quinta-feira, junho 27, 2019

Troco stories por comida


Semaninha cheia! Segunda-feira saí do trabalho e fui pro cinema conferir o último filme da série que deu início ao boom de filmes de super-heróis que vivemos hoje: X-Men Fenix Negra.
Terça-feira, um amigo de uma agencia me descolou um trampo de influencer: comida e bebida de grátis em um hotel refinado de SP sendo que em troca tudo que eu tinha que fazer era tirar algumas fotos da marca no patrocínio do evento. E assim, eu e a Amanda nos entupimos de queijos, pizza e bons drinks (gin, vodka e td mais), enquanto fingíamos nos importar com o resultado do jogo do Brasil na Copa América. A vida é doce como açúcar!
Quarta, véspera de feriado, com nossa viagem pra Natal cancelada devido a falência da Avianca, voltamos pra Jau enquanto eu tentava fazer a Manda pegar gosto por podcasts.
Quinta-feira, meus pais fizeram uma lasanha caprichada (que fica ainda melhor com a massa própria no lugar do macarrão, manta de mussarela de búffala e azeitonas pretas) pro almoço, fechei Donk Kong Jungle Beat no Wii, li algumas hqs, fui com meus pais conhecer a nova loja hipster jauense de cookies (que apesar de servir um cookie honesto, infelizmente deixou um pouquinho a desenhar, já que não serviu as bebidas que meus pais pediram porque "a cozinha estava fechada", precisa de chef pra fazer chá agora?) e a noite saí com aManda comer um lanchão nos Baratheon de sempre, chegando em casa cedo o bastante pra assistir um pouquinho de Star Trek: Nova geração.
Sexta-feira, passei o dia jogando um pouquinho de Mario Galaxy 2 (que fica ainda mais lindo numa tv de tubo), comi almoço da Maria, tirei uma boa soneca a tarde, assisti Money Monster com minha mãe (depois passamos no Monkafé pegar umas coxinhas) e depois fui com a Manda encontrar o Shaolin e uns irmãos que conheciam meu irmão no Vitrolê pra tomar umas cervejas. Segundo a lenda, meu irmão e eu éramos gênios na escola, que tiravam nota sem precisar estudar porque nossos pais "tem mais livros que a biblioteca nacional em casa". Fazendo minha parte nas compras de livros pra que isso um dia seja verdade =b
Sábado meus pais assaram uma maravilhosa "torta de frango, receita de vó" pro almoço e testaram uma nova receita de pudim de côco (que só não ficou melhor porque minha mãe tem a mania de sempre mexer nos ingredientes), joguei um pouquinho de Zelda: Twlight Princess, assisti vários episódios de Chernobyl com meus pais (seriado realmente muito bem feito, merece o "chernobinge") e a noite fui com aManda encontrar o Gustinho e a Marina no Scooters (um lugar que anos depois da inauguração continua caro e esnobe demais pro meu gosto). 
Domingo tomei mais um maneiro café mineiro com meus pais, sempre muito bem acompanhado de com pão com geleia, assisti a versão estendida de X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (The Rogue cut) pra relembrar dos bons tempos da franquia no cinema, li mais algumas hqs no tablet (como por exemplo, Turma da Mônica: Laços pra me preparar pro novo filme e a elogiada nova mensal do Venom). Meus pais assaram uma nova torta de frango, tirei um cochilo e rapidamente o feriado já tinha ido embora e era hora de voltar pra Metropólis.

quarta-feira, junho 19, 2019

X-Quermesse

Na quarta, eu e aManda decidimos passar o Dia dos Namorados em casa, pra evitar o estresse de perder a noite toda parados na fila de algum restaurante. Fizemos em casa um filet mignon com molho de gorgonzola topzera e até sobrou um tempinho pra eu jogar meu presente: o "novo" God of War pra PS4.
Sexta-feira, devido à greve geral que paralisou várias linhas de metrô, pude fazer home office e curtir um pouco o sofá. Tinha trabalho pra caramba pra fazer, mas poder fazê-lo de samba canção, deitado no sofá é sensacional. Deu até pra almoçar com aManda no Cana Brava e dar um pulo na lojinha "duty free" da Brigadeiro. 
A noite, pegamos o carro e pegamos a estrada. Chegamos pouco depois das 23h, mas deu tempo de experimentar um lanche que meus amigos haviam indicado como o novo "melhor sanduíche de vaca da cidade": o bar do Carcamano (palavra que geralmente serve pra designar um italiano pertencente a alguma máfia ou ligado a qualquer crime, mas no brasil dá-se esta definição a qualquer descendente de italianos. Segura aí com esse preconceito).
 O lanche era ainda melhor do que eu  imaginava. Literalmente maior que meu antebraço, muito bem recheado e custando menos que um hambúrguer gourmet paulistano.
Sábado de manhã, tomei café da manhã com meus pais provando várias coisas que eles tinham trazido de sua última viagem à Minas. Tinha queijo, café, geleia e tudo que há de bom, fora vários outros presentinhos.Abri várias hqs que haviam chegado pelo correio e fizemos o almoço em casa (na verdade, meus pais fizeram tudo, da salada ao pudim de sobremesa, eu só contribuí com o molho de gorngozola rs). Tirei um cochilo, assisti o novo documentário do Bob Dylan dirigido pelo Scorcese e a noite fui com aManda e meus pais na quermesse da Santo Antônio comer umas fogazzas, paçocas e lanches de pernil.Saindo de lá, fomos encontrar o Gustinho e a Marina pra tomar umas cervejas no Armazém, mas o frio e o cansaço fez todo mundo voltar cedo pra casa.
Domingo meus pais fizeram macarrão a quatro queijos pro almoço (acompanhado de linguiças e joelho de porco), assistimos a zoera do Adam Sandler com "O Expresso do Oriente" (filminho realmente divertido), fiz um ensaio fotográfico dos meus bonecos dos X-Men pra entrar numa promoção provando que sou o maior fã dos mutantes do planeta, e logo já era hora de voltar pra Metropolis.

quarta-feira, junho 12, 2019

Checklist completa!

