segunda-feira, outubro 16, 2017

Feriado coberto com queijo


Quinta-feira, feriado, acordei cedo motivado pela "síndrome do vovô", que faz com que você levante junto com o sol, mesmo quando não precisa, simplesmente porque não consegue continuar dormindo (e com uma leve vontade de ir na feira). Zerei Bayonetta, li Lobo Solitário, passei na Limited Edition pegar uns funkos que tinha comprado online e saí com um pack de Planeta dos Macacos, almocei marmita da churrascaria com a Manda, cochilei e fui ver um showzinho da banda do Thales com meus amigos do Mackenzie na Augusta. Depois jantamos com o pirata, Hioshi, Thales e o pai dele uns lanches de pernil no Bologna e fechamos a noite com uma comédia boba na Netflix.
Na sexta, a Manda trabalhou e eu fiz home office, então aproveitei o silêncio em casa pra ler mais um monte de coisas (boa parte edições especiais do centenário de Jack Kirby), almocei com a Manda no Sujinho Fast e pegamos de sobremesa o suposto "melhor pudim de São Paulo" no Restaurante Ita. Realmente muito bom, acontece que as pessoas que deram ao lugar essa alcunha ainda não provaram o pudim que a Manda faz.Depois passei no sebo e na galeria do rock só pra não perder o costume e voltei pra casa pra jogar um pouco de Battlefield 1.A noite, encontramos meus pais e os V´s pra comer uma pizza, tomar uns chopps e trocar fofocas jauenses no Gato que Ri.
No sábado, nos despedimos no melhor restaurante mexicano de SP, o "Chicano", que serviu tudo em dobro em seu último dia de funcionamento, demos um rolet pelo Shopping Frei Caneca e tomamos um cold brew no Starbucks. Depois eu fiquei pra assistir Blade Runner 2049 e a Manda preferiu ir pra casa. Perdeu 3h de um filmão sensacional que mantém toda a pegada do original e ainda distorce o conceito principal de forma surpreendente. Na saída, passei no empório e ainda pude provar o lançamento de Uma nova cerveja excelente e uma cachaça que custa R$ 225 a garrafa. Mais tarde, os V´s passaram em casa pra gente conhecer o Roots, um rolet secreto no Tatuapé que serve raclete no hamburger! A Raclete, do francês racler (raspar, em português), é um prato típico suíço, feito com queijo, que consiste em raspar pedaços desse queijo derretido e acomodá-los em cima de batatas assadas ou cozidas.Coisa linda de se ver, melhor ainda de se provar. E eles ainda tem uns sucos e cervejas especiais, uma visita que realmente valeu a pena.
Domingo, a Manda fez almoço e salada de frutas, li umas hqs do Tom Strong e no começo da tarde (que se iniciou ainda mais cedo, graças ao horário de verão), caminhamos até o teatro Sérgio Cardoso (que ainda não conhecíamos) pra assistir a divertida versão Musical da novela Vamp, que tem Ney Latorraca (que comanda o público como um verdadeiro vampiro) e Claudia Ohana no elenco. Um  fechamento bastante digno pro nosso relaxante feriado.


terça-feira, outubro 10, 2017

"Eu vi coisas que vocês não imaginariam. Naves de ataque em chamas ao largo de Órion. Eu vi raios-c brilharem na escuridão próximos ao Portão de Tannhäuser..."

Quarta-feira passada, o Taco Bell comemorou no Brasil seu primeiro Taco Day, com tacos a preço justo, então passei no shopping Morumbi (aquele que eu achava que estava enjoado, até conhecer a tristeza do Cidade Jardim) pra pegar uma janta mexicana marota e doces da Holandesa pra comer com a Manda. 
Quinta-feira, fui surpreendido no trabalho com ingressos pra Oktoberfest, comemorada pela primeira vez na cidade. Saí até mais cedo pra ir com o pessoal do trampo pra Arena Anhembi tomar uns canecos de cerveja. O lugar era enorme (tinha até roda gigante), rolou show do Péricles e consegui até levar clandestinamente uma caneca de lembrança pra casa. Fiquei feliz porque me segurei durante o final de semana anterior todo pra não, desencanando principalmente por causa do preço e fiquei achando que ia perder porque sabia que voltaria pra jaú, mas no final o universo conspirou pra que eu fosse lá de qualquer jeito. 
Na sexta, o ponto alto do dia foi comer como se não houvesse amanhã em mais um rodízio no Aoyama, onde se pode pedir qualquer coisa do cardápio (temakis, sashimis, rolinhos primavera, tartars e ceviches), mas acabamos focando mesmo na picanha e principalmente nos pasteizinhos de camarão com abóbora. Depois tive que voltar pra Jau de bus por falta de carona e cheguei em casa mais de 3h30 da manhã.
No sábado, as 8h eu já estava acordado tomando café com meus pais e me preparando pra ir até São Carlos resolver nosso recente problema de mobilidade de uma vez por todas. Chegando em Jau, o caos começou, com um carro batendo na traseira do da minha cunhada, discussões na rua e indecisões a respeito de envolver ou não a delegacia. Eu e a Manda fomos almoçar com meus pais no Ìtalo e acabou sendo uma boa, primeiro  porque o filet deles é tão bom quanto o peixe e segundo porque meio que serviu como comemoração de nossa última conquista. 
Só lá pelo meio da tarde consegui descansar de verdade.Quando acordei, tive a alegria de constatar que todas as minhas fitas de Mega Drive, bem como o próprio videogame, ainda funcionavam! Então passei um bom tempo jogando Sonic, Street Fighter 2 e Bart vs. Space Mutants (joguinho dos Simpsons que é quase um adventure e nunca tive capacidade pra entender quando criança). Jantei uma pizza daquelas cheias de gorgonzola e lombinho, que meus pais adoram montar e tomamos umas boas cervejas. E por volta das 21h, saí buscar a Manda pra gente encontrar o Gustinho e sua Sra. no Armazém. Ajudei ele esses tempos com umas ligações em inglês, e como agradecimento, chegando lá ele me esperava com mais cervejas artesanais e um pote de ovomaltine de presente(não me canso de dizer, em Jaú é sempre natal).
Domingo, aproveitei a manhã pra reassistir ao Blade Runner clássico (filmão da porra, com um discurso final filosófico de fazer chorar), almocei com meus pais novamente no Ìtalo (agora sim, o tradicional "Badejo á Indiana"), matei mais um pouco a saudade do Mega Drive, comi uma maravilhosa salada de frutas que meu pai fez e antes que eu percebesse, a tarde já tinha acabado e era hora de pegar o ônibus de volta pra Metropolis.
E bem quando eu achava que a diversão tinha acabado, na segunda-feira o expediente acabou mais cedo na agência em comemoração a uma nova aquisição celebrada num happy hour com muitas cervejas e amendoins e chegando em casa a Manda ainda me esperava com holy burgers (sim, ainda os melhores burgers de São Paulo) e Ben & Jerry´s. 

