feira, julho 11, 2017

Conhecendo as redondezas (e ficando cada vez mais redondo)


Depois de uma semana de ressaca nos aprendizados (e uma leve decepção), tive uma semana de correria no trabalho (pra compensar a leveza do período anterior), que, pelo menos, fechou com uma festa junina na empresa que me permitiu tomar algumas cervejas e me entupi de hot dogs em pleno Rochaverá. Chegando em casa, fui com a Manda pra casa da Verys pegar uma carona de volta pra Jau.Jantamos com meus pais um tradicional lanche do rospinho, entregamos presentes e já começamos as celebrações de aniversário do meu pai, que se intensificariam ainda mais no dia seguinte, com churrasco em casa (com carne no ponto, acredite se quiser), brigadeiro e bolo de leite ninho. 

Mal tive tempo de digerir o almoço, e já passei buscar a Manda pra gente ir pra Brotas, onde algumas amigas da faculdade de Odonto estavam reunidas para o casamento de uma delas que era da cidade. Fizemos check in no hotel Casarão, logo encontramos uma galera e fomos pro Pub da Brotas Beer, um lugar com ótimas cervejas, chopps artesanais, a melhor batida de frutas que tomei esse ano e um cardápio incrível com porções de parmesão, bolinhos de cevada e buffalo wings extra apimentadas. 

O casamento era só as 20h30, mas ficamos lá até o último minuto, e não tive nem tempo de tirar um pequeno cochilo antes de seguirmos pro casamento. A festa estava muito boa, tinha mesa de frios com uma perna inteira de presunto de parma e muitos queijos e os garçons não deixaram meu copo secar. Ficamos até as 5h30 da manhã, mas mesmo só tendo indo embora quando a banda já tinha até desmontado seus instrumentos e as luzes do salão já terem sido acessas, as amigas da Manda não pareciam dispostas a deixar a festa acabar (algumas foram até comprar vinho pra beber depois da festa!). 

Um pessoal que não brinca em serviço (uma delas, mais alta que a maioria dos convidados, foi incuisive quem pegou a garrafa de whisky que foi jogada pelo noivo depois da noiva jogar o bouquet), e a garrafa terminou em menos de uma hora! Foi realmente divertido conhecer essa galera e poder finalmente colocar um rosto em tantas estórias que a Manda conta.

Depois de dormir (muito pouco, por sinal), acordamos cedo pra pegar a estrada pra Torrinha, mais especificamente pro Mosteiro Paraíso dos Agromonges, onde meus pais tinham decidido receber as bençãos e comemorar seu aniversário de casamento. 

Vimos um pedaço da missa, depois sentamos pra tomar um café (o pessoal da igreja tem um cardápio maravilhoso, digno de um Starbucks, que tem até café com macadâmia, uma pena que fique tão afastado da cidade) e demos uma caminhada pelo lugar (que é realmente incrível e transmite muita paz). Pouco depois, minha irmã e o Vyc chegaram e nos sentamos pra almoçar. Além da padaria  os monges também servem um almoço bem caseiro (com um ótimo torresmo). Depois, cantamos parabéns, compartilhamos  um novo bolo (esses padres cozinham muito!), e ainda levamos trufas e pão de mel pra viagem. De barriga cheia, voltamos pra Jau, onde tirei uma merecida soneca e então nos restava apenas mais uma estrada pra fechar o final de semana, a de volta pra metrópole.