Esse foi um final de semana bem cheio. Já no almoço de sexta, por motivo de "fila maior" no Vinil Burger, acabei indo com uns amigos do trabalho conhecer um lugar que eu queria ir há muito tempo: a cervejaria da Brew Dog. Fora vários pints diferentes, eles ainda tinham uma promoção no almoço de dois hamburguers show pelo preço de um. Great Success! A noite, eu e aManda estreiamos uma fundizera que ganhamos de casamento e começamos a nova (e excelente, como de costume) temporada de Black Mirror. 
No sábado, enquanto a Amanda passava o dia no seu curso pra virar auditora, fui na ACM, passei na garage sale da editora Mythos (onde completei minha coleção de Hellboy e garanti várias outras promoções), tomei um açaí no Shopping Light e durante a tarde conferi uma visita guiada pela 9a Arte Galeria, onde está rolando uma exposição do Marcatti, um dos grandes nomes das hqs underground. Obviamente, voltei com alguns autógrafos pra casa e fiquei jogando o maravilhoso Sonic Mania até aManda chegar.
Quando isso finalmente aconteceu, fomos pro Shopping Frei Caneca. Jantamos umas asinhas apimentadas e um lanche de picanha no Prime, depois assistimos no cinema a versão live action de Aladin, que ficou sensacional! Sério, esse sempre foi meu desenho favorito quando criança e estava com os dois pés atrás antes de ver o filme. Mas caramba, a Disney não erra mesmo. O filme é ótimo, recria cenas como a chegada do Principe Ali em Agrabah (que eu nunca imaginei ver filmadas) com maestria e estou com a trilha sonora rolando no Spotify até agora!
No domingo de manhã, fui fazer um alongamento com aManda na ACM só pra garantir mais um carimbo no meu "passaporte de inverno" da academia, depois passamos no Marajá pegar umas barquinhas recheadas pro almoço.
Uma soneca e várias páginas de Hellboy depois, pegamos um metrô pro Memorial da América Latina, onde tinha acabado de começar o show da Lilly Allen. Funny story: um belo dia entrei no site da Livepass pra comprar ingressos pro show do Iron Maiden. O site me colocou em uma fila de espera pra pegar ingressos gratuitos pro show da Lilly Allen. Pensei "por que não?" e poucos dias depois lá estávamos nós.
Há 10 anos atrás, quando ainda assistia muito Multishow e VH1 com meus irmãos, ela lançou um cd chamado "It´s not me, it´s you" que eu baixei e cansei de ouvir no iPod. E só por essas músicas (Not fair, the Fear, 22 e Fuck You, encerramento do bis) já valeu a pena. Saindo de lá, passamos em uma pizzaria que reabriu perto de casa, pegamos uma janta e voltamos pra casa terminar de assistir o filme "Grandes Olhos".

quinta-feira, junho 06, 2019

Coxinha, sofá e brigadeiro

Esse sábado aproveitei pra ler mais alguns clássicos Marvel da dupla Lee/Kirby que pipocaram na "banca do buraco negro das coleações" esses tempos. Caramba, é incrível como não exista nada novo tão bom quanto o que esses caras produziam nos anos sessenta. Também dei a religiosa passada na ACM e depois o plano era ir no Johnny´s comer um bifinho a parmigiana, mas tava chovendo demais e acabando ficando mesmo com uma feijoada do vizinho Cana Brava (que tava bem boa por sinal).
A tarde, eu e aManda começamos a assistir "Good Omens", nova série da Amazon que todos os seis episódios escritos pelo Neil Gaiman (gostei bastante, melhor até do que o seriado de Deuses Americanos). E a noite, fomos pro aniversário da Duda. O carro quase ficou no meio do caminho, quando aManda teve que enfrentar uma rampa de 90 graus, mas conseguimos chegar inteiros, prontos pra devorar um punhado de salgadinhos, lanchinhos e docinhos temáticos da Minnie. 
Domingo de manhã, em mais um dia chuvoso, aproveitei pra baixar o jogo Alice: Madness Returns, que acabou de entrar no vault da EA Acess, uma bela releitura desse clássico da literatura. Amanda fez macarronada pro almoço, fui na ACM, li mais algumas coisinhas e passamos o resto do tempo conferindo mais episódios da série do Gaiman, comendo pizza ou assistindo a algum desenho animado, como Adventure Time ou Final Space. 

quarta-feira, maio 29, 2019

Crème de la crème da culinária Picagova

Nessa sexta, depois de muito tempo eu e aManda finalmente voltamos pra capital do calçado feminino. Sábado de manhã, fiz banho, tosa e corte de cabelo no Pet Shop, tomei café da manhã com meus pais (a Maria supostamente errou alguma coisa na hora de fazer o brownie, que acabou ficando mais gostoso do que nunca). Depois, eles fizeram um maravilhoso bife a parmigiana pro almoço. Meu pai saiu buscar um six-pack de Stellas pra gente petiscar nozes e castanhas enquanto trocávamos as novidades das últimas semanas, e pra sobremesa abrimos os últimos ovos que sobraram da Páscoa.
E depois dessa refeição digna de um rei, passei boa parte da tarde hibernando, e outro pedaço dela vendo um filminho do Tom Hardy interpretando gêmeos na Netflix. A noite, aManda passou me buscar (olha aí, agora tenho chofer!) e a gente foi encontrar o Gustinho, a Maryna e a irmã dela e o cunhado deles no Bar do Veio, onde tomamos umas heinekens com uma maravilhosa porção de provolone a milanesa. O bar fechou cedo (não era nem meia noite quando fechamos a conta), mas o frio nos garantiu uma medalha de prata. 
Domingo acordei cedo a toa, como qualquer idoso, e assisti a animação "Batman & Tartarujas Ninja". Caramba, como esses mundos combinaram bem. O destruidor é um típico vilão do Batman! No almoço, a Amanda veio nos visitar e meus pais fizeram outro forte candidato a ultima refeição que eu pediria se um dia fosse parar no corredor da morte: lasanha materna! Uma combinação perfeita de queijo, presunto, azeitona, carne moída, molho de infância, parmesão ralado e massa de macarrão comprada em banca (que todo mundo sabe que é o melhor lugar do mundo pra se comprar qualquer coisa). A tarde, leitura de alguns quadrinhos disney, cochilo e assisti com minha família o vídeo do meu casamento (que finalmente foi entregue, mas que infelizmente parece ter sido editado às pressas). Pouco depois, já era hora de arrumar as mochilas e pegar novamente a estrada, no caminho de volta pra vida adulta.