terça-feira, outubro 03, 2017

Directed by David Lynch

Depois da correria do final de semana anterior, eu realmente precisava de uns dias mais tranquilos. Assim, passei a sexta em casa mesmo com a Manda, só tomando umas cervejas, aproveitando as castanhas de caju que meus pais haviam trazido de sua última viagem e assistindo uma adaptaçãozinha do Stevão Rei na Netflix.
Sábado li centenas de páginas de quadrinhos e ainda terminei o livro Jogador Número UM, uma leitura gamer realmente interessante apesar de não ter nada realmente original. Corri, joguei videogame, dormi e no finalzinho da tarde peguei um uber com a Manda pro aniversário duplo dos pais da nossa afilhada, pra uma noite de crepes e tapiocas que tinha até cascata de chocolate e uma atriz do novo Carrossel. 
No domingo, assisti ao novo stand-up do Seinfeld, li um pouco de Lobo Solitário, corri (terminando a ótima temporada do anime Street Fighter II V), desenhei com nanquim (com a meta de completar o inktober desse ano), almocei com a Manda no Shopping, dormi e a tarde foi a vez dos pais da Duda atravessarem a cidade pra nos visitar, pra gente tomar umas cervejas e comer uma porçãozinha no Marajá. E antes de ir dormir cedo pra descansar ainda mais, finalizei a incrivelmente subjetiva terceira temporada de Twin Peaks, doideira surrealista pura da melhor qualidade.

quinta-feira, setembro 28, 2017

Primavera, Varginha & Chopp Carioca


Sexta saí comemorar com a Manda nosso aniversário de noivado no Marajá, com uma porçãozinha marota de picanha e algumas cervejas. Fazia muito tempo que não frequentávamos a padoca (cada vez mais cara), mas tradições devem ser mantidas.

O sábado foi bem corrido, de manhã tinha um monte de coisas pra fazer, como arrumar mala, comprar capinha pra celular, imprimir coisas, e tudo isso enquanto aguentava a  Amanda se gabando de ter consertado nosso interfone. Sim, aquele que eu cortei o fio porque achava feio ¯\_(ツ)_/¯  


Almoçamos no spoletto um "macarrão da mamel", coisa que eu não fazia há séculos, depois a Manda saiu visitar a Rosangela e eu fui pra casa do Kevin que estava fazendo a terceira edição de sua festa comemorativa em respeito à chegada da primavera. Era churrasco, mas tinha até ostra (coisa nojenta demais até pra mim que me considero alguém que prova de tudo) e alfajores de lembrancinha. E o legal foi que era uma noite que parecia um episódio de Rick e Morty, porque tinham vários Kevins de realidades paralelas (um deles usava um visor de ciclope, o outro parecia o Marcelo Camelo, todos usavam camisas iguais) e gente diferente. Ainda bem que começou cedo, porque 22h eu já estava voltando pra casa, pra descansar pro dia seguinte.


Sobre o domingo, tudo o que você precisa saber é que desperdicei um dia de descanso, acordando as 5h pra pegar uma carona junto com 3 desconhecidos em direção a Varginha, Minas Gerais. Fui lembrado de quanto o sistema é sujo e corrupto, principalmente nos outros estados, e voltei pra casa derrotado, por volta de 23h da noite. Eu tenho certeza que já li (e até mesmo escrevi) livros o suficiente pra saber interpretar um texto. Nesse dia, aparentemente tentaram me convencer do contrário.


Segunda-feira, ainda acabado do dia anterior, acordei novamente as 5h da manhã, dessa vez pra pegar um taxi pro aeroporto de Congonhas, ja que seria minha primeira viagem pela agência nova pra apresentação no cliente que fica no Rio de Janeiro. Encontrei meus chefes no aeroporto, cochilei durante o voo e rapidamente chegamos em solo carioca. Pegamos um uber até a Barra da Tijuca, onde fica localizada a gigantesca mega torre do cliente, conheci o pessoal de lá e saímos pra almoçar uma carne daora no Shopping da Barra, fizemos correções no relatório e o apresentamos pra uma galera numa sala de diretoria com vista pro mangue, e ao final do dia passamos no hotel que a agência tinha nos colocado pra deixar nossas coisas (principalmente porque eu era o único que tinha levado uma mala pra uma viagem de dois dias =b). Pegamos um taxi até um barzinho que estava lotado (principalmente pra uma segunda feira) chamado Resenha, onde tomamos dezenas de chopps e comemos porções de carne com gorgonzola e carne seca com macaxeira. Depois, voltamos pro hotel descansar pro dia seguinte.

Na terça, tomamos café da manhã no hotel (que tinha vista direta pro prédio do cliente), trabalhamos um pouco, almoçamos umas carnes com abaxi num lugar bem bom chamado Cervantes, fizemos mais algumas reuniões e pouco depois das 17h partimos rumo ao aeroporto na tentativa de adiantar nossos voos que a princípio sairiam só as 22h da noite, me deixando quebrado pra mais um dia. Conseguimos sair as 20h30, mas com algumas horas a disposição pra enrolar, sentamos numa pizzaria pra jantar e tomar mais um chopp. Ah, como é bom viajar com tudo pago! Beleza que não conheci uma atração turística sequer do Rio, mas pelo menos tive uma experiência de trabalho diferente e meu copo se manteve sempre cheio. Que venham novos desafios!

terça-feira, setembro 19, 2017

Um final de semana doce


Sexta, saí almoçar com o pessoal no Aoyama, naquele que provavelmente foi o melhor rodízio de comida japonesa que já visitei. Me entupi de sushis, temakis, tartar de salmão e chopps, e bem quando pensei que estava satisfeito chegaram porções de picanha e pasteizinhos de abóbora com camarão que me mantiveram comendo por mais algum tempo. No final da tarde, depois de muita correria pra conseguir sair do trampo na hora certa (pois é), consegui chegar com poucos minutos de atraso no Le pra pegar com a Manda nossa carona pra Jau. Chegando em casa, meus pais me receberam com pizza, cerveja, trufas de castanha, e muitas estórias e presentes de viagens. 
Sábado tomamos café da manhã, ajudei minha mãe com suas fotos, corri, almoçamos no Ìtalo (um clássico Badejo a Indiana), depois encontrei a Manda e juntos pegamos a estrada novamente em direção a Bauru, dessa vez pra provar docinhos de casamento em uma mulher que realmente tinha dezenas de opções (tipo trufa de macadâmia, doce de abacaxi ou côco queimado), demos uma volta pelo shopping e voltamos ao Alameda pra ver mais um filme de palhaço (quem diria que seria possível fazer isso duas vezes seguidas?).
Desa vez era um terror, IT, do prolífico Stephen King, que apesar de cenas exageradas de matança, me ganhou pela ótima caracterização do Clube dos Perdedores e pela incrível mensagem de que os verdadeiros monstros são as pessoas reais. O Frodo e sua Sra. nos encontraram pra sessão e saindo de lá fomos matar a vontade da Manda de comer um lanche do Flipper. Acho que Jau continua tendo lanches melhores, apesar do meu hambúrguer de costela estar realmente bom e minha boa sorte mais uma vez me conceder sucos em dobro. Nem bebi, mas acabou sendo uma noite muito divertida e já era mais de meia noite quando voltamos pra Jau. Domingo de manhã, li um pouco, tomei café, corri e busquei a Manda pro almoço. Meus pais fizeram churrasco de lombo com queijo e pra compensar meu sábado a noite sem álcool, pude provar várias cervejas diferentes que eles haviam trazido de seus últimos passeios. E na sobremesa, tínhamos dezenas de docinhos bauruenses de casamento pra provar. Deixei a Manda na vó dela, passei no banco, assisti uma biografia do Thomas Wolfe com meus pais na Netflix. Depois, eles nos deixaram no BK pra carona mais desconfortável que já peguei, Parece que quanto maiores os carros são por fora, mais desconfortáveis são no banco de trás...