segunda-feira, julho 03, 2017

White People Problems, home office e comédia ao vivo

A semana passada foi bastante conturbada aqui no trabalho, da Ingalterra pro mundo, um ataque hacker atingiu todos os computadores da empresa, exigindo um resgate em bitcoins. Ou seja, ficamos sem internet, jogando stop e fazendo hora, e sem poder ligar o computador, o blog ficou desatualizado. 
Não que no final de semana anterior tenha acontecido muita coisa, eu basicamente comi (feijoada show na Bologna, lanches de quermesse da igreja de trás de casa) e assisti tv (o final da primeira temporada de Deuses Americanos foi foda!) e no domingo, o Sustinho tava aqui pra fazer uma prova, então eu e a Manda fomos com ele e a Marina no almoço provar os lanches de rosbife do Mundo Pão do Olivier, que são sensacionais (tem até um pão com gosto de nozes!)
Aí veio uma semana completamente fora do padrão no trabalho, que gerou bastante home office (foi na mesma semana em que perdi meu bilhete, então também aproveitei pra reavê-lo e pra fazer uma limpeza na minha amada dentista =B). 
Sexta a noite, veio o primeiro evento realmente digno de nota do período: Hermes & Renato AO VIVO! Porraaa meu...que coisa foda! O melhor programa da clássica MTV de raiz, ficou ainda mais divertido presencialmente. Teve Padre Quemedo, Charlinho, Boça, Tela Class, palavrão e politicamente incorreto pra porra e fechou com Unidos do Caralho a Quatro. 
O mais próximo de um Monty Python que temos, um clássico da TV, em um teatro lotado com quase mil pessoas. E no final os caras ainda se prontificaram a tirar foto com a galera. Sucesso!
No sábado, passei o dia em meio a palestras motivadoras na Casa Portugal (que ironicamente fica na Liberdade, o bairro japonês), então aproveitei pra provar uma comida tailandêsa no Petiscos do Tigrão (gordurosa acima do necessário, mas deliciosa) e pegar uma pizza-aranha e cookies de paçoca e churros na volta pra casa.
Aí domingo foi só comida (mais lanchinhos de quermesse) e Netflix, tenho medo de que envelhecer seja basicamente isso mesmo, mas savida, tamo ae na atividade. Até a próxima (caso os hackers permitam)! 


terça-feira, junho 20, 2017

Feriado prolongado

Quarta-feira já era sexta, jantei pão de queijo com a Manda e assistimos ao excelente filme "Lugares Escuros" na netflix. Na quinta, acordei cedo pra jogar um pouco de videogame (DA Inquistion e Banjo Kazooe, jogo que foi disponibilizado de graça como parte do Rare Replay pra quem assistiu as conferencias da E3 no Mixer, consolidando que foi uma ótima escolha ter optato pelo Xbox nessa geração). Li um pouco, depois saí com a Manda pra almoçar na Casa da Mortadela, uns lanchinhos e provar a perigosa caracu batida com aveia e 2 ovos crus (só porque sim). Na volta, aproveitamos que a nova padoca do centro "Mundo Pão do Olivier" estava aberta e paramos pra tomar um café e provar docinhos incríveis, como tortinhas de chocolate e doideras de morango.
Pouco depois, peguei o metrô pra casa do Henry, onde ia rolar um aniversário surpresa pro Kev! Bebi com meus amigos, comi muita mandioca frita (que estava melhor que a carne), vi o aniversariante tomar bolo na cara e o pirata comer esse mesmo bolo com arroz e ponta de linguiça no lugar da cereja. Depois, peguei um uber correndo de volta pro centro, onde íamos encontrar minha irmã e meu cunhado pra uma carona de volta pra Jau. Chegamos em casa por volta das 23h, onde meus pais já nos esperavam com comidinha de quermesse, bolo de leite ninho e lanche de pernil. Sucesso!
Na sexta, li bastante pela manhã, e almocei o já tradicional (e delicioso) filet a parmegiana da Osteria Picagova. Aproveitando que a Maria estava em casa, teve até banana frita de sobremesa. Depois, fui com os V´s naquela que talvez seja a mais divertida loja de Jaú atualmente: Arena Games, um paraíso gamer que tem de tudo, de lançamentos a caixas de assinatura de Funko (como a Marvel Collector Corps) a tudo o que você pode precisar de videogames antigos a preços justíssimos! Comprei uma fita de Snes do jogo Alien 3, que eu costumava emprestar do Sergio quando criança, e saí de lá feliz da vida. Passei dar um tempo na vó da Manda (onde a família dela inteira estava), depois joguei Atari com a Manda, tomamos sorvete de 2Córregos com minha família (macadâmia e leite ninho, melhores sabores do universo) e saímos pra jantar no Joe Burger, nova hamburgueria gourmet da cidade, onde provei um ótimo blend de 300g de carnivorsimo e alegria. Mais a noite, conseguimos finalmente visitar o Vitrolê Discos, mais uma novidade jauense, barzinho com ar de casa de amigo, que tem cerveja gelada barata e dezenas de LPs a venda. Saindo de lá, levei a Manda tomar uma caipirinha no rei (porque não tinha "nada" pra ela tomar no barzinho) e ainda voltei pra casa a tempo de jogar um pouco de meu novo jogo velho de supernintendo, e eu ainda descobrir que dando reset havia um outro jogo escondido no cartunho e era nada menos que o Super Star Wars! Saga pra qual eu não dava a menor bola quando era criança, num joguinho de plataforma que eu  nunca tinha jogado no console e quiçá é ainda melhor e mais divertido que Alien 3. OU seja, vivi um dia nos anos 90, em meio a cartuchos de videogame e discos de vinil.
Sábado de manhã, assisti uns vídeos no youtube, li um pouco (sabia que existe uma hq de De Volta pro Futuro escrita por um dos co-roteiristas do filme?), almocei com meus pais no ìtalo-libanês uma feijoada completa tipicamente brasileira e a tarde fui com a Manda e o Gutão tomar uns litrões com amendoim com alho no Viracopos (lá tinha caipirinha, então ela nem reclamou lol). Saindo de lá, passamos no Joe, que estava fechado, então partimos pro igualmente suculento Red Burger, pra mais uma rodada de hamburguer gorumet jauense. 
No domingo de manhã, assisti um filme bem diferente na Netflix (Shimmer Lake, final surpreendente, pegada tarantinesca, realmente recomendo), busquei a Manda e enquanto esperávamos os Vs acordarem, jogamos dezenas de partidas de Pong, pra logo em seguida saírmos com a família toda para almoçar na Cachaçaria uns bolinhos de carne seca e filet na gorgonzola. Tomamos um cafézinho da tarde com brigadeiro e sorvete, e então só nos restava enfrentar 4h30 de estrada pra voltar pra SP, também conhecida como o "mundo real", e uma semana intensa de regime. :)

