terça-feira, fevereiro 14, 2017

Ma oeeeeee!!!

Depois de uma semana mega corrida, na qual além dos meus relatórios de sempre rolaram umas prospecções de futuro por aí, durante o almoço da sexta mesmo eu já senti que merecia uma trégua então fui finalmente testar diversos jogos no Hotzone do Morumbi que eu tava devendo pra mim mesmo há bastante tempo. Comprei um cartão e fui direto pra máquina de Star Wars, que tem o formato de um tie-fighter, no qual você pilota uma x-wing (pois é) e tem que detonar uns stortroopers tendo a estrela da morte como cenário. Girei tanto que fiquei até zonzo, mas pelo menos matei a vontade. Logo em seguida, testei um pinball do Homem-Aranha e suei de tanto remar num jogo japonês de rafting. A noite, eu e a Manda fomos jantar na chef Very risoto de queijo brie com presunto de parma (só me ferrei pq tirei o cartão da carteira sem querer, então fiquei sem conseguir comprar cerveja) e apresentamos pra ela e pro Vyc o maravilhoso mundo de Rick & Morty.
Domingo li bastante (Lobo Solitário, melhor mangá ever, Alien pelo Mignola e Tex), comecei a jogar "Mass Effect 3" (que basicamente mistura Star Trek com a jogabilidade de Spec Ops: The line, ou seja, me conquistou logo de cara), almocei torta de frango com a Manda e saí buscar uns quitutes promocionais na Vovó Zuzu. Depois tiramos um cochilo, pedimos uma pizza da Ramos pra jantar (que pizzaria foda, e continua barata!) e começamos a assistir "American Crime Story" na Netflix.
Domingo, pouco antes da hora do almoço pegamos um bus pra visitar o MIS, onde ta rolando a Exposição "Silvio Santos Vem aí", que tem tudo sobre a trajetória do Cenoura Brava Mel, e várias roletas de jogos de palco que o consagraram como grande showman da TV brasileira (juro que só fui descobrir lá que TVS eram as iniciais de TV Silvio Santos). Na volta, paramos pra almoçar um balde de frango frito no KFC do Center 3 e tomar um sorvetinho da parmalat. Descemos a pé, li/joguei videogame/dormi e fechamos o fds assistindo o final da segunda tempora da R&M assim como o Rick faria, bebendo seu cuzão filho da puta! A Manda bateu vodka com maracujás e morangos, fazendo uma das melhores caipirinhas caseiras da história. E nada como sementes de maracujá e alcool pra te fazer dormir bem...

AniverSP

Aproveitei o feriado no meio da semana pra ler mais um bom pedaço do livro do China, tomar uns sustos no Outlast e, já que o uber tava só R$ 4,63 pra praticamente qualquer canto da cidade, eu e a Manda aproveitamos pra conhecer "O" Burger, uma hamburgeria que estava há um tempinho em nossa to-go list. E realmente valeu a pena. Os caras não tem medo de inovar, o que provei tinha uma costela enfiada no meio do lanche e o dela tinha um foundue de queijo com batatas! As batatas estavam boas, tomei um negroni e ela uma limonada suiça e na saída ainda repartimos um maravilhoso milk shake de nutella. Como sempre, a parte ruim da experiência foi pagar a conta, o lanche não é dos mais baratos. Mas de qualquer forma, com a economia do uber, acabou valendo bastante a pena. :)
Já o final de semana foi mais caseiro. Eu aproveitei pra ler muito (terminei 2 livros, "A cidade e a cidade" e "A arte de produzir efeito sem causa", entre outras hqs) e zerei Outlast (joguinho bem interessante já comentado por aqui), assisti um ótimo filminho policial com a Manda ("Os caras legais", sim o título é bobo mas juro que o filme é muito bom), e o ponto alto foi pro passeio que demos na Paulista no sábado a noite, no qual fizemos umas comprinhas, eu jantei o burrito mais mexicano da cidade (com direito a arroz e feijão dentro) no Chicano da Augusta, ela um lanche de pernil no Bologna e tomamos juntos um sundae de bem-casado de sobremesa. Corri na esteira assistindo Luke Cage, gravei um podcast sobre a nova mensal do Dr. Estranho, tomei umas cervejas e comemos lanche de linguiça e torta de morango no domingo. 


sexta-feira, janeiro 27, 2017

Recomendações da semana

Livro: "A Cidade e a Cidade" de China Miéville é sobre duas cidades completamente diferentes que dividem o mesmo espaço físico. As pessoas de uma cidade simplesmente aprendem a "desver" os habitantes da outra cidade, a ignorar seus veículos e estabelecimentos. Tipo os sem-teto que você finge que não vê nesse tal de mundo real.