terça-feira, setembro 12, 2017

Teoria da conspiração

Me pergunto qual é o segredo do Shpping Cidade Jardim. Pensa num shopping elitista, Brasília style. É completamente fora de mão, nada é acessível e nem mesmo pensado para pedestres. Na verdade é pensado exatamente pra deixar os pedestres de fora.
As lojas vivem vazias. Literalmente. Parece um shopping center fantasma. 
O que não é nenhuma surpresa quando se observa as vitrines. As lojas são absurdamente caras (exemplos verídicos: 125.000 por um relógio, 5.000 por um sapato ou 250 reais por um protetor de almofada). Quem caralhos tem dinheiro pra gastar assim? E na boa, se você é alguém que tem mais de 100k sobrando, faça a sua própria alma um favor e vá ajudar uma instituição que precise né!
O shopping também tem a pior praça de alimentação que eu já visitei em toda a minha vida. Não tem nada que tenha um preço minimamente justo. Tudo custa no mínimo 35/40 reais. Um almoço decente não sai por menos de 60 conto. Um absurdo abusivo sem igual. 
Não tem McDonalds, Burger King, Taco Bell ou qualquer coisa assim. Porque? Bom, primeiro porque Deus existe e não quer que eu infarte (se essas opções existissem por aqui, eu só comeria nelas), segundo porque quem come esse tipo de comida não é bem vindo.Pra ser sincero, tem um Divino Fogão, mas ele fica escondido no segundo subsolo do estacionamento, e você tem que comer no meio dos gases poluentes emitidos pelas BMWs e Mercedez que vem pro shopping. 
Pior: o restaurante só existe porque foi pensada pros trabalhadores do shopping, e a própria localização dele diz muito sobre quem projetou o lugar.
Tudo isso pra fechar minha tese com minha nova teoria da conspiração: o shopping Cidade Jardim serve de fachada para lavagem de dinheiro!
É a única explicação plausível. De que outra forma um lugar gigantesco desses, frequentado por ninguém, poderia se manter? 
Um dia um amigo até perguntou pra um vendedor como estavam as vendas e ele respondeu "ah, com essa Lava Jato está tudo fraco". Suspeito, não?
A investigação continua...

segunda-feira, setembro 11, 2017

Cover de palhaço americano

Na quarta, fui com o pessoal do trabalho almoçar na SP Diversões (um lugar onde eu já tinha ido com a Manda e o Fergie correr de kart), onde por R$ 40 você pode comer e jogar boliche a vontade! Joguei bem, comi muito pastel de queijo (que pegamos pra fazer de porção no buffet), almocei feijoada e ainda tomei chopp. Eu teria que trabalhar até tarde pra compensar as horas que passamos lá e fazer home office na emenda do feriado, mas com uma diversão dessas, quem é que se importa?
Quinta-feira de manhã, eu e a Manda fomos até o metrô Butantã de onde sairia nossa carona e pouco antes do almoço já estávamos em casa brincando de scape no jogo das chaves. Almocei uma torta da helpie que tinha trazido de SP pra não deixar estragar na geladeira, e assim que o pai da Manda veio buscá-la, dormi durante a maior parte da tarde. A noite, saímos comemorar o aniversário da irmã dela no Bar do Veio, fazendo com que eu me sentasse mais uma vez no Rospinho com o Sustinho pela primeira vez depois de mais de uma década. A pizza lá é realmente boa, a cerveja é gelada e servem porção de amendoim. O lugar estava cheio e colaboramos sendo quase os últimos a ir embora.
Na sexta, acordei e li algumas hqs que tinham chegado pelo correio, corri, gravei alguns vídeos, depois busquei a Manda pra gente pegar uns quitutes na Casa no Norte, ver as novidades da Arena Games, almoçar algo no shopping (ja que o Zezinho fechou sem que eu pudesse comer lá mais uma vez), degustar umas bombas da Renata de sobremesa e fechar com um frapuccino na Kopenhagen. A tarde, mais soneca, um pouco de netflix, passei no Sustinho pra resolver no telefone uma pendencia dele com a Bestbuy e no começo da noite, seguimos de carro os motoqueiros Gutones e Moisa (o novo Tata, ou "o filho perdido do Jão Guerino) em direção a Barra Rock Fest, anunciado como o segundo maior festival de bandas cover do Brasil pra curtir um Led, Creedence e sempre a melhor: AC/DC (os caras tavam até caracterizados com terninho de colegial e boina). O festival tava muito bem organizado, tinha onde estacionar e várias opções de comida e bebida (infelizmente, tava dirigindo então não deu pra aproveitar as cervejas artesanais devidamente). Tinha vários motoqueiros por ali, senti até falta de ter um colete. Acho que vou mandar fazer um falso mesmo: Marmota Clube/"Gustt Rider".
No sábado, continuei minhas leituras, assisti um pouco de Rick e Morty no Youtube (porque esperar a estreia da nova temporada na netflix não ta rolando), corri, fiz o cabelo e a barba em uma nova barbearia, almocei com a Manda no Território (um self-service a vonts bem honesto, do qual eu sempre ouvia ela falar), depois cochilamos e esperamos nossa carona chegar. Dessa vez, nosso motorista era o Sustinho e ele nos levaria até o Alameda em Bauru pra gente assistir a Bingo, a biografia (que não recebeu autorização pra usar o nome original) do Bozo. Chegando em Bauru, tomamos um café (com mais bomba!), encontramos a irmã da Marina e seu namorado e assistimos ao filme do Rei das Manhãs pagando um valor simbólico. Incrível o quanto o ingresso é barato lá. Em SP, pagamos em média R$30 de meia entrada. No Alameda, a meia custa R$ 6. Se eu conseguisse esperar (o que obviamente, eu não consigo), ia passar a só assistir filmes no cinema de Bauru.
O filme foi realmente tão bom quanto eu esperava e saindo de lá fomos pro Brew Brothers, um lugar bem legal que tem várias torneiras de chopp artesanal (com amendoim grátis!) e que tem parceria com um food truck de hamburguers bem simples, porém saboroso. A saideira, pelo bem de nosso motorista amante de cafeína, foi na Hoss Cafeteria, supostamente um lugar especializado em vários tipos e preparos de café, mas que nos serviu bebidas aguadas e sem graça (ok, talvez meia noite não seja o melhor horário pra comprar um café por ali, ainda assim, decepcionante). Pelo menos a sobremesa estava ok. 
Domingo, sabendo que a carona ia sair cedo (logo depois do almoço), corri pra deixar tudo em ordem o mais rápido possível. Arrumei mala, corri, joguei um pouco de Atari (finalmente conseguindo salvar minha família no jogo Jungle Hunt), li um pouco, saquei dinheiro no banco, comprei umas empadas no shopping e deixei baixando uns episódios de One Punch Man e Star Trek: DS9 no celular pra viagem. Busquei a Manda, tomamos um sorvete no centro, tranquei um milhão de portas e passamos 5h na estrada no retorno pra São Paulo.