terça-feira, junho 13, 2017

Cantando na chuva (de gelo)

Nesse sábado, eu e a Manda aproveitamos a manhã pra dar uma volta pelo centro ver vidrinhos, comprar o presente dela de Dia dos Namorados e dar uma olhada no mercado da vovó pra abastecer a geladeira. Deixamos as compras em casa, depois fomos almoçar na Bologna, ela um lanche de pernil, eu uma novidade incrível de rosbife, picles e queijo branco. A tarde, meus pais passaram em casa nos visitar e partimos juntos pro ginásio Ibirapuera assistir uma nova versão do musical no gelo Disney on Ice
Apesar de terem trocado dois clássicos que tínhamos visto na primeira vez em que fui lá com meus pais e meus irmãos (Alladin e Rei Leão, eu acho) por Enrolados e Frozen, ainda foi um excelente espetáculo de patinação recheado com músicas que eu aprendi na infãncia e nunca mais esqueci ("E se eles tem montes de areia, nós temos couro de sereia. Até o escuro é mais seguro, aqui no mar...aqui no mar..."/"A vontade,  a vontade, prove a nossa qualidade..."). Os efeitos (tipo a transformação da Fera em homem) são ainda melhores do que eu me lembrava e admito que toda a neve falsa combinou bastante com Frozen (definitvamente a parte favorita de quem tinha menos que 10 anos de idade). Saindo de lá, fomos comer uma tradicional pizza Picagova no Gato que Ri com sangria.
No domingo de manhã, joguei um pouco de Dragon Age Inquisition e pouco depois encontramos meus pais e minha irmã pra umas torradas com gorgonzola na Osteria Generale. Dormi a maior parte da tarde e quando acordei, eu e a Manda assistimos "O Homem nas Trevas" (Don´t Breath), um filmezinho que surgiu do nada e se mostrou realmente interessante. 
Segunda feira, nosso dia (Feliz Dia dos Namorados, Manda! Te amo!), em respeito ao regime, acabamos comemorando em casa mesmo, com um foundue incrível e Phish Food, o melior sorvete do Ben and Jerry´s. =)


