A dica de appp do momento fica pro ISSUU, que uso mais do que nunca no iPad pra economizar nos gastos com hqs. Ele é um serviço gratuito de streamming de hqs que tem praticamente de tudo (hqs novas da DC, quadrinho europeu, mangás, livros e Walking Dead). Nem todas estão em português, as vezes só em inglês ou espanhol. Mas como de cavalo dado (ou "emprestado") não se olha os dentes, ter um acervo tão amplo é simplesmente sensacional!
terça-feira, março 22, 2016
Sujo e achocolatado
sexta-feira, março 18, 2016
Lullapalooza
Esse final de semana eu e a Manda ficamos em casa. Não que tenha sido ruim. Assisti muitos filmes, desenhos e séries. Joguei videogame e li dezenas de hqs. E de quebra a Manda ainda fez várias porções (de carne, torradas com queijo e calabresas aceboladas) pra acompanhar minhas cervejas. Ou seja, não fui no boteco, mas ele veio até mim. Só saímos pra dar uma passada no Lullapalooza que tava rolando na Av. Paulista. Vimos até o Danilo Gentili por lá, mas tava tão lotado que nem ficamos muito tempo. E a Manda ainda ia se superar num lagarto com molho de cerveja e batatas, que me deixa com agua na boca só de lembrar!
Aí na segunda feira, a vida me compensou por ter guardado a grana do ingresso do lollapalooza. A banda Alabama Shakes (única do lineup que eu realmente fazia questão de ver), veio fazer uma tarde de autógrafos exatamente na Livraria (Cultura) do shopping que eu visito diariamente. Sem necessidade de ingresso ou de fila, acabei conhecendo pessoalmente a banda e levando pra casa um cd autografado. Como diria o grande Borat, "Great Success!".
segunda-feira, março 07, 2016
TOP
A sexta foi tranquila, com o ponto alto sendo a descoberta que eu e a Manda fizemos do quão maravilhosos ficam os espetilhos do "anbar de baixo", com "pão do marajá" e maionese Heinz.
Mas aí no sábado, o fds começou a ficar bem cheio de coisas interessantes, porque mais uma vez Jau veio até São Paulo. Ou mais especificamente, meus pais.
Almoçamos no The Joy com os VVs, e depois já fomos pro teatro assistir "Wicked", peça que acabou de estreiar no Teatro Renault (ou "Abril" pros íntimos).
Admito que não esperava muito dessa peça. Parecia ser só um caça-níquel tentando tirar mais uns trocados nas custas do L. Frank Baum. E sem pesquisar muito a respeito, achei erroneamente que seria a história de um colégio de bruxas, a la Harry Potter. Que feliz engano! A história é muito, muito boa! Realmente original, efeitos incríveis (tipo um dragão gigante que se mexe no teto) e com tramas bem construídas (bom, quase todas. Tem uma trama - a do professor Bode - que é simplesmente abandonada depois do primeiro ato, mas whatever) e divertidas. Gostei bastante, me surpreendeu, o único ponto negativo ficando talvez pra tradução. Como sempre, fui ouvir a versão gringa depois da peça, e as músicas "pegam" muito mais. Nessa peça em portugues, não tem nenhuma música que fica na cabeça. Coisa que não acontece geralmente, mesmo "dubladas", muitas das melhores músicas continuam sendo sensacionais. Exemplo:
Saindo de lá, passamos na Veri e partimos pro Mr Texas, uma pizzaria que conheci através de food porn no Instagram. O lugar é bem legal, apesar de ficar no meio do nada, tem mesa de pinball, chopp a preço justo e cães gigantes de pelúcia sentados nas mesas. A pizza era exatamente o que eu esperava, uma típica pizza americana. Massa alta, cheia de recheio (muito cream cheese!) e combinando perfeitamente com o catchup especial da mesa.
No domingo, fomos todos almoçar no Gato que Ri, e acabei provando uma das melhores coisas que já comi por lá, sem querer, só por ser o prato do dia, Picanha de Cordeiro com talharim ao molho de ervas. Bem diferente, gostei. Depois eu e a Manda fomos pra casa descansar e ver um pouco de Brooklyn99 enquanto meus pais terminavam de fazer o IR com a minha tia. Nos encontramos as 17h, no shopping Frei Caneca pra mais uma sessão de teatro, pra dessa vez assistir "Meu amigo Charlie Brown", que supostamente não deveria ser tão infantil quanto foi, mas ainda assim foi divertido.
No começo, a vergonha alheia bateu forte: "Caralho, tem adultos vestidos como crianças. O gordinho tá vestido de cachorro e tem um cara chupando o dedo". É estranho e bizarro, demora pra vc dar uma chance e realmente imergir na peça. Mas passando o desconforto incial, você consegue finalmente focar no humor das tirinhas do Charles Schulz e dar umas risadas. O musical off-Broadway estreiou em 1967, então da pra imaginar que as piadas são realmente mais "inocentes" do que as de uma "Família da Pesada", por exemplo. Mas não tem nada errado com isso. Na verdade, acho que o pior mesmo é o fator vergonha alheia, porque quando fui ouvir a trilha sonora depois gostei bastante das músicas.Uma coisa que eu nunca tinha reparado quando criança era no quanto o Charlie (autor ou personagem) era depressivo. Caraca moleque, se anima ae mano, vc tem um cachorro mó daora, neto do Silvio Santos, canta mó daora e talz!
A peça acabou cedo, e dela já emendamos mais um churrasco do "an-bar de baixo" e um pouquinho de Netflix, fechando mais um ótimo fds!
Ah, vale mencionar que eu também usei minhas novas habilidades de cafezeiro nesse fds, e meus cafés da manhã com a Manda tiveram um cheirosíssimo café do Kenya com gostinho de natal, ou chocotone, mais especificamente! =]
segunda-feira, fevereiro 29, 2016
Uh! Uh! Nice to meet you! Won´t you guess my name???