segunda-feira, setembro 04, 2017

Exposto à névoas terrígenas da era medieval

A diversão do final de semana começou cedo na sexta-feira, saí almoçar com o pessoal do trabalho no Tantra, um restaurante mongól, que serve tubarão e javali, no qual você pode montar sua própria receita (o que nem sempre é uma boa ideia) e comer a vontade (o que me salvou, já que depois de estragar duas tigelas, finalmente segui uma das receitas sugeridas e fiquei satisfeito com o resultado). Voltando pra agência, trabalhei por algumas horas e logo já estava saindo novamente (por ordens do chefe, inclusive) com o pessoal em direção a um barzinho próximo ao shopping Morumbi (que ironicamente, eu nunca frequentei enquanto trabalhava ali do lado), onde tomei diversas heinekens e whisky que ficaram ainda melhores quando a conta chegou e não tive que gastar um centavo. E pensar que meu chefe anterior nem falar com a equipe falava, que diferença!
Sábado acordei cedo porque as 10h da manhã eu tinha me inscrito pra participar de um workshop de arte-final com os brasileiros mais bem sucedidos dentro da DC Comics, Ivan Reis e Joe Prado. Durante mais de 2h eles palestraram sobre técnicas de arte-final (como escovas velhas pra borrifar estrelas num fundo preto) e curiosidades (sabia que o cabelo do Cascão é feito com borrões de impressões digitais?) e ao final, não só autografaram minha edição de LJA: Thorne of Atlantis, como cada um também esboçou uma Mulher-Maravilha no meu caderno de desenhos. A aula aconteceu na Biblioteca do Memorial da América Latina, onde tava rolando uma exposição com várias páginas originais de Lanterna Verde e Aquaman, e também bonecos inspirados na arte do Ivan. 
Por volta das 13h, saí de lá e fui até o Shopping Light, onde encontrei a Manda pra gente almoçar um hamburgão da Red Nose e sair rodar atrás de novos aparelhos de celular (os nossos duraram 3 anos, mas já estavam começando a falhar).
Voltando pra casa, tirei uma soneca, joguei um pouco do recém-baixando (e maravilindo na tv nova) Battlefield 1, que realmente te coloca dentro da primeira guerra. E ao final do dia, pegamos um busão pro Shopping Bourbon, onde tomamos um capuccino com petit gateau e assistimos em IMAX a estreia da nova série dos Inumanos (um lixo, diga-se de passagem). Saindo de lá, passamos no Zaffari, e compramos todo tipo de coisa que não chega nos mercados que normalmente frequentamos: tortas, alfajores, açaí de pitaia, donuts e cervejas especiais. Depois fomos pra casa assistir algo bom de verdade: a terceira temporada de Narcos.
No domingo, acordei cedo e joguei um pouco de Sonic no Wii, tomei um café com donuts com a Manda, li algumas hqs e saí visitar a exposição File Solo, do artista belga Lawrence Malstaf, que tem várias obras imersivas que basicamente te colocam dentro de uma linha de produção ou de um filme de terror.
A primeira sal que visitei foi incrível. Você entra sozinho num quarto escuro que só tem uma poltrona e um espelho gigante. Sua imagem começa a aparecer distorcida no espelho, enquanto uma fraca luz no teto treme e aparecem uns barulhos bizarros do nada. Seu reflexo fica tremendo, se separando em dois, se fundindo borrado, enquanto a música fica cada vez mais tensa, e ao final, as luzes ficam pisacando, até que só apareça a poltrona no seu reflexo, como se você tivesse desparecido. Nunca saí decepcionado de uma exposição no CCBB, e essa definitivamente não foi a primeira vez.
Depois passei por salas em que tinham apenas cadeiras motorizadas andando sozinhas, como se um grupo de fantasmas invisíveis estivesse fazendo uma festa; por um cômodo onde pessoas eram embaladas a vácuo, deitei em uma esteira e passei por uma prensa que parava a poucos sentímetros de me esmagar e ao final entrei numa redoma onde você sentava numa poltrona e ligava um túnel de vento ao seu redor (muito parecido com a câmara de névoas terrígenas, a qual os inumanos são expostos pra ganhar seus poderes, ou seja, melhor final de semana impossível).
Voltei pra casa, almocei uns pães de alho recheados com queijo e pimenta com a Manda, cochilei um pouco, li mais hqs e por volta das 19h, o piloto, a Ro e a Duda passaram nos buscar pra gente provar uma hamburgueria temática incrível: a Taverna Medieval, onde todos os atendentes estão caracterizados como estalajadeiros e bobos da corte e só te chamam de milorde ou milady, totalmente decorado com itens como escudos, espadas e brasões. Tem até capacetes pra galera vestir, os drinks podem ser tirados num dado de RPG (joguei e ganhei uma caipirinha de maracujá, então posso considerar que a sorte sorriu pra mim) e a comida é incrível! Comemos cebolas empanadas recheadas com pernil de entrada e hamburguers maravilhosos (a Manda um com foundue, eu um em que o queijo vinha por dentro da carne, que por sua vez, era embalada em bacon). Uma experiência realmente boa! 

quinta-feira, agosto 31, 2017

Fim de uma era

Começo com salada de rúcula com tomate seco e um pouco de maionese. Em seguida pego um pouco de arroz, feijoada, linguiça caseira (daquelas que arrebentam a casca) com tomate e cebola, filet a parmigiana e frango recheado com presunto e queijo. 
Um pouco de mandioca crocante e um bolinho de carne. Quem sabe uma maminha na caracu, se eu tiver sorte. Um pastel de carne vai no topo, recheado com molho de pimenta. 
Pra acompanhar, um suco de laranja batida com gelo, mas só se meu irmão estiver junto. Se estiver só com meus pais, o gelo e o açúcar vão ter que vir separados.
Religiosamente, minha mãe vai pegar leitoa e tanto ela quanto meu pai vão pegar uma banana empanada frita com açúcar e canela pra deixar no canto do prato de sobremesa. 
Impossível saber quantas vezes eu fui comer restaurante do Zezinho. Lembro que uma vez, quando nossa casa (que eu nem sei mais se era a antiga ou a atual) estava em reforma, comemos lá todos os dias da semana. 
Meu self-service favorito em todo o universo. 
Sempre imagino que se eu algum fosse criar um jogo de videogame, ele se passaria em Jaú e diversos de seus "points" seriam parte do cenário. O Zezinho com certeza faria parte dele. Assim como o Shopping e o Jão Guerino. Comida boa a preço justo, com gostinho de interior e do lado de outra parada obrigatória, "a banca do centro". 
Da última vez que voltei pra Jau almocei lá no sábado com meus pais e a comida estava tão boa que tive que fazer um segundo prato com um repeteco dos melhores itens (coisa que, apesar de não parecer, não tenho o costume de fazer).
Agora me arrependo um pouco de ter feito isso, na verdade deveria ter comido muito mais...