terça-feira, junho 06, 2017

Uma vida de celebração

Nessa sexta, fui com a Manda conhecer nossa afilhada Duda, que tinha nascido no domingo, na casa dos pais dela. Fazia décadas que eu não tinha proximidade com nenhum bebê e nem me lebrava de ter pego algum no colo. Foi divertido ver o quanto ela é parecida com o pai e como já toma leite no copo sem a necessidade de uma mamadeira. Ficamos só um pouco, comemos torradas com alichela e logo deixamos eles a sós com todo o cansaço e alegrias que só um bebê recém-nascido pode fornecer.
Sábado de manhã, pegamos uma carona as 6h30 pra Jau, onde chegamos a tempo de ser convidados por meus pais pra uma viagem até Anhembi. No caminho, paramos em Pratania (parada obrigatória pra motoqueiros e headbangers amantes de couro) pra visitar uma loja que estava escondida em minha memória (foi de lá que veio a jaqueta que me protegeu de me acabar ainda mais no acidente que sofri na estrada) e um restaurante onde comemos um ótimo rodízio que tinha as mandiocas fritas mais secas e deliciosas que comi nos últimos tempos. De lá, seguimos para a Festa do Divino, uma tradição da cidade de Anhembi que acontece há mais de 100 anos e recebe mais de 50 mil turistas oriundos de vários Estados e Regiões do País. A festa é um grande cortejo religioso ao Divino Espirito Santo. O ápice da festa acontece no sábado a tarde com o Encontro das Canoas (cada uma conduzida por cerca de 20 marinheiros que navegam durante 9 dias antes disso visitando e abençoando famílias). Aí vem o mais incrível (que só mostra como a fé é um negócio muito louco). Quando os marinheiros descem do barco, centenas de pessoas deitam nas ruas esperando que eles passem e os abençoem, enquanto caminham em direção à igreja.
Na volta pra casa, dormi o máximo que pude, porque precisava estar em forma pro churrasco de aniversário do Sustinho, que ia começar pouco tempo depois. A festa tinha até cardápio, incríveis lanches de varal e bolo de brownie com doce de leite. Tomei muita cerveja e ficamos lá até umas 3h da manhã. Bem que podia ter aniversário dele toda semana.
Domingo de manhã, assisti um pouco da nova temporada de Twin Peaks (excelente se você curte surrealismo), joguei um pouco de Atari (Adventure é um belo exercício de imaginação) e depois fui almoçar na Cachaçaria com meus pais mais um pouco de carne (vegetarianos não teriam vez nesse fds), dessa vez tilápia e filet com gorgonzola. Compramos sorvete de macadamia, assisti o começo de Lion com minha mãe e descobri numa hq do Donald que o nome original do Ganso Gastão é o mesmo de meu pai. Depois, mais um pouco de sono móvel, quando no final da tarde, eu e a Manda pegamos nossa carona de volta pra São Paulo. :)

segunda-feira, maio 29, 2017

A nata

No meio da semana, fui com a Manda conferir a pre-estreia do filme Mulher-Maravilha, na minha opinião, o primeiro filme realmente bom do Universo DC no cinema há bastante tempo. Tem uma história boa e autocontida, fiel aos quadrinhos e o filme não perde o ritmo em momento algum. O casting tá foda, não tem nenhum personagem descaracterizado, o uniforme dela ficou incrível e as cenas de batalha nem se fala. Foi a primeira exibição no Brasil, dez dias antes da estreia oficial, numa tela extreme curva sensacional do cinemark, ganhamos posters e tiaras do filme e antes da sessão rolaram até algumas comidinhas e biritas na faixa. 
No sábado, voltamos de manhã com minha irmã pra Jau, onde meus pais nos esperavam pro almoço (e aniversário da minha tia) com uma travessa gigantesca de bifes a parmegiana, cervejas e bolachinhas de nata (especiaria familiar que se tornou raridade culinária pelo simples fato de que ninguém mais tem nata no mundo). Entreguei alguns presentes atrasados de dia das mães, depois percebi que o correio tinha entregue algo que eu estava esperando chegar dos EUA há algum tempo: um ATARI! "Ah, mas qual é graça de jogar um videogame dos anos 70, se você pode jogar um de última geração?" Bom, basicamente é a mesma de se assistir a um filme clássico em preto e branco ou ler as primeiras edições de Superman. É incrível ver como tudo começou, analisar as evoluções e o peso que cada revolução trouxe. Pra mim, também é legal porque esse é um dos poucos videogames com os quais eu praticamente não tive contato nenhum. Então cada um dos 101 jogos que vem nele é uma nova descoberta. Nem tive tempo de testar todos ainda, mas é fácil entender porque Frogger, Yar´s Revenge ou Space Invaders, por exemplo, se tornaram clássicos. Por mais simples que sejam, são incrivelmente viciantes. E poder jogar com réplicas dos controles originais cria uma experiência muito superior a de emular o jogo no computador.
A noite, jantei e tomei sorvete (macadâmia S2) com meus pais e minha tia, depois saí buscar a Manda pra encontrar o Sustinho no Zoom, novo bar construído no antigo salão de festas onde comemoramos as bodas de ouro de meus avós. Só não sei o bar vai durar muito, estava bem vazio.
No domingo de manhã, assisti um filminho de roubo com meu pai na Netflix, tomei uma cerveja com queijo e azeitona com ele, minha mãe e minha tia, e quando a Very e o Vyc acordaram fomos almojantar no Polaco (onde vamos religiosamente quando ele vem, minha irmã parece não querer que ele conheça nenhum outro restaurante jauense). 
Voltando pra Jau, tomamos café e criei uma sobremesa suprema: bolacha de nata com sorvete de nutela, depois fui buscar a Manda e voltamos pra SP enquanto meus pais levavam minha tia pro aeroporto. Foi um fds bem corrido, mas valeu cada segundo e, como voltamos cedo, consegui até jogar diversas partidas de Gwent (trailer do jogo abaixo) antes de dormir. :)