Para minha alegria (e desespero da Manda), mais uma vez a diversão da semana começou antes da sexta-feira chegar. Porque quarta-feira foi dia de riscar mais uma lista de monstros do rock da minha lista: um show dos Rolling Stooones! Saindo do trabalho, corri encontrar a Manda na entrada do Morumbi. Dessa vez íamos de arquibancada, então deu pra chegar, ir no banheiro mil vezes, pegar o final do show dos Titãs e ainda comprar um copinho maroto de recordação antes dos dinossauros Mick Jagger e Keith Richards subirem ao palco. Sob chuvisco, mas preparados com capas de chuva, foi só esperar um pouquinho e logo começou o grande evento.
Se vc entende o mínimo da banda, vai ver que eles tocaram todo o esperado no setlist: "Start Me Up" "It's Only Rock 'n Roll (But I Like It)" "Tumbling Dice" "Out of Control" 'Bitch" "Beast of Burden" "Worried About You" "Paint it Black" "Honky Tonk Women" "You Got the Silver" "Happy" "Midnight Rambler" "Miss You" "Gimme Shelter" "Brown Sugar" "Sympathy for the Devil" "Jumpin' Jack Flash" BIS "You Can't Always Get What You Want" "(I Can't Get No) Satisfaction"
Um grande show, não daqueles pra pular e suar no meio da galera (tipo Maiden ou AC/DC), afinal tinha vovôs no palco, mas com certeza algo pra ser lembrado pro resto da vida. Como sempre, valeu demais a pena (mesmo com o perrengue em lotação na volta), afinal...It´s rock n´roll but I like it, like it, yes I do!
E a lição que fica é: pra que envelhecer se um malandro de quase setenta anos pode ficar fazendo "Uh!Uh!" tipo uma ave bizarra por aí?
E a lição que fica é: pra que envelhecer se um malandro de quase setenta anos pode ficar fazendo "Uh!Uh!" tipo uma ave bizarra por aí?
Na sexta, cheguei em casa e parecia que o Coelhinho da Páscoa já tinha visitado nosso apartamento (ou talvez fosse o Papai Noel, já que ele trouxe panetones. Pensando bem, pode ter sido Deus, porque trouxe até amendoins). Mas na verdade a Manda que tinha passado na lojinha mágica do centro pra abastecer nosso armário (e acredite ou não, a maioria das coisas eram saudáveis. Ela já perdeu quase dez quilos nos últimos dois meses! Sucesso!). Jantamos, assistimos um pouco de Netflix e saí encontrar o Kev e o Andrew pra umas conversas na Casa do Norte pra umas cervejas. Um local que vende codorna, carangueijo e tudo mais, mas acabei ficando só na macaxeira e na cerveja.
Sábado pela manhã, eu e a Manda acabamos voltando pra lojinha mágica, compramos mais umas coisinhas (tipo amendoim com wasabi) e chocolates Lindt de Brownie. Passamos num teatro, mas não conseguimos ingressos e voltamos pra casa. Acabamos ficando só em casa mesmo, mas rolaram bons filmes (Rush, por exemplo) e muito Metal Gear (estou jogando todos em ordem cronológica de história. Zerei o 3, depois o Peace Walker e agora estou no 2. A Manda não aguenta mais ouvir os gritos de Snake, snake, snaaaaaake! =b).
Domingo, um amigo meu da ITE estaria em São Paulo, mas quando eu e a Manda estávamos prontos pra encontrá-lo, ele teve que desmarcar. Assim, o segundo programa do FdS foi cancelado e mais uma vez ficamos em casa. Mas pelo menos a comida estava ótima: a Manda fez um delicioso rocambole de carne e sorvete chicabom caseiro com uma lata de doce de leite que tinha ganhado no trabalho. Foi mais um dia de muitas leituras (novidades da Marvel no iPad, clássicos da DC de hqs de sebo e o segundo livro da trilogia Thrawn), que terminou com a cerimônia do Oscar na Globo, com a Gloria Pires (não somos parentes) ganhando o prêmio de pior comentarista na história. =b
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segunda-feira, fevereiro 22, 2016
Deadpool, Mondrian e Gorgonzola
Segunda-feira fui com a Manda assistir Deadpool. Com tanto filme bom de hq saindo esse ano, esse era um dos que eu menos esperava, mas me surpreendeu pra caramba. É mais engraçado que qualquer comédia que eu tenha assistido nos últimos meses, e o personagem está sensacional. Ele quebra a quarta parede, zoa a si mesmo, tem ação pra caralho e merece todo o sucesso que está tendo. Nota 11/10! :)
Na sexta fui com a Manda numa hamburgueria nova da Augusta que tem se vendido como "o melhor hamburguer de São Paulo". Mas que decepção, a carne veio mugindo, a batata veio junto com o lanche (pedi pra vir antes) e na hora de pagar a conta os caras queriam cobrar o valor total e não o do cupom do Peixe Urbano. Um hamburger por mês, e desperdicei o meu desse jeito.
No sábado, meus pais estavam aqui então fomos conhecer a Osteria Generale, onde provei a melhor entrada de todos os tempos: torradas de gorgonzola! O filet a parmegiana também era ótimo (e grande! pra 4 pessoas, o que é raríssimo em SP), mas a entrada roubou mesmo a cena. Em casa, li um pouco do segundo livro da trilogia Thrawn, joguei MGS (terminei Peace Walker e comecei Sons of Liberty), assisti qualquer coisa (desenho do aranha, Johnny Quest, Tropas Estelares - um clássico, que merece um post só pra ele) e li um pouco de hq (Patrulha do Destino, finalmente saindo pela Panini!). E depois do típico cochilo, saí com a Manda encontrar meus pais pra uma já tradicional pizza de lombinho (com mais gorgonzola) na Bela Antonia.
Domingo foi melhor ainda. Já começamos a manhã visitando a exposição do Mondrian no CCBB com meus pais, e aprendendo até mais do que eu esperava (já que minha mãe faz questão de assistir todos os vídeos do local), um rolet bem divertido, com vários quadros, maquetes e itens de design do neoplasticismo. Saindo de lá fomos almoçar novamente na Osteria (que meu pai e a Manda tinham perdido no dia anterior), e nada como mais umas torradas com gorgonzola com cerveja. Depois passamos um pouco na Veri, compramos uns docinhos na Doceria Holandesa e aí era só ficar zapeando umas séries na Netflix em busca de algo pra assistir. =]
terça-feira, fevereiro 16, 2016
Camping
A memória mais antiga que eu tenho é de um acampamento que fiz com minha família quando era criança. Tínhamos uma velha barraca de camping de dois lugares e lembro que certa vez passamos vários dias nela.