segunda-feira, agosto 28, 2017

Alienígenas de pastrami


No sábado, passei a manhã lendo quadrinhos, tomei um café com a Manda (com bolo de banana, aveia e mel - sim, isso existe e é incrível) e almocei um novo pão de alho recheado com catupiry de verdade (como ninguém nunca pensou ninsso antes?). Depois, peguei um busão pro Villagio Jk, onde ia rolar um evento do History Channel, que trouxe pro Brasil Giorgio Tsoukalos, do programa Alienígenas do Passado. Não sou exatamente o tipo de pessoa que acredita muito nesse tipo de coisa, mas várias vezes parei pra dar uma chance ao programa quando tinha tv a cabo em casa. Eles realmente conseguem me deixar na dúvida em várias questões e uma coisa bem legal da palestra foram várias citações a lugares que eu mesmo já tinha visitado (na Bolívia e no Peru). Citaram inclusive os crânios deformados e alongados, item que mais me impressionou em um dos museus que visitamos durante o mochião. É algo realmente bizarro e segundo os incas "era uma tentativa dos antigos de ficarem mais parecidos com os deuses que tinham lhes dado o conhecimento". A partir daí, cada um tira as conclusões que quiser. 0_0
Passaram lá com exclusividade o primeiro episódio da nova temporada (que já é a décima), depois o Giorgio sentou com vários estudiosos brasileiros de ufologia e um gringo que mora no Peru sobre algumas coisas sem resposta, tipo a construção das pirâmides ou do corte de pedras que vi em Machu Picchu e que realmente parecem ser difíceis pra caramba de fazer até mesmo com a tecnologia que temos hoje.
Consegui sentar relativamente perto e fiquei realmente feliz de ter podido particpar do rolet, realmente é algo que não se discute todo dia.

Saindo de la, peguei um uber pro Bar do Baixo, onde meus amigos do Mackenzie estavam comemorando um aniversário e uma despedida para portugal de um dos primos do Kev. O lugar tava lotado, então ficamos do lado de fora mesmo conversando e tomando cerveja barata em pé (comprada numa mercearia e consumida na frente do bar), num climão mais Mackenzie impossível. Só não entendi mesmo porque não poderíamos estar fazendo isso ali na Maria Antonia.
No final da noite, peguei um bus com a Manda de volta pra casa e paramos na pizzaria da rua de trás pra comer umas esfihas com sabor de pizza (ou mini pizzas com sabor de esfiha, o que você achar melhor).
No domingo, acordei já assistindo alguns reviews de hamburguerias no Youtube pra decidir onde iria almoçar com a Manda. Acabamos optando pela Z Deli, que ficava relativamente perto e parecia ter um preço justo e devo dizer que não me arrependi nem um pouco da escolha. Chegamos lá umas 14h e ainda tinha uma filinha de espera de uns 40min, mas assim que as batatas fritas chegaram admitimos que tudo valeu a pena. As batatas rústicas vieram cobertas por sour cream, cheddar e um pastrami da casa fenomenal. Até a limonada marota da Manda tava diferente e os lanches estavam realmente fenomenais (bacon sequinho, picles daora e carne deliciosa). Voltamos pra casa, cochilamos, assistimos Minions, joguei DK no Wii e fechei a noite com a season final de Game of Thrones.

terça-feira, agosto 22, 2017

Jauzando por aí

Nessa sexta, eu e a Manda voltamos mais uma vez pra capital do açaí e do saco de carvão, em uma nova carona que por força do destino saía mais tarde e mais perto do meu trabalho novo, exatamente como eu precisava. O motorista ainda era mega nerd e rolaram altas conversas geek durante todo o trajeto. Chegamos tarde em Jau, mas ainda assim havia uma pizza de lombinho e gorgonzola me esperando, porque meus pais realmente me conhecem muito bem e sabem como me agradar.
De manhã, tomamos café, contei minhas primeiras impressões sobre o minha nova rotina, li algumas hqs do Tio Patinhas (que completou agora 70 anos, basicamente a idade que sempre teve), dei uma carona pra Manda, assisti Defensores (3 episódios até agora e nada aconteceu, Marvel ta começando a me DCpcionar) e fui com meus pais almoçar no Zezinho e dar uma conferida naquela que sempre chamei de "banca do centro". A tarde, dei uma cochilada, e no começo da noite minha mãe assou um chester que eu tinha ganho na Wonderwundman. Ou seja, o bicho foi pro fogo exatamente na minha última semana em que trabalhei lá. Como se fosse uma oferenda para que as novas estações tragam "frutos" ainda melhores (ok, viajei,  tenho assistido muito a Vikings ultimamente). Momento mais propício impossível. Depois da ceia (que tinha até cerveja chilena e litrões de Delirium), saí encontrar a Manda, sua irmã e o cunhado pra gente tomar umas caipirinhas do rei e umas cervejas com amendoim de alho nos Baratheon. Voltei cedo pra casa, assisti um pouco de Batman (daquele desenho antigo da Warner, que me fez gostar do personagem) na Netflix e fui dormir cedo, afinal domingo era dia de festa.
No dia seguinte, tomei mais um café com meus pais (e a melhor geleia de morango do planeta, que meu irmão havia trazido pra gente; é preciso ter a força de um gigante pra abrir o pote e ao invés de amassada, a fruta é fatiada no formato de pétalas de rosas), fiz um jogging até a avenida, e depois passei buscar a Manda pra gente curtir um churrasquinho na residência Paleari, onde revi velhos amigos (muito tempo que eu não via o Porco), tomei muito chopp e me entupi de carne enquanto as mulheres conversavam sobre seu passatempo favorito: casamento.E então, ao final da tarde, voltamos pra SP, eu, a Manda e minha vontade de botar pra fora todo chopp que tomei. :)