segunda-feira, maio 22, 2017

Virinha gastronômico


Quinta-feira, voltei com a Manda ao teatro Renault pra mais uma sessão de Les Miserables, dessa vez pra assistir ao espetáculo bem mais de perto, cortesia de uns ingressos ganhos do cliente. Deu pra ouvir bem melhor (até porque o protagonista dessa vez não era interpretado por um extrangeiro) e por mais que seja uma peça longa (de quase 3h), achei que na segunda vez passou até mais rápido do que na primeira. Na sexta, aproveitei a promoção de bolinhos de bacalhau por um reale no Habib´s pra jantar uma porçãozinha deles acompanhada de cerveja em casa e ficamos de boa só assistindo ao documentário Laerte-se na Netflix. 
Sábado li muitas hqs e saí pra almoçar com a Manda no Shopping Light, onde provei o excelente hamburger da Red Nose e paramos pra um cafézinho com bolo no Benjamin. A tarde, fui conhecer o novo ape do Raff, onde ele estava testando sua churrasqueira de pedra (que realmente funciona muito bem) e seu novo Switch, novo videogame da Nintendo que tem uns jogos bem bizarros como fazer a barba, tirar leite de vaca ou jogar pingue pongue sem ver a bolinha e o novo Zelda, mas cuja diversão ficou mesmo por conta de Mario Kart.
Chegando em casa, fui com a Manda dar uma volta no centro, pra buscarmos um lanchinho na Casa do Porco, procurar por pavês e ver passar o trem eletrico d´Adriana sem a rapaziada.
No domingo, comecei a jogar Dragon Age Inquisition (e sem querer montei um personagem que é a cara do Link), um RPG bem legal também faz parte da EA Access e lembra bastante Withcer 3.  No almoço, voltamos pra Casa do Porco e compramos quase tudo que eles tinham pra virada: leitoa San Zé, lanche de porco e porcopoca (pururuca sequinha com canela), um almojanta excelente e sem fila, desse famoso restaurante que fica a poucos metros do apê, mas que ainda não tínhamos provado. Aproveitamos também pra pegar uns bolinhos na República e uma Ipazinha na feira de cervejas que tava rolando na praça Dom Gaspar. A tarde, a chuva acabou com o musical que eu pretendia assistir (frio e gente com guarda-chuva aberto na minha frente me fizeram desistir de meus planos e voltar pra casa), então acabei ficando só mesmo com meus quadrinhos e com o excelente filme Corra!, um filme de terror genial, que realmente vale a pena se assistir.