terça-feira, maio 21, 2019

Virinha Paulista

Essa semana passada foi realmente cheia. Quarta de manhã tive aula de Power BI antes do trabalho, e saindo da agência fui pro Sesc da Av. Paulista pra uma aula de Publicação Independente de HQs. A rua tava cheia por conta da manifestação dos estudantes contra o Biroliro, e cheguei uns 15 min atrasado. Felizmente, a aula era numa biblioteca, então consegui acompanhar tudo do melhor lugar: um sofazinho show que ficava colado na tela do professor. O curso é bem técnico (cores, formato, margens, etc) e acredito que os encontros serão bem proveitosos.
Na quinta, aproveitando a notícia de que minha nova agência ganhou a principal conta do meu antigo empregador, o expediente acabou mais cedo pra comemorarmos a vitória da concorrência com um happy hour. Chamaram os pizzaiolos do Faustão pra fazer a alegria da galera, tinha cervejinha do meu cliente a vontade e um DJ no subsolo. 
Sexta de manhã, a agência recebeu um comediante da Globo (diretor do núcleo de comédia do canal) pra uma palestra bem interessante, na qual além de mostrar várias oportunidades de product placement na TV, ele revelou umas novidades bem bacanas sobre programas como Escolinha do Prof. Raimundo, Tá no Ar e obviamente Choque de Cultura!
Sábado a Amanda tinha curso de auditoria, então passei a maior parte do dia sozinho. Aproveitei pra ler muita coisa (clássicos do Capitão América e Falcão), jogar videogame (como o excelente jogo "What Remains of Edith Finch"), terminar séries (a 5a temporada de Vikings tinha todas as batalhas que eu esperava ver e não tive na 8a temporada de Game of Thrones), ir na academia e tirar uma soneca. Quando aManda chegou, fomos dar uma volta pelo bairro, onde estava rolando a Virada Cultural.
Esse ano, bem na frente da Praça D. José Gaspar (a 5 minutos de casa), teve o Fuegos Festival, uma seção de barraquinhas dedicadas a churrasco. Várias costelas queimando no chão, varais de linguiça e pernis sendo assados. Provamos uma costelinha com farofa de paçoca (provavelmente a melhor costela que já comi na vida), baião de dois com porco assado (fenomenal), e um outro churrasco no barbecue (a pior escolha), tomamos um chopp show e depois fomos tomar um sorvete servido num cone de churros recheado com brigadeiro gourmet!
No domingo acordei umas 9h, tomei café da manhã com aManda, depois saí em direção a Rua Rio Branco, pra curtir um show do Sepultura! Cara, eram 9h30 da manhã, achei que ia estar vazio, mas estava lotado (tanto de gente que acordou cedo pra isso, quanto de pessoas que realmente tinham virado a noite na rua). Até o vocal (um americano, que já toca com a banda há quase 20 anos) tava surpreso "Tem gente vendendo pão na chapa aqui, tem gente tomando cerveja ali", ele comemorou em português, com sua voz gutural de monstro de cinema. Apesar de sempre ter acompanhado a banda de longe, admito que nunca foi uma das minhas favoritas (acho o som pesado demais), mas um show de graça, do lado de casa, não dava pra negar... 
Quando a banda terminou de tocar, saí de la convertido. Sepultura é foda, e justamente por fazer um som pesadíssimo, completamente diferente do que estou habituado a escutar. Os caras simplesmente destroem, e você sai do show de alma lavada, gritando como um monstro, mas não de raiva. De alegria, só pra extravasar.
Voltando pra casa, fiz uma meia hora de bike (aproveitando o embalo da animação proporcionada pelo show) e depois de um merecido banho, saí com aManda mais uma vez em busca de novas experiências gastronômicas.
Enquanto a gente andava, acabamos topando com o show da Anitta, que rebolava ao som de suas músicas mais conhecidas no Anhangabaú, e com barraquinha vendendo até carne de jacaré. Acabamos optando por algo menos excêntrico (o cassoulet do restaurante Esther Rooftop, do chef Olivier, que estava muito bom e o varal de linguiça da Osteria del Rosso, que também tinha um gosto bem diferente).
Depois, passamos o resto do dia em casa mesmo, vendo Netflix e aguardando o final de X-Men: A Saga da Fênix, quer dizer, da oitava temporada de Game of Thrones.

terça-feira, maio 14, 2019

Valvaselfie

Nesse final de semana, meu irmão e meus pais vieram pra metrópole pra gente comemorar aqui o Dia das Mães e o aniversário do meu bro. Então, na sexta mesmo já começamos as celebrações, indo com a família toda comer uma pizza ali na frente da Veri. O legal de São Paulo é isso, não importa pra onde você se mude, tem uma pizzaria a poucos passos de distância.
Sábado de manhã saí dar rolet com aMotorista de carro, passei na ACM, depois encontrei meus pais, meu irmão e a Iza pro almoço na Osteria Generale. Saindo de lá, passei com o casal V na Toyshow, onde tava rolando uma exposição de um Delorean (o carro do filme "De volta pro Futuro") e várias promoções de Funko (me controlei pra sair de lá sem nenhum). De volta pra casa da Veri, tomamos café com cookies e brownie que minha mãe tinha trazido.
Depois, passamos a maior parte da tarde brincando com os filtros do Snapchat, transformando minha mãe em homem, meu pai em mulher, a Veri no Gui e o Gui, eu na Amanda e o Gui na Veri. Magia!
Fui pra casa tomar um banho, depois fui com aManda pro Forno, tentar pegar uma mesa pra tentar fazer minha família conhecer um dos meus restaurantes favoritos. Chegamos as 20h, com a esperança de conseguir sentar as 21h. Fomos chamados pra entrar só as 22h (eu realmente não sei porque eles não se mudam logo pra um luga rmaior), mas pelo menos a espera não foi tão sofrida porque sentamos em um buteco ali do lado antes, pra tomar suco.
Pedimos a maravilhosa caponata de beringela (um prato típico da culinária da Sicília, que consiste em beringela salteada num refogado de tomate e cebola em azeite, temperado com alcaparras, vinagre e açúcar.), lanche de pastrami e várias pizzas, tomamos uns chopes incríveis que eles servem por lá. E ainda ganhamos até um pudim na faixa, por termos aceitado trocar por uma mesa menor. Great Success!
Domingo acordei 9h, tomei café da manhã com aManda e depois fiquei até as 11h enfrentando ratos-humanos num novo joguinho de RPG no Xbox (Warhammer2: Vermintide). Depois fomos encontrar meus pais, meu irmão e a Iza no apartamento da Veri. Era Dias das Mães, mas cardápio dos filhos. Minha mãe tinha preparado o prato favorito de cada um (parmegiana de carne pra mim, de peixe pro meu irmão e estrogonofe pra sista), pra não ter briga e agradar todo mundo. Entregamos os presentes dela, abrimos champanhe, cantamos parabéns pro meu bro, e comemos uma torta de morangos em formato de coração. Depois, quando chegou a hora do meu irmão e a namorada irem pra rodoviária, voltamos pra casa com uma sacola cheia de brownies e marmita pra semana toda! 

sexta-feira, maio 10, 2019

Battle Royale Fortnite (ou traduzindo "A batalha real pra hoje a noite")