sexta-feira, agosto 18, 2017

O Ragnarok da rotina

Toca o despertador. É um cacarejo dançante (que você pode conferir no vídeo abaixo). Moro na Maria Antonia e preciso desligar o alarme antes que acorde meus irmãos. Hora de acordar, vestir o terno e andar até a Augusta pra pegar um ônibus que me deixe no escritório em que trabalho na Haddock Lobo. Corte rápido. Toca o despertador, que não tem mais nenhuma personalidade mas me acorda com a mesma eficiência. Tenho que ir até a sala e encontrá-lo jogado no sofá. A Amanda já está acordada e fuça no Facebook deitada no outro sofá e enrolada nas cobertas como se fosse um crocete. Preciso pegar o metrô até uma das maiores agencias digitais do país. Vida (além de ser aquilo que acontece enquanto fazemos outros planos) é aquila coisa formada por uma série de diferentes rotinas. E depois de dois anos na Übermensch, é chegou novamente hora de mudar. Quando cheguei aqui foi incrível, fui muito bem recebido e fiz grandes amigos. Ganhei presente de aniversário em minha primeira semana, bebi chopp na comemoração internacional do dia W (e me enganei achando que a vida ali seria sempre uma festa), fiz minhas grandes apresentações pra clientes realmente importantes, aprendi a tomar café (nossa "cervejinha de empresa" de meio de tarde), enchi minha mesa de bonecos, escrevi dezenas de contos, fiz muitos projetos e comecei uma sociedade que, como qualquer coisa que envolva política, obviamente não foi pra frente. Comi em restaurantes incríveis, vi o chefinho superstar de perto mais de uma vez, joguei muito Fifa nas lojas Americanas na hora do almoço, li dezenas de livros na Cultura e aprendi a usar muito bem o tempo que perdia diariamente no trajeto pra agência (com muitos podcasts, audiobooks, Sonic, Mario e Zelda). O tempo passou, clientes chegaram e foram embora, bem como praticamente todos meus colegas, o que fez com que eu me sentisse cada vez mais o último sobrevivente da Casa Stark. Eis que então chegou a hora de deixar a Muralha (ou a Rocha ve há) pra trás. Hora de virar o disco e torcer pra que o que me aguarda do outro lado seja ainda mais incrível! Novidades em breve! :)  

 Melhor música pra acordar:

quarta-feira, agosto 16, 2017

Imagine um pirão de cabeça de Alien

Sexta feira, tivemos uma das poucas participações especiais do meu irmão nessa temporada de 2017 da série "Família Picagova". Antes um personagem recorrente (e um de meus favoritos), ele mudou de emissora há alguns anos e tem sido cada vez mais difícil encontrá-lo em um de nossos episódios. Pra comemorar, chamamos os V´s pra que todos colassem em casa e celebramos a vinda dele com calzones, cervejas, amendoins e as mandycaipiríneas de maracujá, morango e whisky.
Sábado de manhã, fui com a Manda na Vovó pra repor os frios da geladeira, depois saí encontrar meus pais no antigo ape, de onde partimos com meus irmãos pro Consulado da Bahia. O almoço estava incrível, até alguém me contar (com a maior normalidade do mundo) que o pirão era feito de cabeça de peixe! Cabeça de peixe, e as pessoas comentando como se fosse algo tão normal de se servir quanto tomate! Poderíamos dizer que eu, "pirei" na descoberta (ba dum tss).
Comigo ainda em choque, fomos pra Av. Paulista tomar um sorvete e caminhar na orla de concreto, em meio aos vendedores e artistas de rua. E a noite, acabamos poitando, já que todo mundo estava cansado e eu mesmo tinha comido tanto que nem precisei de janta. Aproveitei pra assistir Alien: Covenant, a sequencia de Prometheus, que é legalzinho mas nada demais (o melhor filme que eu vi nas últimas semanas, continuou sendo o espanhol "Um contratempo").
No domingo, depois de ler bastante pela manhã (inclusive um fato muito interessante sobre a Swordquest da vida real no livro Jogador Número Um), peguei um uber e fui com a Manda encontrar a família na Osteria Generale, lar da melhor entrada de gorgonzola da face da terra, onde tínhamos combinado de comemorar o dia dos pais desse ano. Comemos bastante e tentamos andar até o Ben & Jerry´s, mas como aparentemente minha irmã é tão perdida geograficamente quanto eu, só andamos quilometros a toa, não chegamos em lugar nenhum e acabamos voltando pra uma outra sorveteria, que havíamos encontrado no meio do caminho, que também não era nada ruim. 
Voltando pra casa, aproveitei pra testar muitos dos jogos de Wii que o Vyc tinha me passado (meu favorito sendo Donkey Kong: Jungle Beat, que faz você ficar batendo no peito com os controles e que me deiou muito feliz de poder me sentir como um macaco de verdade) e assistimos "Passageiros", filinho ok claramente  inspirado em Starship Titanic, joguinho de computador escrito pelo mestre Douglas Adams.
E na segunda-feira, que acabou sendo meu único dia de férias (supostamente seria o primeiro de vinte, mas troquei de emprego e consegui manter um único dia de folga), li quadrinhos e joguei videogame como se não houvesse amanhã, corri na esteira e saí com a Manda conhecer um lugar novo no centro, cuja especialidade é fazer lanches de linguiça desde 1924, mas aparentemente não descobriram que em um sanduíches desses se deve sempre usar maionese Heinz. Demos uma volta no Light, tomamos vinho acompanhado de muito parmesão e assistimos uma comédiazinha divertida  na Netflix. Foram férias curtas, não deu pra descansar tudo o que eu queria, mas aquilo que eu precisava. No dia seguinte, eu já estaria pronto pra dar início à minha nova rotina publicitária...

terça-feira, agosto 08, 2017

Já U!

Minha irmã tinha um casamento em Bauru, então eu e a Manda aproveitamos a carona pra voltar mais uma vez pra Jaú nesse final de semana. Como meus pais haviam saído, achamos que não teríamos os costumeiros lanches de boas-vindas, então saímos por toda a cidade em busca de janta. Estava frio e meia-noite não tinha mais nada aberto, então acabamos parando no Habib´s mesmo, só pra confirmar que a unidade de Jahu é muito superior ás de SP, principalmente no quesito atendimento. Comi um lanchinho de kafta, bolinhos de bacalhau, ganhamos copos do Rock in Rio e até tomamos caipirinha (por R$ 6,90,  nice!). Deixei a Manda na casa dela, e pra nossa surpresa, assim que abrimos a porta da cozinha, meus pais haviam deixado vários enrolados em cima da mesa. As vezes aquilo que você procura, realmente espera bem debaixo do seu nariz.
Passei o sábado de boas lendo hqs de Star Trek e assistindo TV, almocei com a Manda os enrolados da Santo Antonio, encontrei o Sustinho pra conhecer uma loja de bugigangas paraguayas (que em São Paulo chamamos de xing-ling), enquanto a Manda consultava os ouvidos com a Maryna, tirei um cochilo, joguei um pouco de Mario Tennis no DS, demos uma volta no shopping pra comprar presentes, passei na casa da tia dela desejar feliz aniversário pra Manu e depois fomos conhecer a Heir Beer, nova cervejaria artesanal da capital mundial do açaí e dos vendedores de carvão. Cervejinha honesta, porções nem tanto, deu pra gente beber e conversar bastante até o boteco fechar. Incrível ver o quanto a cidade tem se renovado com essas novas hamburguerias gourmet e cervejarias artesanais.
No domingo, tomei café com meus pais, e saímos comemorar com os V´s na Chuleta na Tábua. Dessa vez, provamos o prato que dá nome ao local, um pouco mais gorduroso do que a picanha que tinha provado da última vez, mas que também estava muito bom e acompanhado de uma mandioca na manteiga excelente. Na hora da siesta picagova, dei uma passada na vó da Manda (ajudando a encher ainda mais a casa), onde tinha gente brincando de massinha, cachorros latindo e jovens assistindo jogo de futebol. Depois voltamos pra casa dos meus pais, onde tomamos um café, comemos torta de morango, docinhos de festa e pouco depois já estávamos voltando pra estrada pra metrópole.