segunda-feira, maio 15, 2017

Velhos conhecidos

Nesse final de semana, apesar de meus pais estarem viajando pra ver aquele-que-não-retorna, voltei com a Manda pra Jaú pra resolver algumas coisas do grande dia. E pra não perder a viagem, aproveitei pra rever alguns amigos que não via fazia tempo.No almoço, fui com a Manda conhecer o novo Ponto da Chuleta, que abriu na avenida da casa da vó dela. Um lugar que serve uma carne realmente muito boa (com várias entradinhas e acompanhamentos show) e tem um preço bem justo. A tarde, tirei um cochilo e assisti um pouco de TV. As 20h da noite, fomos pra Bauru (finalmente) visitar a nova casa do Frodo. Por sorte, o Sustinho se prontificou a ir com o carro dele e dirigindo porque tinha bebido demais na sexta, assim eu não precisei me preocupar e pude beber livremente. Chegamos lá umas 21h, comemos muito bem (diferente dos nossos churrascos colegiais, agora os eventos realmente tem carne, linguiça, queijo coalho e pão de alho), tomamos muita cerveja, fizemos alguns virinhas e rimos um pouco do novo hobbie de nosso anfitrião: narguile eletrônico
Aparentemente, o fumo se uniu a tecnologia, e agora existem máquinas de fumaça que fazem menos mal que cigarro e podem enviar descargas imensas de fumaça no seu pulmão e é possível escolher até mesmo quantos wattz de descarga você quer receber. E já existem até campeonatos de quem aguenta mais fumaça ou de quem faz formatos diferentes com ela. Assim, depois de me empanturrar de comida, ouvir muito Rocksugar e apresentar pro pessoal a palavra de Skylab, voltamos pra Jau (o Sustinho dirigindo, eu dormindo como um bebê).
No domingo, tentei voltar com a Manda e a vó dela pro Ponto da Chuleta, mas tinha uma fila de espera enorme e acabamos indo parar no Pizzaiolo, onde mais uma vez comemos churrasco (e muita sobremesa grátis!=b). A tarde, o Wella e o Guto levaram em casa cervejas e amendoins pra gente colocar o papo em dia, discutir política, bullying, aviação e o os códigos de vestimentam em vigor em Mineiros do Tietê. Foi corrido porque nossa carona de volta pra SP saía cedo, mas bastante divertido (e de quebra, ganhei até uma carona do Wella até o Tiger). Sempre bom rever o maior número de Rippers possível, ainda que seja cada vez mais difícil juntar todos eles em um único lugar, em uma única cidade e em um único horário.¯\_(ツ)_/¯

quarta-feira, maio 10, 2017

Conexões Brasil x Itália

Esses dias acabei me aprofundando um pouco  na "Operação Mãos Limpas" que aconteceu na Itália nos anos 90. Ela tem semelhanças com a Lava-jato em diversos pontos e bom, pra não perder a piada com toque italiano, infelizmente acabou em pizza.

Um breve panorama do que rolou por lá e suas semelhanças com nosso atual cenário político:

1- Até antes dos anos 90, os políticos italianos não podiam ser investigados sem prévia autorização do congresso. No Brasil, políticos não podiam ser investigados sem autorização do congresso até meados de 2010. 

2- Um belo dia pegaram um peão italiano que tava extorquindo o pessoal de um asilo. Ele acabou abrindo o bico, num esquema de delação premiada e o  pessoal viu que todo o Congresso italiano estava sujo. No Brasil, Marcelo Odebrecht foi preso e começou a delatar geral.

3- Houveram diversas tentativas de limitar a atuação do judiciário na Italia. Em uma delas, como não tinha nenhum partido comunista nas investigações, acusaram os juízes de serem comunistas. Do mesmo jeito que por aqui acusam o Moro de não investigar o PSDB.

4- Enquanto isso, os parlamentares italianos começavam a tentar passar diversas leis pra se blindarem. Uma delas passou num dia de jogo de copa do mundo. Ela negava a hipótese de prisão preventiva em "crimes de colarinho branco" e acabou soltando mais de 2 mil felas di putta. No Brasil, os parlamentares articulam, por exemplo, trazer de volta essa proposta: a limitação para seis meses do período de investigação de crimes praticados por políticos com mandatos eletivos. Como uma investigação dessas dura muuuito tempo, seria o mesmo que absolver todo mundo.

5- Como consequência, os italianos perderam a fé nos políticos e elegeram um gestor (dono de canal de televisão e time de futebol) como seu novo salvador. Assim que esse cara entrou no poder, aprovou leis que favoreceram pra caralho a corrupção, como por exemplo, uma que limitou a prescrição desse tipo de crime para sete anos. Dessa forma, ele próprio (que já tinha aparecido em alguns esquemas) e milhares de outros caras corruptos puderam voltar a curtir a bandidagem livremente, já que nenhuma investigação desse porte dura tão pouco. Alguma dúvida de que isso pode acontecer muito em breve por aqui?