Chego do trabalho e a primeira coisa que faço é ligar a caixa preta. 
Frodo senta-se ao meu lado e começamos a confabular qual será o próximo mundo que vamos visitar.
O cachorro dele começa a latir.
Agradecemos ao motorista do ônibus voador.
Pulamos de para-quedas em um posto de gasolina e começamos a coletar armas, coletes e munição.
 Em seguida, depredamos as paredes da loja de conveniência com picaretas pra coletar madeira, pedras e tijolos.
A Amanda chega em casa, impregnando a batalha com o cheiro de torta de frango do Marajá. 
Nosso mundo começa a diminuir, consumido por gases tóxicos.
Temos que correr do posto pra zona de batalha. 
Shaolin e Ney materializam-se junto a nossa localização no mapa e começam uma conversa completamente aleatória sobre o fim do petróleo. 
No meio de uma frase ou outra, um dos quatro tenta sugerir a melhor estratégia militar a seguir.
Encontramos um bolo gigante e começamos a dançar ao redor dele.
Minha sala é pequena, mas agora estamos em cinco pessoas (quatro delas estão vestindo pijamas, uma está só de cuecas), um cachorro, dois gatos e um periquito. 
Abaixo de nós, um grupo de torcedores do Palmeiras comemora um gol.
Tem 96 pessoas querendo me matar e a Amanda acha que tenho tempo pra ouvir as reclamações dela sobre a vizinha de cima.
Enquanto eu estava distraído, alguém construiu uma casa de madeira sem portas e eu faço uma piada por termos sorte de ninguém da turma ter tentando se formar em engenharia.
A guerra está sendo televisionada, mas não tem ninguém assistindo.
Atirei em um desconhecido com um rifle mas ele fugiu (usando uma cama elástica), antes que eu pudesse terminar o serviço.
Ele não estava sozinho.
Logo atrás dele, vinha um estranho que vestia uma roupa de ursinho com uma cabeça rosa gigante.
Não contente apenas em me encher de tiros de escopeta e roubar meus itens, o ursinho começa a dançar e a bater palmas.
Shaolin o elimina com um tiro certeiro na cabeça.
Estou agonizando agora, me arrastando pelo chão.
O Frodo reapareceu de trás de uma pedra e me ofereceu uma armadura e um kit de primeiros socorros.
Ao parar pra me ajudar, foi atingido por uma granada.
Um outro desconhecido, usando o corpo de uma mulher e um chapéu de cowboy, nem espera que eu me coloque de pé e acaba comigo usando uma marreta gigante de madeira.
Eu grito de dor. 
O cachorro uiva.
O periquito agita suas asas.
A Amanda me dá uma bronca, me lembrando que temos vizinhos e já é tarde.
A Alessandra diz que a Amanda tem razão, e chama o Frodo pra ir dormir.
Ele diz que já vai. Sua mulher vai embora fungando.
A Amanda levanta pra escovar os dentes. 
Mulheres não entendem a guerra.
Todos meus amigos estão mortos agora.
O Ney preferiu sair fumar um cigarro do que ressuscitar.
Tenho fome, mas tenho que seguir em frente.
Sou um soldado.
E nossa batalha...
E essa febre...
A batalha real nunca termina...

terça-feira, maio 07, 2019

Star Wars Day recheado com queijo empanado


Nesse sábado, aproveitei o embalo do Star Wars Day (May the 4th be with you) pra fechar a DLC de Star Wars Battlefront 2, joguinho bonito que tinha baixado recentemente pela assinatura da EA. 
Na hora do almoço, eu e aManda fomos encontrar meus pais no Shopping Bourbon, onde  eles iam ver uma peça com minha tia Fátima. Almoçamos no Andiamo (lasanha =b)depois tomamos um café (incrível, que tinha um alfajor inteiro dentro) na Havana. E quando eles foram pro teatro, demos uma passada no mercado pra não ter que pagar o estacionamento e então voltamos pra casa.
Muitos quadrinhos depois (principalmente Thor: Ragnarok, da imbatível dupla Stan Lee/Jack Kirby), caminhamos até uma nova unidade do Bullger (aquele que frita um camembert inteiro e joga no hamburger), que abriu bem ali na Av. Ipiranga, a menos de 5 minutos de casa. Depois, paramos pra provar a Sorveteria do Centro, que ficava bem na próxima esquina. Eles servem um sorvete de leite coberto com calda de brigadeiro e bacon! Sim, um bacon lindo, pururuca tipo pipoca, igual a que servem na Casa do Porco. E o pior é que combina muito, deixando o sorvete crocante e menos doce! Fora que a casquinha de chocolate, com gosto de nescau foi uma das melhores que já provamos! Voltamos pra casa e assistimos o filme live-action do Ursinho Pooh(F), que infelizmente é tão sem graça quanto o desenho costumava ser.
Domingo seguiu o mesmo marasmo. Leituras, academia, podcast e na hora do almoço tirei a poeira da churrasqueira elétrica pra assar umas carnes que tínhamos comprado no shopping no dia anterior. O churrasco ficou show,  depois sob chuva, só nos restava tirar um cochilo, ler mais uns quadrinhos e passar o resto do dia assistindo TV (destaque pro filme "Eu, Tonya", baseado em uma história real que mais parece ficção).

quinta-feira, maio 02, 2019

Porque o "Dia do Trabalho" não chama "Dia da Folga"?

Nesse sábado a tarde, depois de muitos anos (desde o primeiro filme dos Avengers, pra ser mais exato), voltei com a Amanda pro cinema 4D do Shopping JK pra assistirmos juntos Vingadores: Ultimato, a conclusão da maior saga já feita no cinema (em dez anos e 22 filmes). Eu admito que esperava tanta ação quanto a que rolou em Guerra Infinita, senão nem teria feito questão de ver o filme em 4D (com cadeiras mexendo, efeitos de luz e de fumaça, etc), mas mesmo mais parado do que eu imaginava, o filme ainda é uma puta obra de arte, que com certeza merece o melhor cinema. Não só isso: um cinema onde o balde de pipoca tinha o formato da cabeça do Thanos, pra constatar com a cabeça de Homem de Ferro da minha coleção!
Saindo do filme, pegamos o carro e aproveitamos pra passar no apertadíssimo drive do Wendy´s, que ficava no caminho e serve um burger de gorgonzola sensacional.
Domingo de manhã, depois de treinar na ACM, eu e aManda passamos no Marajá pra comprar uns quitutes pro nosso grande piquenique! Dirigimos até o Jardim Botânico de São Paulo, um lugar enorme, bem bonito e muito mais cheio de gente do que eu imaginava. Cheio de verde, com alguns lagos, duas estufas, algumas trilhas e várias pessoas fazendo picnics no gramado. Um passeio bem diferente, que vale a pena fazer e não entendo porque não fizemos antes. Caminhamos por todo o parque, tiramos umas fotos, comemos nossas barquinhas de queijo, enrolados de presunto e docinhos(donut pra mim, canolli pra ela), depois voltamos pra casa pra cochilar (antes que caíssemos na grama pra dormir por lá mesmo, já que a sombra estava bastante convidativa).
Depois, passei boa parte do tempo jogando Marvel vs Capcom Infinite, joguinho bem bacana que tinha tudo a ver com o clima do final de semana, já que te coloca pra jogar com vários Vingadores, na luta contra Ultron e Thanos, pela posse das joias do infinito.
Segunda-feira, acordei cedo pra ver Game of Thrones (se deixasse pra noite, teria tomado todos os spoilers do mundo) e terça passei o dia em uma série de palestras no escritório do Google, que tinham como tema iDDM (indiviudal Data Driven Marketing) e cujos coffebreaks estavam incríveis.
E então quarta, já era dia de relaxar mais uma vez, graças ao feriado de primeiro de maio. Passei a manhã ouvindo podcasts enquanto treinava na ACM e lendo algumas coisas (o "Buraco negro das bancas" disponibilizou essa semana vários volumes de uma coleção da Marvel que custavam R$60 pela bagatela de R$20!). Enquanto isso, aManda fazia aulas de direção para habilitdaos e quase chegava em Santos.
Na hora do almoço, quando ela voltou, fomos conhecer o Johny´s, um restaurante/boteco na Santa Cecília, famoso por servir um parmegiana gigantesco. Pedimos o parmegiana de filet mignon pra duas pessoas, mas o garçom (felizmente) trouxe o prato que supostamente é pra uma pessoa só. Já foi difícil dar conta da versão individual, que era praticamente meio boi coberto com uma tonelada de queijo. Depois passamos no Sacolão, li mais um pouco, joguei Star Wars Battlefront II (as partes com naves estão incríveis!) e assisti ao último Jurassic World ("Reino Ameaçado", bem sem graça, por sinal). Nada como um feriado de quarta-feira, pra dar uma aliviada na semana. =)