Eu e minha irmã mais nova gostávamos de correr na grama e de brincar com um cachorro sem dono que ficava rodeando a região em busca de comida. Pedi até pra mamãe deixar ele dormir conosco na cabana, mas o papai proibiu. Disse que mal cabia a família toda na barraca, e pensando bem, reconheço que ele estava certo.
As vezes, a tenda ficava tão abafada que parecia que o suor da própria barraca escorria pra vir se misturar ao nosso. E quando chovia era pior ainda. Quase sempre entrava água na barraca, tanto pela lona de cobertura quanto pelo forro do chão. Nossas roupas e cobertas ficavam encharcadas e, no dia seguinte, sempre tinha alguém acordava resfriado. Eu gostava das noites mais frias. Era quando ficava mais fácil dormir apertado entre meus pais, sem ninguém reclamar do excesso de calor humano.
O papai passava boa parte do dia fora, o que era bom porque ocasionalmente tínhamos que nos encolher nas poucas regiões com sombra pra fugir do sol, e ele se irritava com muita facilidade. Principalmente quando estava com calor ou em algum lugar muito apertado.
Lembro de diversas pessoas diferentes passando por perto da nossa tenda durante o dia. Algumas era muito simpáticas e nos ofereciam doces e biscoitos. Outras nos olhavam feio. Alguns chegavam até a xingar minha mãe, criticando-a por ter nos levado para acampar com eles nessa idade. Na época eu não entendia a razão de tanto furor. Eu e minha irmã não achávamos ruim.
Até que um dia, depois de jantar uma marmita de macarrão com salsicha que não me fez bem, acordei com tanta vontade e pressa, que não tive outra opção a não ser tentar ir sozinho. Suando frio, desviei das pernas do meu pai e dos braços da minha mãe e deixei a barraca na ponta dos pés na direção do sanitário público.
Acho que passei quase uma hora me contorcendo no vaso, até que finalmente me limpei e corri para casa, com medo de que alguém notasse minha ausência. Só diminuí o passo, quando, no meio do caminho de volta, avistei o brilho de uma fogueira.
Eu já tinha pedido várias vezes pro meu pai acender uma fogueira pra gente se esquentar, mas ele sempre negava. Será que tinha decidido fazer uma só porque viu que eu não estava?
Por um segundo, fiquei com medo de que minha família estivesse feliz com minha ausência e aproveitando para se divertir sem mim. Claro que esse era só um medo infantil e não era nada disso. Eu só preferia que fosse.
A assistente social que cuidou de minha adoção depois do que aconteceu me disse que eu tive sorte. Que eu deveria deixar o passado para trás e ser grato por ter encontrado uma nova família. Acontece que, por mais que eu me esforce, não consigo me esquecer daqueles dias que passei acampando com a minha família bem no centro de São Paulo. E muitas vezes, ainda acordo suando frio no meio da noite, com a recordação dos gritos de meus pais, do choro de minhã irmã e das risadas dos bêbados que atearam fogo à nossa barraca.
sexta-feira, fevereiro 12, 2016
Casaval
O carnaval esse ano chegou cedo, e não tenho o que reclamar disso. Tivemos mais um mini-recesso de cinco dias antes de 2016 pegar no tranco e dar uma descansada é sempre bom. Eu e a Manda voltamos pra Jau com o casal Vyctoriana, e ao chegar, meus pais nos esperavam com cerveja e uma ótima pizza de lombinho (o sabor supremo das pizzas). Não tomei nenhum grande porre, mas coloquei a leitura da coleçaõ da Eaglemoss em dia, comecei um novo livro ("Não entre em pânico", a biografia do Douglas Adams escrita pelo Neil Gaiman - preciso nem comentar que é ótima né!), assisti diversos filmes e comi muito bem.
Sabado meus pais fizeram um maravilhoso filet a parmegina, daqueles que o bife nem cabe no prato! E também tinha brigadeirão e mousse de limão. Dormi boa parte da noite, e depois busquei a Manda pra visitarmos a tia dela, que fazia aniversário sem alcóol mas com lanche de metro e bolo de leite ninho. Na verdade, saindo de lá compensamos a falta de álcool passando no Rei da Caiprinha e tomando umas batidas de morango :).
No domingo, meus pais fizeram lasanha, minha comida italiana favorita, e assistimos "O Regresso", um filminho muito bom (e forte candidato ao Oscar, que eu classificaria como um excelente faroeste). Na verdade, esse acabou sendo o dia do cinema, já que a noite, eu e a Manda acompanhamos os Vyctorianos em mais um filme, Fury (Corações de Ferro), sobre um tanque de guerra, meio Kapsa apesar do forte elenco.
Na segunda-feira, aprendi a fazer café e durante a tarde encontrei o Comandante Gutones pra um chopp no Shopping (literalmente um, porque ele teria que voar em seguida).Busquei a Manda pra janta, e reunidos com a família toda fomos curtir um happy hour na Dona Branca e uma pizza de lombinho.
Depois disso, comemos esfihas doces do Habib´s e o maravilhoso doce caseiro de café de sobremesa. E um pouco mais tarde, fui com aManda pra Bauru conhecer a casa do carnavalesco Frodo e sua mujer (sério, este outrora roqueiro desfilou esse ano!) e saímos com eles pra comer frangos empanados no Bendito Santo.
Na terça-feira, almoçamos tender (porque ainda é Natal, sendo que não apenas teve comida de ceia no almoço mas também ganhei presentes atrasados do Vyctor =b), passamos na Paleteria (porque Jau é sinonimo de paleta, foda-se o méxico!) provar o anunciado novo sabor Charge e logo já era hora de voltar pra nublada São Paulo e ao final da primeira temporada de Mr. Robot.