Jogo: "Outlast" é sobre um jornalista preso num manicômio escuro cheio de malucos assassinos, completamente desarmado e contando com o pouco que tem de bateria pra manter a luz de sua câmera ligada só pra conseguir se locomover pelo lugar. Tem me dado uma porrada de sustos, mesmo quando jogo durante o dia.

Desenho: "Rick & Morty" chegou há pouco tempo na Netflix e já tem um lugar de respeito no meu coração. É um desenho animado sci-fi adulto e genial. Praticamente uma mistura de Doctor Who com South Park. Terminei a primeira temporada esses dias e não consigo deixar de pensar em como o roteiro cresce a cada episódio.

Filme: La La Land. O filme é não só faz um brinde a todos os sonhadores que nunca desistem de ver seus sonhos realizados como ao mesmo tempo faz uma homenagem a muitos dos grandes musicais do passado. Ao menos 3 das principais músicas já estão entre as músicas mais escutadas por mim no Spotify nas últimas semanas.

Música: "Pain lies on the Riverside" da banda Live é uma daquelas músicas que sempre ouvi tocar, mas nunca soube o nome. E agora que sei, jamais sairá da minha playlist. Quem sabe não é o caso pra você também?

segunda-feira, janeiro 23, 2017

[HQ] Baratas Explosivas em Quadrinhos!

E agora, com vocês, a versão final em p&b da hq autobiográfica que conta a história dos Baratas Explosivas (também disponível no site baratasexplosivas.tumblr.com), produto final do curso de Processo Criativo e Introdução à História em Quadrinhos que eu fiz ano passado no Sesc Santana:





PS: Clique nas imagens para ver no tamanho original ;)

A universidade invisível

Eu sempre tinha ouvido falar dos cursos de escrita que rolavam na Casa das Rosas, mas nunca tinha conseguido vaga. Aí um belo dia vi que ia rolar um intensivão de "breves narrativas" de uma semana, corri me inscrever e bem quando era com o professor que eu mais queria, acabou dando certo. O lugar é tipo um casarão bem velho, com janelas gigantes e banheiras nos banheiros. E como as vezes você tem que pegar caminhos, entradas ou escadas diferentes pra chegar na mesma sala de aula, faz com que você se sinta um pouco em Hogwarts.
Apesar de curto (como é gratuito, na verdade nem da pra reclamar muito), foi bem proveitoso.
Além de ter pego novas técnicas, referências e histórias (que incluem até o telefone de uma vidente pra qual eu provavelmente nunca vou ligar), foi a primeira vez que li meus textos em voz alta pra tanta gente junta e fiquei bem empolgado com o feedback positivo e as risadas que eles causaram.
Seguem abaixo alguns exercícios.

Preenchendo o vazio
(criação livre)

Em uma tarde de tédio, Flávio teve a ideia de encher a boneca inflável com quem estava dormindo nas últimas duas semanas com gás hélio. 
Ele imaginou que seria divertido se ela se fizesse de difícil e tentasse fugir para longe de suas investidas, como as mulheres de verdade que ele conhecia sempre faziam.
Através de um vídeo do Youtube, descobriu que poderia substituir o gás por uma mistura caseira de vinagre e bicarbonato de sódio.
Coletou o que precisava no armário cozinha e rapidamente voltou para o quarto. Pouco tempo depois, sua amante ganhava vida e deslizava suavemente pelo teto.
Foi a melhor transa que Flávio teve na vida. Tão incrível que na manhã seguinte ele amarrou um barbante no pulso de sua mulher voadora e a levou para dar uma volta na Avenida Paulista, ávido por exibir orgulhosamente para todos que finalmente havia achado alguém que o fazia feliz. 
A boneca flutuava cerca de vinte centímetros acima da cabeça do rapaz, boquiaberta e nua, chocando e divertindo quem os via passar.
No caminho de volta, um desconhecido aproximou-se deles e cortou o barbante com uma tesoura.
— Por que fez isso? — protestou Flávio. — Eu a amava.
— Não seja idiota — o homem com a tesoura respondeu. — Era só sexo.