quarta-feira, abril 24, 2019

E no oitavo dia, Deus criou o feriado...

Quinta-feira, saí do trabalho direto pra rodoviária Barra Funda, onde ia encontrar aManda pra nossa volta de busão pra Jaú. Maluco, como eu não sentia falta disso! Passamos 40min numa fila pra retirar passagens que já tínhamos comprado (com taxas!) pela internet. Faz sentido isso, Brasil? Quando finalmente chegou nossa vez no guichê já estávamos quase pulando no pescoço do balconista. Depois disso, o onibus até que saiu na hora, botei um filminho pra rodar no celular e perto das 2h da madrugada chegamos na capital do calçado feminino.
Sexta de manhã, tomei café com meus pais (tinha até uma batata doce show com manteiga derretida), minha mãe me mostrou as fotos de casamento que ela tinha mandado imprimir (que ficaram show numa moldura que tem uma réplica do nosso convite gravada no vidro), li uns quadrinhos (pra variar), e no almoço meu pai fez moqueca e batata assada recheada. Minha mãe me levou buscar o carro consertado no Lucão, joguei um pouco de Centipede no Atari e depois saí com aManda dar umas voltas de carro (agora ela ta dirigindo até em SP!) e tomar um sorvete de Dois Córregos no centro de Jaú. A noite, ela assou umas pizzas de marguerita na vó dela (ficaram show como sempre) e fui dormir cedo, logo depois de assistir um pouquinho de Star Trek.
Sábado de manhã, assisti Gotham by Gaslight (animação do Batman na época do Jack Estripador), fui na Arena Games e acabei saindo com um joguinho novo de Super Nintendo (o maravilhoso Star Fox, que só depois de tanto tempo percebi o quanto é uma homenagem a Star Wars até no nome) e um chocolate no formato de um controle de PSX. Minha mãe fez estrogonofe pro almoço, tirei um cochilo, saí dirigir mais um pouco com aManda e a noite encontramos o Gustinho, a Maryna, o Frodo, a Lessandra e o Wella pra uns chopps e cervejas no Armazém. Jogamos conversa fora, comemos uns amendoins e ficamos até sermos praticamente expulsos pelos garçons (2h e eles ja estavam fechando os portões), mais uma medalha de ouro pra coleção.
Domingo de manhã trocamos ovos de páscoa (o de camafeu, da Casa do Chocolate continua sendo o melhor de todos), visitamos a vó daManda, e depois eu e ela almoçamos em casa comida de natal (Chester com champanhe), com meus pais, minha tia Fátima e minha irmã. Depois, só sobrava tempo pra tirar um cochilo e tomar um café, pra pegar uma estradinha cheia, parada e chata no retorno pra metrópole.

terça-feira, abril 16, 2019

O colecionador

Nesse final de semana, mais uma vez ficamos por São Paulo. A Amanda tinha curso, eu aproveitei pra colocar a leitura em dia (Principe Valente é muito foda! Sabia que o Hal Foster tinha 44 quando lançou a hq?), jogar um pouco, treinar na ACM e, aproveitando que pela primeira vez calhou de eu estar em SP na data, fui ao meu primeiro Festival Guia dos Quadrinhos. 
O evento é um pequeno encontro de fãs de hqs, mais focado na venda de pequenas lojas e trocas entre colecionadores, mas esse ano tinha a presença da Culturama. A nova editora dos quadrinhos Disney no Brasil, estava lançando os primeiros números de suas primeiras hqs mensais (pra se ter uma ideia, a última hq do Tio Patinhas da Editora Abril nas bancas foi a número 637, então um número 1 é algo realmente raro) e pra comemorar o primeiro número do novo almanaque Disney, eles trouxeram o autor italiano Francesco Guerrini, que estava não só autografando mas também fazendo sketches nas revistas da galera!
O evento rendeu. Comprei várias hqs importadas por 1 real, ganhei um poster do novo filme do Hellboy (a roleta me deu ingressos, mas eles estavam esgotados =s), peguei umas camisetas novas, assisti umas palestras (com o ator que fez o filme do super-herói brasileiro "O doutrinador", alguns podcasters que curto e com o pessoal da Culturama), barganhei "Batman Ano 100" com o pessoal do Pipoca&Nanquim e sai de la com vários quadrinhos disney (e um sketch do Tio Patinhas!). E legal que esse nem foi o primeiro autógrafo que eu peguei na semana, já que na 5a feira, eu fui num evento menor ainda que rolou na Ugra, onde estava ninguém menos que o  Paul Pope! 
Voltei pra casa, pedi uns hamburgers no iFood, e eu e aManda aproveitamos (ou desperdiçamos) o finalzinho da noite pra ver "O Doutrinador" (disponível completo no Youtube). O filme tinha tudo pra ser bom: fotografia, uniforme, trilha sonora (coincidência: na segunda feira, quem abriu o show pro Greta foi a banda Far From Alaska, que toca as principais músicas do filme), um protagonista dedicado ao seu papel...só que o roteiro...meh. Mais clichê impossível. Grande perda de oportunidade, infelizmente. 
No domingo, continuei minhas leituras (afinal, a pilha de aquisições só aumenta enquanto meu tempo disponível só diminui), treinei um pouco (ouvindo podcasts), e na hora do almoço fui com a Amanda no shopping Light comer um KFC (com arroz e feijão, pra pelo menos ser mais saudável). De sobremesa, um foundue da Cacau Show (sério, já provou isso? é realmente muito bom!).
Voltamos pra casa, tirei uma soneca, assisti um pouco de Netflix, pedimos uma pizza prime e, as 22h, assim como o resto do mundo, acompanhei a estreia da nova temporada de Game of Thrones. 


quarta-feira, abril 10, 2019

Gustt Von Starfleet


Nesse fds, decidimos voltar no sábado de madrugada. Saímos de casa as 5h (com a rua ainda cheia de bohemios e baladeiros deixando a rua mais segura), pegamos uma estrada tranquila e antes das 9h estávamos em Jaú.
Deixei o carro no Lucão pra ele investigar um barulhinho que estava nos incomodando, tomei café da manhã com meus pais, tirei uma soneca, montei uma nova estatueta do Batman baseada no Cavaleiro das Trevas do Frank Miller que tinha acabado de chegar pelo correio, e depois saí almoçar com meus pais um bom filet coberto de queijo no Jahu Clube
A tarde, li um pouco de Tintim e a Alfa-Arte (último álbum, inacabado mas publicado no formato rascunho, do Herge), assisti o filme "Tintim e as laranjas azuis", uma adptação bem decente do personagem. Apesar de não ser a história de nenhum álbum do Herge, os atores estão perfeitamente caracterizados. O Tintim fez 90 anos esses tempos, então saíram várias notícias novas sobre ele, que me deixaram com vontade de consumir diversos materiais que eu não conhecia ainda e aproveitei boa parte do final de semana pra isso.