Bom, esse é só um resumo (bem tosco, por sinal) de tudo que rolou. Teve muito mais coisa, inclusive uma incrivelmente suspeita onda de suicídios entre os diretores de uma petrolífera envolvida nos esquemas. 

Se quiser saber mais sobre o caso, o incrível podcast que me inspirou a fazer esse post foi esse aqui: http://anticast.com.br/2017/04/salvomelhorjuizo/smj-45-operacao-maos-limpas/. Recomendo demais pra quem tiver um tempinho. ;)

Ursinhos de nozes

Esse final de semana o frio, o regime e a falta de ingressos pra peça do Luchetti que eu pretendia ver no sábado conspiraram pra que meu final de semana fosse bem mais parado do que eu gostaria. Eu e a Manda passamos a sexta e o sábado em casa, só saindo no sábado de manhã pra fazer umas compras e almoçar no Shopping Light (que está cada vez melhor, agora que tem até uma padaria Benjamin, uma livraria e um novo restaurante mexicano - o Rints Burritos, onde eu fiz questão de almoçar). O bom foi que deu pra descansar bastante, terminar todos os episódios da serie animada de Star Trek, zerar o primeiro SW: Force Unleashead e ler muitas hqs (com destaque pra clássica Patrulha do Destino, do Grant Morrison). 
No domingo a tarde, fomos no chá de bebê de nossa futura afilhada. E a festa tava muito caprichada. Tinha todo tipo de salgadinho, canapés, amendoins, hot dogs, lanches de carne louca, maioneses, cupcakes de red velvet, camafeu em formato de ursinho e alguém sempre mantinha uma lata de cerveja gelada na minha mão. E não é que festas infantis (ainda que a criança nem tenha nascido ainda), podem ser divertidas? :)

quarta-feira, maio 03, 2017

#HomemAranhaNoBrasil

Eu mal tive tempo de me recuperar da viagem pra São Sumé e já tinha evento épico rolando em São Paulo. Mais especificamente o Spiderman Fan Fest que a Sony e a Marvel organizaram lá no Auditório do Ibirapuera. Assim, saí do trabalho e já peguei um táxi direto pro parque. Peguei uma filinha básica, mas pouco antes das 20h já estava pegando minha credencial e meus brindes do filme Homem-Aranha: De volta ao lar (dois batecos infláveis, um pôster, uma máscara e uma sacola de pano), cortando a manada de fila da rampa e correndo procurar um lugar. Como eu estava sozinho, dei sorte e encontrei uma cadeira extremamente próxima do palco (a uns 10m, mais ou menos). Começou com o pessoal do Omelete falando um pouco sobre a trajetória do heroi e a expectativa pro filme novo, passando pro trailer, um mini concurso e cosplays (tinha até um cara vestido de Fantástico Homem-Saco) e de repente entraram uns malucos com metralhadoras de brinquedo e máscaras do Capitão, do Homem de Ferro e do Hulk (igual os bandidos que o Aranha enfrenta no trailer) dando tiros pro alto e fingindo tomar o auditório. E pouco depois, sob muita gritaria, chegaram o Tom Holland (Peter Parker) e a Laura Harrier (Liz Allen) pra uma entrevista na qual eles contaram como foi conseguir o papel, conhecer os Vingadores (eles são quase crianças hoje então quando o primeiro Homem de Ferro saiu o Tom tinha 12 anos) e contar causos das filmagens. O moleque é muito gente boa e faz piadinhas a todo momento (exatamente como o verdadeiro Parker faria). Ele contou por exemplo que tinham levado eles no restaurante Dom e que tinha comido formigas e achado interessante a culinária local. O entrevistador contou pra ele que não comemos formigas por aqui (essa é só uma frescura desse restaurante, que você pode conferir no episódio dedicado a ele na série Chef´s Table da Netflix). E o Tom meio que soltou (com outras palavras) um "Então porque me fizeram comer?". Foi sensacional poder participar de um evento desses (que não costuma acontecer com frequencia no Brasil muito menos aberto pro público), então sou eternamente grato a todos os envolvidos por poder conhecer de perto o próximo intérprete daquele que provavelmente é meu herói favorito. Vai teia!