Ainda deu pra curtir a quarta-feira em casa, lendo um conto do George RR Martin pra me preparar pro meu primeiro conto grimdark, jogar um pouco de Metal Gear Peacewalker e visitar a lojinha "Duty Free". :)
quinta-feira, fevereiro 04, 2016
FDS com bloquinho em japonês
Saindo de lá, fui pra uma aula experimental de Japonês, num método segundo o qual vc consegue aprender o idioma só lendo mangás, assistindo animes e jogando video-game. Vou tentar ver se rola um autodidatismo ae. Almocei, voltei pra casa, joguei Metal Gear: Peace Walker, li muitas das velharias que comprei e bem quando eu tava prestes a dormir, a Manda chegou do CIOSP (a "ComicCon dos dentes") e um bloquinho de carnaval decidiu aportar na minha janela.
Saímos pra jantar uma porçãozinha linda de filet no Marajá, botamos alguns seriados em dia (dica do momento: MR ROBOT!).
No domingo, a Manda fez strogonoff, corremos no minhocão, li um pouco, cochilamos e vimos TV (o bom, o barato e o básico). E então já era tempo de começar a contagem regressiva pro carnaval!
segunda-feira, fevereiro 01, 2016
Ignorância & liberdade
Queria esquecer
O prazer dos sabores
E não engordar
Negligenciar
A necessidade do dinheiro
Deixar de trabalhar
Desprezar
O quanto é bom viajar
Pra perder a vontade
de sair do lugar
Não me lembrar
Do conforto de um abraço
E poder me isolar
Só pra ignorar
O brilho da vida
O carinho,os gritos e os sorrisos
E desistir de lutar
quinta-feira, janeiro 28, 2016
Segunda-feriado
O feriado prolongado em São Paulo acabou saindo melhor do que o esperado. Um dos meus medos era ficar o tempo todo sem internet mas logo resolvi esse problema com uma rede de um boteco das proximidades. Na real, mesmo se a missão coleta de senha não tivesse sido um sucesso, eu já estava preparado com muito conteúdo pra consumir: Creed (bom filme), O presente (melhor ainda), Predestination (foda pra ca-ra-lho!, o novo seriado da DC Legends of Tomorrow (nice!) e a comédia Last man on Earth (melhor do que eu esperava).
Com wifi, deu pra botar a leitura de Marvel em dia (muitas sagas do Battleworld, praticamente tudo que saiu dos X-Men e do Wolverine) e também avançar na leitura do segundo livro da Trilogia Thrawn.
O fato de que meus pais vieram pra São Paulo também ajudou bastante a melhorar a qualidade do feriado. Almocei e tomei um sorvete com eles no sábado e passeamos a tarde toda no domingo no shopping (com direito a saudosismo e caneca tamanho família de chopp no Outback). Depois passamos na Veri pra um pedaço do meu brownie (comprado) favorito e logo eles já tinham que voltar pra capital (do calçado feminino).
No sábado a noite, eu e a Manda pegamos um Uber pela primeira vez, comprovando que realmente se trata de um serviço superior a um custo muito mais baixo que táxi, pra ir pro casamento de uma amiga dela da Pós. Cerimônia pontual, muito vinho, folheados de Gorgonzola, doces incríveis, bolo fenomenal. Pena que tudo que é bom dura pouco (nesse caso, pouco tempo, por mim podia fácil ter durado um pouquinho mais).
O fato de que meus pais vieram pra São Paulo também ajudou bastante a melhorar a qualidade do feriado. Almocei e tomei um sorvete com eles no sábado e passeamos a tarde toda no domingo no shopping (com direito a saudosismo e caneca tamanho família de chopp no Outback). Depois passamos na Veri pra um pedaço do meu brownie (comprado) favorito e logo eles já tinham que voltar pra capital (do calçado feminino).
No sábado a noite, eu e a Manda pegamos um Uber pela primeira vez, comprovando que realmente se trata de um serviço superior a um custo muito mais baixo que táxi, pra ir pro casamento de uma amiga dela da Pós. Cerimônia pontual, muito vinho, folheados de Gorgonzola, doces incríveis, bolo fenomenal. Pena que tudo que é bom dura pouco (nesse caso, pouco tempo, por mim podia fácil ter durado um pouquinho mais).
Segunda-feriado almocei com a Manda uma porçãozinha de carne no já tradicional Marajá e depois demos uma corrida no Minhocão. Bem que todo final de semana podia ser comprido assim! :)
quinta-feira, janeiro 21, 2016
FDS Jauíno
Quinta-feira comemoramos o terceiro aniversário da Amanda em São Paulo (Parabéns Mandalenaaaa! Sim, o tempo voa!). Estamos de regime, então fomos sem muita gordice, fomos só no Marajá comer uma porçãozinha de filet e tomar uma cerveja nice de trigo. Voltamos pra casa, sob uma leve chuva e o que acontece? Estamos sem água e temos que tomar banho de balde. Tudo bem, mais uma história pra contar
Na sexta, voltamos pra Jau, cada um com uma carona (pq na boa, nunca foi tão difícil arrumar caronas pra casa), e chegando em casa fui muito bem recebido por meus pais com uma cervejinha gelada e um lanche de pernil do mercadão jauense. Sábado aproveitei o wi-fi pra colocar o netflix em dia. Leituras eu podia deixar pra SP. Assisti séries, filmes e até He-Man, só pela saudade de poder escolher qualquer coisa pra ver. Achei até um documentário interessante sobre um restaurante de Sushi que assisti junto com meus pais, tomando cerveja e comendo um dos melhores queijos que já provei na vida. No almoço, continuamos comemorando o natal com uma ceia completa de tender, peru, arroz, farofa e até mesmo lentilha. Teve até sorvete italiano e lollo de sobremesa. A tarde, saí dar uma caminhada com a Manda (que está mais disposta e empenhada do que nunca). E a noite, encontramos o Sustinho e sua Sra. pra conhecer um novo bar sensacional que abriu em Jau chamado Armazém São Benedito. O lugar tem todo um climão de fazenda e todos os itens ao seu redor (incluindo as mesas e cadeiras onde você senta) estão a venda. Tipo um "Caos", só que rústico. Tem cervejas diferentes a preço justo, amendoim (coisa que considero essencial num bar) e porções diferentes (como macadâmias, amendoins com alho e queijos especiais) também num preço ótimo. Saímos de lá e ainda fomos jogar um futebol no xbox do Gustinho e provar o rocambole de côco (receita do Bud!) da Marina. Afinal, a Manda precisava comemorar o aniversário com bolo e na quinta eu só tinha trazido brownie com doce de leite do Starbucks.