terça-feira, agosto 01, 2017

Torres

Nesse sábado, passei a manhã lendo algumas hqs do Donald e depois saí almoçar com meus pais alguns rolinhos primavera e um yakisoba caprichado do Mr. Chang. Pra sobremesa, eu e a Manda fomos nos entupir com docinhos de festa provando opções para o grande dia. A cozinheira montou uma torre de doces, que tinha diversos tipos de brigadeiro, de belga a leite ninho com nutella, com caixinhas de limão e maracujá, camafeus, olhos de sogra e bonbons de churros, goiabada e côco. 
Chegando em casa, cochilei, assisti um pouco de netflix e, assim que caiu a noite, o Wella colou em casa, jogamos um pouco de Atari até a Manda ficar pronta, e entãos fomos pro El Puerto, onde tínhamos combinado de encontrar o Shaolin e sua nova senhora. 
Em meio a duas torres, uma de chopp e outra de batata (coberta com muito queijo e bacon), relembramos causos do passado, nos atualizamos com as novidades, demos uns gritos e bebemos até que literalmente o frio e nossas mulheres disessem chega (sem elas, possivelmente continuaríamos bebendo pra sempre).
No domingo, eu e minha familia comemos fora (só que dentro de casa, usando pela primeira vez em família a mesa dos fundos), por conta de boa parte da casa estar tomada pelos preparativos de um chá/aniversário que minha mãe e minha irmã estavam organizando pra uma amiga dela. Tomamos Brotas Beer, almoçamos e filamos camafeus. Ganhei vários presentinhos da minha hermana, que estava voltando de viagem, dei um tempo na casa da vó da Manda, joguei mais um pouco de Centipede (meu jogo favorito do Atari no momento) e antes que eu pudesse perceber, já estava na hora de voltar pra São Paulo. 
PS: O camafeu foi inspirado em um objeto muito usado de decoração por pessoas nobres entre os séculos XV e XIX e a palavra origina-se do latim cammaeus, que quer dizer pedra entalhada ou esculpida. O doce leva esse nome pelo seu formato, que lembra o da joia e é o favorito dos gustts. 

segunda-feira, julho 24, 2017

Optimus Foundue, maximizar!


Mais um finalzinho de semana tranquilo em São Paulo. Sábado de manhã corri, li bastante coisa (destaque pro italiano Face Oculta, que mostra um aventureiro na Etiópia nos anos de 1800, muito bem escrito e desenhado como todo quadrinho da Bonelli), joguei um pouco de Watch Dogs, almocei em casa com e a tarde, enquanto a Amanda saía visitar nossa afilhada, fui pra Fnac pra um encontro de fãs de Transformers onde uns youtubers de quadrinhos iam falar sobre as hqs, filmes e bonecos da franquia. Aprendi bastante coisa que não sabia (muitos dos nomes e da mitologia foram criados por escritores da Marvel a pedido da companhia de brinquedos que lançou os bonecos) e ainda valeu a pena porque saí de la com 4 meses de assinatura de quadrinhos e dois ingressos pra ver no cinema o último filme. Aproveitei pra passar na lojinha duty free comprar umas coisinhas, e ainda cheguei em casa a tempo de poder jogar um pouco de Marvel Heroes Omega, novo free-to-play disponível pra PS4 e XONE da Marvel (que é bem divertidinho) e Super Mario Bros no Wii. Depois, fui com a Manda provar uma pizza maneira de picanha no Mazzeratti, um lugar perto de casa que sempre cheiramos mas ainda não havíamos comido. Conclusão: devíamos ter provado antes, é muito boa! 
No domingo, joguei mais alguns games, corri na esteira, acompanhei todos os trailers lançados na Comic Con que tava acontecendo em San Diego (ainda não foi dessa vez, mas preciso ir numa dessas!), li mais um pouco (Jogador Número 1 é um livro que comecei e to curtindo demais), e lá pro comecinho da noite, aproveitando o friozinho proprício que tava fazendo na cidade, embarquei com a Manda na grande experiência gastronômica do final de semana, nossa visita no "Era uma vez um Chalezinho", restaurante daqueles tão chiques que fazem você se sentir até mal, mas que serve os mais elaborados foundues que já vi na vida. Comemos um salgado de filet mignon ao vinho, que tinha 8 tipos de molhos marotos (que tinham opções que iam de queijo e alho a cogumelos ou abacaxi com pimenta), acompanhado de umas batatas assadas com quatro queijos e torradas incríveis e um doce de Lindt com amêndoas. Pensa num foundue animal e talvez saporra ainda supere suas expectativas! Sentamos bem perto do pianista (que tocava de tudo no piano, até despacito) e como se a noite não pudesse ficar ainda mais romântica, a energia do restaurante acabou e fomos literalmente obrigados a jantar a luz de velas (ou lamparinas, pra ser mais exato). Chegamos lá umas 18h30 e voltamos de uber em casa lá pelas 22h, praticamente uma ida até a melhor parte de Campos de Jordão. =)

segunda-feira, julho 17, 2017


Depois da correria em três cidades diferentes no final de semana passado (Jau, Brotas e Torrinha), eu e a Manda tiramos esse aqui pra relaxar. A primeira cerveja veio no trabalho mesmo, em comemoração ao lançamento da nova campanha de um cliente, depois fui comer uns dogs do BK com o Doug (que maravilha ter hot dog americano por aqui!) e chegando em casa, me rendi ao movimento, e joguei com o Frodo minha primeira partida do fenômeno League of Legends. Um jogo realmente divertido, se fosse no console eu provavelmente jogaria muito mais, mas jogar no notebook realmente não é pra mim.
Sábado de manhã, tomei um café com alfajores dos monges e saí buscar no metrô minha nova aquisição gamer (sim, ultimamente troquei os gastos com hqs por videogames, basicamente porque eu já esgotei a maior parte dos comics americanos que realmente valem a pena): um Nintendo WII! Pelo preço de dois jantares fora  de casa, é possível encontrar esse ótimo console que vale por vários (ele roda master system, nintendinho e até gamecube!). Almocei com a Manda um balde de frango no KFC do shopping Eldorado, onde logo depois assistiríamos ao novo filme do amigão da vizinhança: Homem-Aranha: De volta ao lar.