Mais tarde, saí com aManda pra jantar o melhor lanche de vaca da cidade na nossa lanchonete favorita e em seguida fomos pro shopping de Jaú assistir Shazam. O filme era dublado e a chuva fez com que a sessão fosse interrompida no meio por conta de uma rápida queda de energia, mas pelo menos economizei não gastando com ingressos em um cinema de São Paulo. O filme é bem meia boca, infantil além do ponto e tanto o uniforme com enchimento e luzinha no peito quanto os vilões genéricos de massinha me incomodaram demais. Ainda assim, foi uma ótima escolha de programa, por que com a tempestade que estava caindo lá fora, todo mundo acabou desistindo de ir pra algum bar.
Domingo acordei cedo, comecei a ler um livro divertido do Tolkien ("Mestre Gil de Ham"), tomei café com meus pais, zerei Sonic Adventure e no almoço tivemos joelho de porco, salada de batata, champanhe e pizza de aliche (sim, isso tudo combina!). A tarde, continuei minhas leituras, tomei sorvete de DC com meus pais, e deixei o sono guardado pra usar no ônibus de volta pra São Paulo (o carro teve que ficar em Jaú, porque demorava pra desmontar seiláoque pra encontrar a fonte do barulho). Assim, depois de muitos anos, eu e aManda voltamos pra Jau, no conforto do busão, com a vantagem de agora podemos levar episódios baixados de séries da Netflix, embalados nos braços de Morpheus. O que não supera a desvantagem do alto tempo gasto no percurso e do preço abusivo da passagem, obviamente.

Segunda-feira, o dia passou até mais rápido enquanto eu só esperava o trabalho acabar pra ir o mais rápido possível pro show do Greta Van Fleet. Minha descoberta favorita dos últimos anos, que eu faço questão de apresentar sempre que consigo o controle do som com meu bluetooth. 
O show foi na Audio, pertinho de casa, num lugar fechado, cuja área do palco é pouco maior que o do General. Ou seja, deu pra ver a banda muito de perto! E caramba, faz tempo que eu só vejo dinossauro tocando. Foi muito bom ver o pique de uma banda realmente jovem, que preserva os bons costumes do bom e velho rock n roll raiz. A única banda do Lollapalooza que eu fazia questão de ver, em um show muito mais fechado, sem chuva, sem correria e muito mais barato. Alias, um dos melhores que eu vi em muito tempo. Um ótimo jeito de começar a semana! SHAZAM!

quarta-feira, abril 03, 2019

Re-lax

Esse final de semana, ficamos por SP mesmo, afinal também preciso tirar um tempinho da estrada de vez em quando. Eu tava precisando tanto de um descanso, que na sexta mesmo, só pedi um Life Burger no iFood pra comer com aManda, assisti um filminho na Netflix (Operação Fronteira, que começa muito bem mas se perde no final) e perto das 22h já estava dormindo.
Sábado de manhã, fechei Shadow of Tomb Raider (graças ao maravilhoso Gamepass, que traz esse jogo que custa mais de R$100 por uma assinatura mensal de R$1), li um pouco de Lobo Solitário, fui na academia com aManda, e saímos fazer umas compras no centro. Almoçamos uma feijoada honesta perto do Shopping Light, depois tirei uma soneca, joguei um pouco da DLC do jogo do aranha no PS4 e pegamos um uber pro Teatro Containier, onde estreava uma peça baseada no livro "O natimorto". Apesar de ter pontos interessantes (como o crescente cheiro de tabaco e a batida musical), a peça era bem desnecessária (vários atores fazendo um mesmo personagem, homem interpretando mulher, atuações exageradas) e não víamos a hora dela terminar pra voltar logo pra casa, pedir uma pizza, abrir um vinho (último chileno direto da fonte) e ver algo melhor na TV mesmo.
Domingo de manhã, continuei minhas leituras (contos do Conan, hqs do Batman, que completou 80 anos no sábado), fui pedalar um pouco na ACM, e na hora do almoço caminhei com aManda até o Riconcito Peruano, onde provamos um novo prato que traz a carne fodastica de sempre com um macarrão delicioso (mega apimentado) e uma nova sobremesa que mistura doce de leite, limão e pisco). A tarde tiramos um cochilo, levamos o carro pra um check-up, ouvi um disco novo, desenhei um pouco e pedimos frango frito pra janta. Assisti a animação "Reign of Supermen", adaptação muito boa de uma de minhas sagas favoritas dos anos 90, enquanto aManda terminava mais uma temporada de Friends (que continua genial ainda hoje, diga-se de passagem), e assim, nos preparamos pra correria de uma nova semana.


quarta-feira, março 27, 2019

Chá de beber

Nessa sexta, mais uma vez eu e a Amanda voltamos pra Jau, agora com o carro indo melhor ainda na estrada graças aos novos pneus (já que os antigos deram a vida por nós em Paraty), que saímos comprar na quinta-feira.
No sábado de manhã, tomei café da manhã (tinha até donuts!) com meus pais, joguei um pouco de Sonic Adventure, assisti o final da segunda temporada de Punisheiro (kapsa, mto kapsa) e depois saí com eles e minha tia Fatima pra almoçar no Jahu Clube um repeteco dos filés recém-descobertos no final de semana anterior.
A tarde, levei aManda comprar um colchão no centro, li um pouco, tirei um cochilo e logo em seguida já estava saindo novamente buscá-la pro Chá de Beber do Gustinho e da Maryna, onde descobrimos que o próximo agostinho novamente é um menino e embebedamos o futuro papai, que foi praticamente obrigado a tomar sozinho metade de uma garrafa de cachaça. Quem descobrisse o sexo do bebê, ganhava um cacto ou uma suculenta de presente. Tinha salgadinhos da Tia Aninha (não somos parentes) e finalmente pude provar o bolinho de feijoada que servi no meu casamento e me entupir com os docinhos maravilhosos que a sogra dele faz.
Domingo de manhã, assisti "The Dirt", uma nova cinebiografia do Motley Crue (que é realmente divertida e muito menos "polida" que a do Queen), mandei pra gráfica meu álbum de lua de mel, tomei café com meus pais e pouco antes do almoço fomos encontrar o Gustinho novamente, dessa vez pra gente ir junto achar um sítio perto de Macatuba onde o Frodo tava comemorando o aniversário da Sandra. Tinha muita gente de Bauru que a gente não conhecia, e eu nem bebi, já preocupado com a volta pra Sp que me aguardava mais tarde, mas ainda assim foi divertido. A carne estava muito boa, o lugar era bem legal e foi bom rever o Ney e conhecer sua garrafa customizada de chimarrão.Depois do parabéns (e de provar os 2 bolos da sodiê disponíveis), voltamos pra Jau. Tomei mais um cafézinho com minha família pra dar uma acordada, e logo, eu, aManda e minha tia já estávamos a caminho de São Paulo.