No domingo, continuamos comemorando o Natal em casa (com mais peru!), terminei de ler Sandman: Overture (encadernação brasileira), e baixei várias coisas pra passar a semana offline. Jantei com a manda mais um filet no prato do Braga (que não visitávamos há muuuito tempo) e logo já era hora de esperar o Edu no McDonalds pra voltar pra São Paulo. :)
quarta-feira, janeiro 13, 2016
Sem wi-fi numa cabana sob a nevasca
Aaaah, a vida sem wi-fi! No começo tudo era lindo. Tínhamos tempo para comer melhor e de forma mais saudável, a Manda começou até a me acompanhar ao minhocão (onde acabamos encontrando os VV´s mais de uma vez, primeiro sem querer, depois combinando), passava uma mini série decente na TV aberta (Houdini). Mas eis que chegou o final de semana (e com ele a chuva), e a limitação foi ficando cada vez pior. Não que eu ache ruim colocar minhas leituras em dia, ter tempo pra terminar Metal Gear 3 em HD (provavelmente o melhor jogo da série, mistura linda de anime com cinema, com todas as originalidades que só o Kojima pode proporcionar) e ler diversos quadrinhos. Mas não ter um netflix pra assistir com a Manda acaba levando a gente a ver que coisas como Panico e Marcos Mion ainda existem e não evoluiram nada em 10 ou 15 anos.
O melhor programa da Globo é um remake da escolinha do Prof. Raimundo, original de 1957, e ainda que algumas se salvem, pouco mudou em mais de 50 anos. O segundo melhor programa, é uma versão infantil de uma cópia de um reality show americano de canto.
Até entendo que nesse mundo nada se crie, tudo se copie (o novo Star Wars é a maior prova de quanto isso funciona), mas acho que não custa no mínimo tentar ter um pouquinho só de novidade né? Só um pouco gente, se esforça ae vae!
O ponto alto do final de semana foi pra "Os Oito Odiados", filminho novo do Tarantino, que te transporta muito bem pro cenário proposto: uma estalagem afastada no meio de uma nevasca, onde não se pode confiar em ninguém. Você sente o frio, fome e desespero em fechar a porta. Não tem ação, e o cenário não muda (tanto que vai até virar peça de teatro), porque não precisa de nada disso, só de bons diálogos. Adorei o filme (beleza que como fã dos faroestes do Sergio Leone eu sou altamente suspeito). Mas de qualquer forma, é ousado, tem ótimos personagens e é, acima de tudo, original. Minha irmã e meu cunhado detestaram. A Amanda dormiu. Como eles, com certeza muita gente vai reclamar. Mas isso não importa nem um pouco pro Tarantino. Originalidade sim.
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quarta-feira, janeiro 06, 2016
Spoilers (conto)
Posso citar pelo menos três frases de cada um dos personagens principais de cada um dos filmes anteriores.
Sei de cor o roteiro de todos eles. Afinal, eu os assisti dezenas de vezes, li suas versões literárias e em quadrinhos; e terminei seus jogos em mais de uma plataforma.
Os heróis e vilões estão estampados em minhas camisetas, estantes, panos de prato, chinelos e cuecas.
Meus armários estão repletos de seus brinquedos.
Respiro a saga desde que entrei na puberdade.
Entretanto, infelizmente não pude assistir ao sétimo episódio na pré-estreia, que aconteceria na madrugada da penúltima quarta-feira do ano.
A Amanda tinha que acordar cedo no dia seguinte.
Eu tinha ingressos antecipados, mas a data impressa neles era para o domingo.
Quatro dias de atraso.
Aparentemente, deria ser fácil desviar de qualquer spoiler nesse curto período de tempo.
De qualquer forma, fraquejei quando o dia da estreia chegou.
Saí desesperado em busca de ingressos de última hora.
Não havia nenhum online, então visitei pessoalmente três shopping centers diferentes.
Tentei até mesmo barganhar alguns assentos exclusivos para deficientes.
Tudo em vão.
Não havia um único assento disponível nas centenas de salas de cinemas da cidade que exibiriam o filme.
Valeu a tentativa.
Instalei um plug-in no meu navegador que bloqueava qualquer conteúdo relacionado ao filme.
O bloqueio funcionou bem, mas ainda assim não foi o suficiente.
Eu deveria saber. Nem mesmo uma estação de batalha Imperial do tamanho de uma lua equipada com um superlaser destruidor de planetas é totalmente a prova de falhas.
Na sexta-feira, enquanto navegava por uma publicação sobre hábitos alimentares, que não tinha nada, realmente NADA a ver com cinema, alguém fez um comentário no qual detalhava boa parte da trama, bem como o final do filme.
Cliquei no x na lateral direita do navegador desolado. Desacreditado.
Porque alguém se daria ao trabalho de comparecer a uma pré-estreia, para logo em seguida sair espalhando as surpresas do filme pela internet em publicações aleatórias? Não podia ser verdade, certo?
Qual seria a motivação de um delinquente assim?
Não, não podia ser verdade. A pessoa provavelmente estava apenas brincando.
Só por via das dúvidas, salvei seu perfil em minha aba de "Favoritos".
Domingo fui com a Amanda ao cinema.
E assisti exatamente a estória que havia sido profetizada no comentário.
Saí do cinema triste e chateado. Traído, como se alguém tivesse trespassado um sabre de luz no meu peito.
Saí do cinema com dois objetivos em mente.
Um deles seria nunca mais perder uma pré-estreia de tamanha importância.
O segundo dizia respeito ao autor do comentário. Ele merecia uma lição.
Nada mais justo. Mera questão de legítima defesa.
Na segunda-feira, perdi boa parte da minha manhã estudando o perfil do autor do comentário.
Em poucas horas, já sabia seu nome, quem eram seus melhores amigos, sua família, seus hobbies e os lugares que frequentava.
No dia seguinte, acordei cedo e o esperei.
Assim que o vi, tirei um martelo de carne do bolso de meu manto e moí sua cabeça, antes mesmo que o maldito tivesse tempo de terminar de descer do carro de sua mãe.
Sua lancheira do "Mundo de Gumball" rolou pela calçada.