O filme é bom, não comete nenhum erro crasso como os das franquias antecessores, mas como sexta adptação do teioso nos cinemas, bom, fica realmente difícil ser original, né? O filme é bem feito, tem cenas incríveis e até consegue transformar o Abutre, vilão de 5a categoria, em um puta antagonista (preciso de uma jaqueta igual de couro a dele!), mas não tem nada de excepcional. De qualquer forma, está em boas mãos.
Saindo do cinema (o filme tem a melhor e mais sincera cena pós-créditos de todas), demos um rolet pelo s hopping, voltamos pra casa, tomamos umas batidas de maracujá com morango, assistimos Raising Hope e matei meus primeiros dragões em Dragon Age: Inquisition.
No domingo, finalmente tive algumas horinhas de sol pra dedicar a leitura. Tinha comprado alguns fumetti italianos no sebo quando fui no consultório da Manda, e fiquei maravilhado com o quanto as estórias de Mágico Vento e Nick Rayder, personagens que antes eu só conhecia de nome, eram incríveis. Além disso, terminei o segundo volume de Lobo Solitário, mangá dos anos 70 no qual cada página é uma obra de arte, mantendo o nível de quadrinhos consumidos extremamente alto. 
Joguei  muito Super Mario Wii com a Manda, tomamos café da manhã com amanditas e almoçamos em casa. A noite, fomos com a Very e o Vyc comer um lanche no Zeca Rock Burger, nova hamburgueria que abriu ali perto da saudosa Maria Antonia. Conversamos, provamos a batata rústica e o incrível burger duplo deles, passamos na Boulevard pra uma sobremesa (bomba de café!) e fechamos com algumas cervejas no antigo apê. 

terça-feira, julho 11, 2017

Conhecendo as redondezas (e ficando cada vez mais redondo)


Depois de uma semana de ressaca nos aprendizados (e uma leve decepção), tive uma semana de correria no trabalho (pra compensar a leveza do período anterior), que, pelo menos, fechou com uma festa junina na empresa que me permitiu tomar algumas cervejas e me entupi de hot dogs em pleno Rochaverá. Chegando em casa, fui com a Manda pra casa da Verys pegar uma carona de volta pra Jau.Jantamos com meus pais um tradicional lanche do rospinho, entregamos presentes e já começamos as celebrações de aniversário do meu pai, que se intensificariam ainda mais no dia seguinte, com churrasco em casa (com carne no ponto, acredite se quiser), brigadeiro e bolo de leite ninho. 

Mal tive tempo de digerir o almoço, e já passei buscar a Manda pra gente ir pra Brotas, onde algumas amigas da faculdade de Odonto estavam reunidas para o casamento de uma delas que era da cidade. Fizemos check in no hotel Casarão, logo encontramos uma galera e fomos pro Pub da Brotas Beer, um lugar com ótimas cervejas, chopps artesanais, a melhor batida de frutas que tomei esse ano e um cardápio incrível com porções de parmesão, bolinhos de cevada e buffalo wings extra apimentadas. 

O casamento era só as 20h30, mas ficamos lá até o último minuto, e não tive nem tempo de tirar um pequeno cochilo antes de seguirmos pro casamento. A festa estava muito boa, tinha mesa de frios com uma perna inteira de presunto de parma e muitos queijos e os garçons não deixaram meu copo secar. Ficamos até as 5h30 da manhã, mas mesmo só tendo indo embora quando a banda já tinha até desmontado seus instrumentos e as luzes do salão já terem sido acessas, as amigas da Manda não pareciam dispostas a deixar a festa acabar (algumas foram até comprar vinho pra beber depois da festa!). 

Um pessoal que não brinca em serviço (uma delas, mais alta que a maioria dos convidados, foi incuisive quem pegou a garrafa de whisky que foi jogada pelo noivo depois da noiva jogar o bouquet), e a garrafa terminou em menos de uma hora! Foi realmente divertido conhecer essa galera e poder finalmente colocar um rosto em tantas estórias que a Manda conta.

Depois de dormir (muito pouco, por sinal), acordamos cedo pra pegar a estrada pra Torrinha, mais especificamente pro Mosteiro Paraíso dos Agromonges, onde meus pais tinham decidido receber as bençãos e comemorar seu aniversário de casamento. 

Vimos um pedaço da missa, depois sentamos pra tomar um café (o pessoal da igreja tem um cardápio maravilhoso, digno de um Starbucks, que tem até café com macadâmia, uma pena que fique tão afastado da cidade) e demos uma caminhada pelo lugar (que é realmente incrível e transmite muita paz). Pouco depois, minha irmã e o Vyc chegaram e nos sentamos pra almoçar. Além da padaria  os monges também servem um almoço bem caseiro (com um ótimo torresmo). Depois, cantamos parabéns, compartilhamos  um novo bolo (esses padres cozinham muito!), e ainda levamos trufas e pão de mel pra viagem. De barriga cheia, voltamos pra Jau, onde tirei uma merecida soneca e então nos restava apenas mais uma estrada pra fechar o final de semana, a de volta pra metrópole.

segunda-feira, julho 03, 2017

White People Problems, home office e comédia ao vivo

A semana passada foi bastante conturbada aqui no trabalho, da Ingalterra pro mundo, um ataque hacker atingiu todos os computadores da empresa, exigindo um resgate em bitcoins. Ou seja, ficamos sem internet, jogando stop e fazendo hora, e sem poder ligar o computador, o blog ficou desatualizado. 
Não que no final de semana anterior tenha acontecido muita coisa, eu basicamente comi (feijoada show na Bologna, lanches de quermesse da igreja de trás de casa) e assisti tv (o final da primeira temporada de Deuses Americanos foi foda!) e no domingo, o Sustinho tava aqui pra fazer uma prova, então eu e a Manda fomos com ele e a Marina no almoço provar os lanches de rosbife do Mundo Pão do Olivier, que são sensacionais (tem até um pão com gosto de nozes!)
Aí veio uma semana completamente fora do padrão no trabalho, que gerou bastante home office (foi na mesma semana em que perdi meu bilhete, então também aproveitei pra reavê-lo e pra fazer uma limpeza na minha amada dentista =B). 
Sexta a noite, veio o primeiro evento realmente digno de nota do período: Hermes & Renato AO VIVO! Porraaa meu...que coisa foda! O melhor programa da clássica MTV de raiz, ficou ainda mais divertido presencialmente. Teve Padre Quemedo, Charlinho, Boça, Tela Class, palavrão e politicamente incorreto pra porra e fechou com Unidos do Caralho a Quatro. 
O mais próximo de um Monty Python que temos, um clássico da TV, em um teatro lotado com quase mil pessoas. E no final os caras ainda se prontificaram a tirar foto com a galera. Sucesso!
No sábado, passei o dia em meio a palestras motivadoras na Casa Portugal (que ironicamente fica na Liberdade, o bairro japonês), então aproveitei pra provar uma comida tailandêsa no Petiscos do Tigrão (gordurosa acima do necessário, mas deliciosa) e pegar uma pizza-aranha e cookies de paçoca e churros na volta pra casa.
Aí domingo foi só comida (mais lanchinhos de quermesse) e Netflix, tenho medo de que envelhecer seja basicamente isso mesmo, mas savida, tamo ae na atividade. Até a próxima (caso os hackers permitam)!