terça-feira, março 19, 2019

♪♪♪ Pela estrada plana, eu vou bem contente... ♪♪♪

Sexta-feira, eu e aManda voltamos pra Jau, levando o casal V de carona. Nem paramos no caminho, mas felizmente havia uma tradicional pizza do Rospinho esperando a gente em casa. Meu álbum de casamento, que eu tinha mandado imprimir vários meses atrás, também tinha finalmente ficado pronto e estava a minha espera quando cheguei no meu quarto. Ele ficou gigante e achei que as fotos ficaram bem legais, contando muito bem a história de tudo que aconteceu no dia (afinal, como eu estou milhões de vezes mais acostumado com a narrativa de uma história em quadrinhos do que com a de um álbum de casamento, é muito provável que o álbum se pareça mais com uma HQ do que com qualquer outra coisa).
No sábado, acordei cedo a toa. Montei o megadrive pra jogar Tanglewood, um jogo recém-lançado pra Mega Drive (não é incrível que continuem saindo jogos novos pra um console tão velho quanto eu?), que tem puzzles modernos e é bem interessante. Depois, tomei café e saí cortar o cabelo e fazer a barba. Em São Paulo, fazer essas duas coisas saem por volta de R$80. Na capital do calçado feminino, menos da metade disso.
No almoço, fui com meus pais e o casal V provar o novo restaurante do Jahu Clube. Eles agora tem uns pratos inviduais bem legais com preço de PF de boteco paulistano (ou seja, bastante justo pra um almoço de final de semana). Comi um bife com molho gorgonzola muito bom e provei outros molhos e queijos sensacionais que meus pais tinham escolhido. Fora isso, eles ainda estão servindo agora o chopp da Casa da Mina, nosso velho conhecido do Armazém.
A tarde, tirei uma soneca, li um pouco e montei um album pra minha mãe com os destaques Picagova de 2018. Depois, mais a noitinha, busquei aManda e fomos (com o Gustinho e a Maryna) provar um novo bar, o Dona Leopoldina, que serve uma ignorância chamada "Égua no prato" que parece uma pizza, é do tamanho de um prato e é basicamente um bife gigante coberto com ovo, calabresa, bacon, queijo, molho e azeitonas. Tomamos umas cervejas por lá e mais uma vez, fomos medalha de ouro, garantindo que fôssemos os últimos ao deixar o lugar, pouco antes do boteco fechar.
Domingo de manhã, conferi a nova série da Netflix chamada Love, Death + Robots, um compilado de animações de diferentes estilos, com 10min de duração cada, que realmente vale a pena conhecer. Depois tomei uma cerveja de cacau com meus pais, joguei um pouco de Shinobi 3 e almocei as batatas recheadas que meu pai assou (que como tudo em casa, tinha muito gorgonzola, o "bacon dos queijos", e sendo assim, não tinha como ficar ruim).
A tarde, assisti mais um pouco de TV (tem temporada nova de Arrested Development aí!), tirei outra longa soneca, passei buscar aManda, tomei um café com o pessoal e logo peguei novamente a estrada de volta pra Metropolis.

sexta-feira, março 15, 2019

A Marvelous Weekend

Nessa sexta, cheguei do trabalho e fui com aManda pro Madri, nosso novo "bar de sempre", na esquina final da Caio Prado, pra uma porçãozinha de picanha e umas caipirinhas. Lá é bom, bonito, barato, perto e ainda aceita VR. Perfeição em forma de boteco.
Sábado, ela foi fazer um curso de auditora que durava o dia todo e aproveitei pra descansar tudo que não descansei no carnaval. Passei o dia todo lendo quadrinhos e jogando videogame (fechei Quantum Break, que é kapsa e comecei Shadow of Tomb Raider, que é um belo jogo), parando só pra ir na academia e comer um parmegiana de dez conto que eu pedi pelo iFood porque não "podia" parar meus "afazeres" nem mesmo pra sair almoçar.
A noite, encontrei aManda na Augusta e fomos conhecer o Busger, que é tipo um food truck do tamanho de um ônibus (derp), onde comemos mozzarella sticks e hamburgers bem honestos. Estava chuviscand, mas pouco. Não o suficiente pra eu usar um guarda-chuva.
Domingo dei seguimento a minhas leituras, jogatinas e treino na ACM. E a tarde, fomos pro shopping Frei Caneca assistir Capitã Marvel no cinema. O filme é meia boca, mas até aí, nos quadrinhos a heroína também é, então nenhuma grande surpresa. Sem um diretor foda como James Gunn (de Guardiões da Galáxia) ou Edgar Wright (Homem-Formiga), não da pra fazer milagre querendo que um personagem lado B seja fodástico sempre.
Saindo da sessão, fomos pro Outback. Eu tava morrendo de vontade de uma porçãozinha de frango "american style", com pimenta, aipo e molho de gorgonzola, e chegando lá ainda descobrimos que comprando uma porção dessas e dois choppes eu levava uma caneca de brinde. Great Success! Nem pedimos prato principal, só o frango, o pão de entrada e uma sobremesa topzera (sorvete com brownie), já foram suficientes pra gente voltar feliz pra casa. Bom, mais ou menos felizes. Tava chovendo bastante, e tomamos uma puta chuva na descida de volta pra Roosevelt. Me molhei o suficiente pra acordar zuadasso na segunda, com uma dor de garganta dos infernos, tosse e nariz zuado e até quarta, já ter infectado a Amanda também. Savida =b