As outras crianças começaram a gritar e a chorar, ao perceberem a cabeça de seu colega estraçalhada pelo martelo.
"Monstro".
"Era apenas um filme" — diziam os críticos. — "E ele era só uma criança".
Valores subjetivos.
A única coisa que me importa é saber se meu advogado vai conseguir me tirar da cadeia antes do final do ano que vem, antes do lançamento do próximo filme.
Espero que o pequeno rebelde goste dos spoilers da vida após a morte.
Sei de cor o roteiro de todos eles. Afinal, eu os assisti dezenas de vezes, li suas versões literárias e em quadrinhos; e terminei seus jogos em mais de uma plataforma.
Os heróis e vilões estão estampados em minhas camisetas, estantes, panos de prato, chinelos e cuecas.
Meus armários estão repletos de seus brinquedos.
Respiro a saga desde que entrei na puberdade.
Entretanto, infelizmente não pude assistir ao sétimo episódio na pré-estreia, que aconteceria na madrugada da penúltima quarta-feira do ano.
A Amanda tinha que acordar cedo no dia seguinte.
Eu tinha ingressos antecipados, mas a data impressa neles era para o domingo.
Quatro dias de atraso.
Aparentemente, deria ser fácil desviar de qualquer spoiler nesse curto período de tempo.
De qualquer forma, fraquejei quando o dia da estreia chegou.
Saí desesperado em busca de ingressos de última hora.
Não havia nenhum online, então visitei pessoalmente três shopping centers diferentes.
Tentei até mesmo barganhar alguns assentos exclusivos para deficientes.
Tudo em vão.
Não havia um único assento disponível nas centenas de salas de cinemas da cidade que exibiriam o filme.
Valeu a tentativa.
Instalei um plug-in no meu navegador que bloqueava qualquer conteúdo relacionado ao filme.
O bloqueio funcionou bem, mas ainda assim não foi o suficiente.
Eu deveria saber. Nem mesmo uma estação de batalha Imperial do tamanho de uma lua equipada com um superlaser destruidor de planetas é totalmente a prova de falhas.
Na sexta-feira, enquanto navegava por uma publicação sobre hábitos alimentares, que não tinha nada, realmente NADA a ver com cinema, alguém fez um comentário no qual detalhava boa parte da trama, bem como o final do filme.
Cliquei no x na lateral direita do navegador desolado. Desacreditado.
Porque alguém se daria ao trabalho de comparecer a uma pré-estreia, para logo em seguida sair espalhando as surpresas do filme pela internet em publicações aleatórias? Não podia ser verdade, certo?
Qual seria a motivação de um delinquente assim?
Não, não podia ser verdade. A pessoa provavelmente estava apenas brincando.
Só por via das dúvidas, salvei seu perfil em minha aba de "Favoritos".
Domingo fui com a Amanda ao cinema.
E assisti exatamente a estória que havia sido profetizada no comentário.
Saí do cinema triste e chateado. Traído, como se alguém tivesse trespassado um sabre de luz no meu peito.
Saí do cinema com dois objetivos em mente.
Um deles seria nunca mais perder uma pré-estreia de tamanha importância.
O segundo dizia respeito ao autor do comentário. Ele merecia uma lição.
Nada mais justo. Mera questão de legítima defesa.
Na segunda-feira, perdi boa parte da minha manhã estudando o perfil do autor do comentário.
Em poucas horas, já sabia seu nome, quem eram seus melhores amigos, sua família, seus hobbies e os lugares que frequentava.
No dia seguinte, acordei cedo e o esperei.
Assim que o vi, tirei um martelo de carne do bolso de meu manto e moí sua cabeça, antes mesmo que o maldito tivesse tempo de terminar de descer do carro de sua mãe.
Sua lancheira do "Mundo de Gumball" rolou pela calçada.
As outras crianças começaram a gritar e a chorar, ao perceberem a cabeça de seu colega estraçalhada pelo martelo.
"Monstro".
"Era apenas um filme" — diziam os críticos. — "E ele era só uma criança".
Valores subjetivos.
A única coisa que me importa é saber se meu advogado vai conseguir me tirar da cadeia antes do final do ano que vem, antes do lançamento do próximo filme.
Espero que o pequeno rebelde goste dos spoilers da vida após a morte.
(Conto baseado em fatos e desejos reais)
segunda-feira, janeiro 04, 2016
Ressaca de hamburger
No último dia de trabalho do ano passado eu fui com o pessoal no Appeblee´s e comi um Big Apple Burger (foto que ilustra esse post). Um exagero ridículo de gordura e fritura. Deixei bacon no prato. Nem toquei nas batatas. E saí passando mal. E saí de lá me perguntando porque eu tinha que pedir o maldito maior hamburger do menu. Cheguei no limite da minha cota. De verdade. Passei boa parte dos meus almoços em 2015, acompanhado de meu antigo chefe, com a missão de provar o maior número possível de hamburguerias de SP. Missão que praticamente continuou mesmo quando eu mudei de emprego. Cansado disso tudo, decidi que 2016 seria diferente.
Minha principal resolução para este ano é simples: comer no máximo um hamburguer por mês. Isso vai fazer com que cada sanduíche volte a ter sentido e valor. Só terão espaço hamburguers feitos em casa ou comprovadamente sensacionais (como os do Sujinho). Com sorte, isso vai me ajudar a perder um pouco de peso.
Não significa que vou deixar de visitar o McDonalds. Mas se eu for pra lá, comerei wraps. Parei com as fritas (na verdade, nunca fui grande fã de fritas, não fazia o menor sentido consumi-las). E o mesmo vale pra refrigerantes.
Pizza e cerveja agora só de fds. Limitadas a duas por mês (as pizzas obviamente, se eu estiver entre amigos não posso limitar as cervejas).
Não é minha única resolução para 2016. Também quero um aumento, ótimas viagens, lançar mais algumas escritas (tem 2 contos que sairão publicados em coletâneas de uma editora do Rio que já estão no forno! ^^), quem sabe escrever umas hqs, voltar a investir no eToro e talvez até dar entrada em um imóvel. Mas a ressaca de hamburger é algo que preciso compartilhar em detalhes, não só pra que eu não me esqueça, mas também pra que qualquer um que souber dessas regras me cobre também. Vamos ver se eu consigo, me desejem boa sorte!