segunda-feira, março 11, 2019

Rippers Rocking Rio 2019

Sábado passado, madruguei com aManda, as 5h30 da matina, na tentativa de evitar o transito pra primeira grande viagem interestadual ripper em direção a Paraty, no Rio de Janeiro. Mesmo acordando cedo, pegamos um pouco de trânsito e entre todas as subidas e descidas horríveis do trajeto de menos de 300 km, acabamos demorando cerca de 5h na estrada.  Chegando na BR-101, onde ficava localizada a casa que alugamos via AirBnB, o GPS já não funcionava mais direito e apanhamos um pouco pra encontrar a estradinha da gaivota que levava até o local. Quando achamos, logo em seguida chegaram também o Frodo e o Gustinho, que vieram no mesmo carro de Jaú.
Pra subir até a casa na montanha, outro desafio. Nosso transformer sofreu pra escalar as íngremes estradas de terra e pra estacionar na vaga da garagem então, nem se fala, achei que nem ia conseguir e quando deu certo, deixamos metade dos pneus pelo caminho e achamos que tínhamos perdido o freio de mão.
Como todo mundo tinha visto o quanto a subida tinha sido sofrida, acabamos saindo almoçar só com o carro do Frodo (comigo e o Gustinho revezando uma vaga vip no porta-malas) e paramos em um restaurante na praia mais próxima, chamado Quiosque do Francisco.
Nisso, depois de descarregar e falar com a(s) dona(s) do local, já era quase meio da tarde e tava todo mundo faminto. Pedimos umas moquecas de siri e de peixe (a primeira delas maravilhosa, a de peixe nem tanto).
Depois voltamos pra casa e ficamos por lá mesmo tomando cerveja com amendoins, sendo consumidos pelos insetos, fazendo batidas, brigando pelo controle do Spotify e mais pro final da noite, um macarrão ao molho pesto.
No domingo, acordamos sem pressa (acordar cedo num feriado? good morning, bem), tomamos café com o maravilhoso bolo de cenoura da Marina e depois pegamos os carros (acabei tomando coragem de tirar o nosso da garagem, afinal era melhor descobrir se estava quebrado durante o carnaval do que no dia da volta) e fomos conhecer a Cachoeira da Usina, onde foram filmadas algumas cenas do filme Crepúsculo. Lá enfrentamos mais umas subidas do inferno, pistas únicas onde você tinha que dar ré desviando de pedras pra que vans subissem e coisas do tipo. Mas a trilha pra cachoeira mesmo era bem sussa (se perguntar isso pra Amanda, talvez ela discorde), e a queda d´agua era realmente bonita e tinha algumas piscinas e chuveiros naturais ao redor. 
Saindo de lá, paramos em Paraty mesmo pra almoçar em um restaurante chamado "Balacobaco", que servia uns pratos diferentes (comi um peixe com molho de laranja, gengibre e cachaça gabriela sensacional) e tinha uma nota topzera no Tripadvisor (que aprendemos que o Gustinho valoriza muito). Depois, demos um rolê pelo centro histórico, pra galera comprar umas tranqueiras e passamos no mercado comprar carnes.
Voltando pra casinha (que apesar de ficar localizada no inferno, tinha ar condicionado e sky em todos os quartos), tivemos a noite mais animada do nosso carnaval. Fizemos churrasco, colocamos só hits dos anos 2000 (en la folia...), vestimos nossas máscaras do Fábio Assunção e transformamos a salinha em uma balada psicodélica. Um belo dia, que nunca mais vai voltar.
Na segunda, todo mundo acordou tarde e acabamos decidindo ir pra Trindade. Não era a primeira opção que eu e aManda tínhamos em mente (gostaríamos muito mais de ir pra ilha do Cedro, mas o pessoal tava com medo de pegar barco pequeno ¬¬), mas pelo menos finalmente íamos pegar uma praia de verdade (nos dois dias anteriores, só vimos a praia de longe, da beira dos restaurantes).
Em Trindade, finalmente sentamos de boas num guarda-sol, entramos no mar, aManda tomou umas caiprinha e comemos porçõezinhas de peixe e camarão. Ficamos por ali a tarde toda e a estrada por ali até que estava de boa, só a volta pra casa que me irritou de verdade, principalmente porque errei o caminho e fui parar no topo errado da maldita montanha, sob risco de chuva e de não conseguir subir mais.
A noite, aManda fez uma massa de pizza que ela aprendeu pra viagem e o Frodo usou um machete pra cortar umas árvores que cercavam a casa pra fazer lenha pra gente acender o fogão (a lenha, derp). Deu trabalho pro fogo pegar, mas o esforço valeu a pena. As pizzas ficaram maravilhosas (tinha de 4 queijos, calabresa, marguerita e nutella com banana de sobremesa), e sobraram até uns pedaços pra gente levar no passeio do dia seguinte.
Terça acabou sendo o dia mais divertido de todos. Acordamos cedo e logo fomos até o pier no centro velho negociar com um barqueiro que pudesse nos levar pra um rolet pelas ilhas próximas de Paraty. 
Acabamos conseguindo contratar um barco vermelho e amarelo, possivelmente patrocinado pelo Mcdonalds, por um preço justo, que faria uma viagem exclusiva pra nós seis. Ele tinha até uma churrasqueira disponível, pena que a gente não sabia, senão teríamos até levado carne pra queimar em alto mar.
Nosso Mcbarco feliz zarpou por volta das 11h, paramos na Ilha do Araujo, em outra que não lembro o nome e ficamos a maior parte do tempo mesmo em um aquário natural, onde dava literalmente pra nadar no meio dos peixes, que chegavam quase a tocar na gente. Pena que não tínhamos nenhuma câmera a prova d´água na hora, as fotos ficariam incríveis. 
Descobrimos nesse dia que o Frodo não é muito um cara do mar. Ele não sabe nadar (ficava usando macarrões pra boiar onde não dava pé) e passou mal com o balanço das ondas. Enquanto o pessoal mergulhava, ele passou a maior parte do tempo em terra firme, e acabou "adotando" uma pedra gigante que quis levar de volta pra casa dele em Bauru. Eu tinha levado um snorkel, e o barqueiro emprestou alguns óculos, então o resto da turma se divertia com os peixes. Bom, isso até a Amanda passar mal também e a gente decidir que era melhor voltar logo pra cidade.
Depois de 5h de passeio, chegamos com fome (mesmo tendo levado lanchinhos e restos de pizza) e fomos direto pra uma sorveteria muito loca que fazia bubble waffles...uns bagulhos bonitos recheados de nutella e sorvete. Em seguida, pegamos os carros e voltamos pra casa, onde o Gustinho fez uns hamburguers deliciosos (e no ponto!) pra gente com o pouco carvão que tinha sobrado. O pessoal já tava morrendo de cansaço, então foi todo mundo dormir cedo.
Na quarta, tomamos nosso último café da manhã da alegria juntos, arrumamos as malas, e seguimos viagem. Voltei por ubatuba, uma das piores serras do mundo e um dos maiores medos que passei de que o carro fosse deixar a gente na mão. PS: a real e oficial pior estrada do mundo, é conhecida como "estrada da morte", fica na Bolívia e já passei por ela também, mas como eu não estava dirigindo (provavelmente, eu tava até dormindo), foi bem de boas. De qualquer forma, no final deu tudo certo, chegamos bem e a tempo de dar uma descansada antes de retomar a rotina e o trabalho, trazendo na bagagem mais uma divertida aventura ripper pra contar.