Recesso na capital (do calçado feminino)
Nesse ano não teve viagem em família no final do ano, e infelizmente tenho que admitir que fui o grande culpado por isso. Quando estávamos planejando tudo, eu ainda trabalhava no novo banco, e a perspectiva era de que provavelmente trabalharia ou no natal ou no ano novo. Tudo mudou mais rápido do que eu imaginava, mas de qualquer forma fiquei sem poder garantir quais dias eu poderia realmente ficar de folga.

A "Miracleman" (inserir tradução pro alemão aqui) acabou me dando 12 dias de recesso, o que foi maravilhoso, mas já era tarde demais pra viajar. Sendo assim, acabamos passando o natal e o reveillón em Jaú mesmo, o que não foi nada mal, diga-se de passagem. È sempre bom poder dar uma bela descansada por lá, ter tempo pra colocar minhas leituras e minha lista de clássicos no Netflix em dia e sair passear com minha família.
Joguei clássicos de star wars no PS2, finalmente terminei de ler "O poderoso chefão" (e já comecei o segundo livro da trilogia Thrawn, uma continuação bem melhor de Star Wars do que o novo filme), joguei super-trunfo heroico com meu irmão (porque não tivemos capacidade de aprender um jogo mais elaborado chamado BattleScenes), revisitei a Shed e a Benvenuti, lugares onde eu não pisava há anos, com meus pais e a Manda. Conheci um boteco novo chamado Trem das Onze cozamigos, provei o maravilhoso hamburguer gourmet do Sustinho, ganhei muitos presentes, comi muitos bolos de leite ninho com a família da Manda, tomei dezenas de paletas mexicanas e sorvetes italianos jauenses. Corri quase todas as manhãs e cochilei quase todas as tardes, li vários clássicos da nova coleção da DC da Eaglemoss. Me entupi de farofa da minha tia, e minha mãe aprendeu a fazer um arroz com milho e uva passa sensacional pra acompanhar todos os assados e a moqueca de peixe do meu pai. Bem quando eu não aguentava mais tomar cerveja, chegou o dia de virar umas tequilas com os (poucos) rippers que restaram. E na madrugada (que obviamente eu nunca queria que acabasse), provamos nosso novo Burger King. Foi bom enquanto durou, agora o jeito é focar na dieta e no retorno à vida real! :)

A "Miracleman" (inserir tradução pro alemão aqui) acabou me dando 12 dias de recesso, o que foi maravilhoso, mas já era tarde demais pra viajar. Sendo assim, acabamos passando o natal e o reveillón em Jaú mesmo, o que não foi nada mal, diga-se de passagem. È sempre bom poder dar uma bela descansada por lá, ter tempo pra colocar minhas leituras e minha lista de clássicos no Netflix em dia e sair passear com minha família.
Joguei clássicos de star wars no PS2, finalmente terminei de ler "O poderoso chefão" (e já comecei o segundo livro da trilogia Thrawn, uma continuação bem melhor de Star Wars do que o novo filme), joguei super-trunfo heroico com meu irmão (porque não tivemos capacidade de aprender um jogo mais elaborado chamado BattleScenes), revisitei a Shed e a Benvenuti, lugares onde eu não pisava há anos, com meus pais e a Manda. Conheci um boteco novo chamado Trem das Onze cozamigos, provei o maravilhoso hamburguer gourmet do Sustinho, ganhei muitos presentes, comi muitos bolos de leite ninho com a família da Manda, tomei dezenas de paletas mexicanas e sorvetes italianos jauenses. Corri quase todas as manhãs e cochilei quase todas as tardes, li vários clássicos da nova coleção da DC da Eaglemoss. Me entupi de farofa da minha tia, e minha mãe aprendeu a fazer um arroz com milho e uva passa sensacional pra acompanhar todos os assados e a moqueca de peixe do meu pai. Bem quando eu não aguentava mais tomar cerveja, chegou o dia de virar umas tequilas com os (poucos) rippers que restaram. E na madrugada (que obviamente eu nunca queria que acabasse), provamos nosso novo Burger King. Foi bom enquanto durou, agora o jeito é focar na dieta e no retorno à vida real! :)Último fds em SP de 2015
Sexta-feira foi dia da "festa da firma", tempo de beber como novos amigos e inadvertidamente mostrar pra eles com quantas long necks de Miller se faz um ripper (ainda estes estejam em extinção, e eu sou um dos últimos da espécie), ou seja, com gritos de woohooooo, stand-ups e tentativas de entrar em uma ambulancia estacionada para ir embora. Nada demais, na verdade.
No domingo, a Manda se juntou a nozes e fomos pro Bixiga, visitar mais uma vez o Roperto (casa da melhor lasanha que já comi na vida), e depois demos um rolet no novo shopping da Paulista. Demos um tempo em casa, e pouco tempo depois já era a tão aguardada hora de assistir Star Wars: Episódio VII. Em 3D e D-BOX (cadeiras que se mexem, curti bastante!). Mas isso fica pra outro post. Saindo de lá, jantamos uns lanches sensacionais no KFC (combo de lanche + frango, assim como se faz na Bolívia, sucesso!), tomamos uns sorvetes e voltamos pra casa.
segunda-feira, dezembro 21, 2015
Se Maomé não vai até a montanha...
Esse final de semana estava tudo certo pra eu voltar pra Jau. Afinal, fazia mais de um mês que eu não voltava pra capital (...do calçado feminino). Sendo assim, agendei minha carona pra sexta feira, e fui até de malas prontas pro trabalho. BUT minha carona miou em cima da hora, e acabei ficando por São Paulo mesmo. Acontece que Jau acabou vindo até mim. Meus pais, talvez influenciados por uma reportagem do Globo Reporter (que finalmente serviu para alguma coisa), ficaram com vontade de dar um rolet pelo centro italiano da capital (do estado). Aproveitei pra cortar o cabelo e passar na lojinha duty free pela manhã, almocei torta de frango com a Manda, passei na biblioteca pegar um livro de contos do Chuck palahniuk chamado "Mais estranho que a ficção" (muito bom por sinal). E a noite, eu e a Manda fomos encontrar nossos pais no vizinho Mancini pra umas pizzas maravilhosas com casal VV, chopps e sorvetes italianos da Bologna.
No domingo, infelizmente (e sem saber que haveria visita) eu tinha me comprometido a fazer um plantão de cobertura de um evento (ganhando em troca um day off lol), então não pude acompanhar muito os passeios. Mas pelo menos consegui ver o pessoal pra um almoço no clássico "Gato que Ri" (com mais chopp! :)). Depois foi só soneca, trabalho e uns filminos orientais (o último do Samurai X e "Jogo da Morte" do Bruce Lee, outro clássico sensacional).
Jau acabou ficando só pras férias mesmo, mas a visita já deu pra amenizar a saudade até a hora de voltar mesmo pra capital (da paleta mexicana a preço justo)! :)
quinta-feira, dezembro 10, 2015
Com quantas filas se faz uma Comic Con?

Esse ano, quando chegou o tão esperado dia da Comic Con, acordei cedo (7h) e pensei "Caramba, vou chegar cedão no evento e já garantir logo meus autógrafos, depois passo o resto do dia de boa". Ah, se fosse fácil! Cheguei as 9h na porta do evento, e já tinha uma fila com um zilhão de pessoas na minha frente. Só fui entrar 10h30, e corri direto pra fila de autógrafos da Evangeline Lilly (a Vespa, do filme do Homem-Formiga, a Tauriel do Hobbit, que será eternamente lembrada por mim como a Kate de Lost!). Comprei o livro (bem kapsa por sinal) que ela escreveu e fui pra fila achando que ia ser rápidão. Puta engano.Com a senha número 356, só fui recebido depois das 14h da tarde. Mas tudo bem, achei que ela nunca ia sair da ilha mesmo. Saindo de lá, fui pra Artist´s Alley garantir os autógrafos de hqs. Comecei pelas filas menores. Peguei um print autografado do Mckone e um do David Finch. Depois fui pra fila do John Totleben. Essa não andava de jeito nenhum, mas não era tão concorrida e eu conseguia ver a fila do resto da seção.

Pedi pro cara de trás guardar meu lugar. Garanti meu autógrafo do Esad Ribic no meu encadernado do Thor e comprei um print da LJA dos anos 80 do Kevin Maguire (sim, já tenho mais autógrafos do que paredes onde pendurá-los \_(ツ)_/¯). Tinha deixado o Mark Waid pra depois porque a fila dele tava gigantesca. Mas enquanto estava na mesa do Kevin, ouvi alguém dizer que o horário dele de autógrafos no dia estava acabando e ele só voltaria no dia seguinte (caralho! eu não voltaria no dia seguinte!). Implorei pra um organizador me arrumar um autógrafo no meu encadernado do Reino do Amanhã, apelando pro fato de eu estar carregando aquele trambolho enorme o dia todo e precisava muito daquela assinatura. Funcionou! Feliz da vida, e com uma sensação de dever cumprido voltei pra fila do Totleben antes que ele desse o primeiro autógrafo.
Ganhei um poster exclusivo do Monstro do Pantano, o timing foi perfeito! Com o dever cumprido, fui almoçar. Já eram 17h, e eu estava morrendo de fome e de sede. Dei um rolet pela feira, tirei umas fotos dos figurinos, carros e cosplays. Ganhei poster dos X-Men, adesivos de Doctor Who e uma hq da Jessica Jones (mas tive que enfrentar o Kilgrave mentalmente por isso no stand da Netflix LOL). Dei mais um rolet geral, pensei em ir embora.
Tava chovendo absurdo, então acabei desencanando e decidi ficar um pouco mais. O que acabou sendo bom, porque consegui (pela primeira vez) visitar o disputado auditório principal. Obviamente, só consegui porque ninguém tinha interesse no que estava rolando. Alguns roteiristas da Globo estavam divulgando a nova série Supermax (e deram até umas hqs de preview!), e o pior é que pareceu ser realmente interessante (apesar de não totalmente original).
Em seguida, chegou uma galera da Tv Pirata: Ney Latorraca, Diogo Vilela e Claudio Manoel (o Massaramduba do Casseta) pra relembrar o programa, e foi interessante ver o Casseta reclamar da falta de liberdade pra criticar o governo na tv que existe atualmente e assistir a cenas realmente engraçadas como o sketch "Um peixe chamado Wando"). Depois passaram um mini-documentário bacana sobre o novo filme do Tarantino, e o porque dele ser gravado em 60mm. As 21h me dirigi a saída, mas só consegui pegar o bus pro metrô umas 22h e consequentemente chegar em casa as 23h. Quebrado, moído, mas com a mochila e a câmera celular recheados de boas lembranças. Valeu muuuito a pena. Cansa, mas compensa. O evento cresceu muito quando comparado ao ano anterior, mal posso esperar pela CCXP do ano que vem! :)
terça-feira, dezembro 01, 2015
Santo Paulo
Passei a sexta trabalhando até a meia noite por conta do plantão de Black Friday, mas até que foi bem tranquilo e rolou até pizza da Domino´s e taxi pra casa então nem dava pra reclamar muito. E foi bom poder me guardar pro sábado, que acabou sendo bem cansativo.
Curti minha manhã de sábado lendo um pouco, e logo depois do meio dia já estava novamente tomando um metrô pro Tatuapé pra um churrasco na casa do Kevin. Joguei Goldeneye no N64 com o Raff (sério que alguém conseguia jogar com aquele controle maluco?), o card game Boss Monster e ainda estava nas primeiras cervejas quando a Manda chegou. Depois foi só alegria: carne com mamilo, paninho nojento voando pra todo lado, faxes, galera brincando com a coleção de espadas da mãe do Kevin, brahmas, clipes cover do Broz, itaipavas, classicos dos anos 90, danças e alegria. Ou seja, uma típica diversão do interior, só que em São Paulo, com a galera do Mackenzie e suas mujeres. Eu realmente estava precisando de um desses. Um desses dias tão bons que a gente só lembra depois porque tinha uma ou duas pessoas sóbreas pra contar história. Segundo a Manda, por exemplo, no onibus que pegamos sob a chuva pra voltar pra casa, eu ainda estava cantando e pedindo informações em espanhol. =)
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