Segredos de beleza
(texto criado com base em uma sequência de imagens aleatórias exibidas pelo Professor)

Ana se achava feia. O espelho dela tinha certeza. Para piorar, a mãe dela era linda, e admirada por todos os seus colegas de escola. Quando sua avó faleceu, Ana encontrou algumas fotos antigas dos avós quando jovens e ficou confusa. Seu avô era muito bonito, provavelmente a beleza de sua mãe vinha dele, mas sua vó era tão feia que parecia precisar de um exorcista.
- Mãe, como você acha que sua mãe conheceu o vovô? - perguntou Ana, enquanto as duas remexiam nas coisas deixadas pela falecida.
- Não sei nem como eles continuaram juntos por tanto tempo - respondeu a mulher. - A única coisa que tinham em comum era o mal gosto. Não vejo a hora de me livrar desse macaco amarelo horrível.
Ana observou com curiosidade a escultura que ficava no meio da sala e imaginou se a avó não utilizou a bruxaria de algum deus-macaco ancestral para conquistar o avô. Se oferecendo para jogar a estátua fora, a garota carregou o macabro chimpanzé de vidro até o latão de lixo que ficava nos fundos do prédio. 
Ao chegar lá, se assustou momentaneamente com a sombra de um monstro gigante que os brinquedos do parquinho formavam na parede e derrubou a escultura no chão.
O macaco se quebrou em mil pedaços. Dentro dele, havia um pequeno frasco prateado.
Ana abriu o recipiente e sorveu um longo gole, sem ter a menor dúvida de que aquele era o segredo de sua avó para ficar bonita. O líquido amargo desceu queimando sua garganta e a partir daquele dia, e sempre em posse do frasco, ela passou a se sentir a garota mais sexy do planeta. 
O que Ana não sabia era que a magia de sua vó só funcionava porque, na verdade, era o seu avô quem bebia.

A bandana
(descrição de alguém da classe em uma única frase)

Não sabia que hoje tinha jogo do Brasil. Tomara que não seja outra manifestação.

O legal é que esse curso foi basicamente uma extensão da oficina que fiz na semana passada. Até alguns colegas se repetiram. Ou seja, é um curso sem prazo de duração e sem lugar fixo, basicamente um colégio invisível.

Cursos, festas e cinemas


Minha terceira semana de janeiro foi bem agitada. Na segunda feira rolou "paredão" na empresa, com um corte gigantesco de pessoas mas mais uma vez, sabe-se-la-como consegui sobreviver. E de terça a sexta, fiz um intensivão de escrita na Casa das Rosas ministrado pelo mestre. Já no primeiro dia fiquei bem feliz por ele ter lembrado da minha história sobre os Baratas Explosivas e ter feito questão de contá-la pra sala toda (que dessa vez tinha umas 40 pessoas). Apesar de ser pouco tempo, deu pra escrever bastante, desenhar e ainda ter ideia pra pelo menos umas 3 novas histórias no futuro. Vou postar um pouco do que escrevi/li durante esses dias num próximo post. Sábado de manhã fui com a Manda na Vovò Zuzu fazer umas compras, depois compramos um filtro de água de barro pra combinar com o resto retrô do apartamento (só falta uma vitrola agora), cortei o cabelo na Augusta, tomamos café com sonho de almoço e passei a maior parte da tarde lendo, correndo na esteira ou assistindo tv. A noite, a Very, o Vyctorio, a Rosangel e o Fábio vieram em casa. Tomamos algumas cervejas, comemos frios, fizemos picanha na churrasqueira e cantamos parabéns pra Amanda antes de comer o brigadeirão com morangos que ela tinha feito. É ótimo ter um apê onde finalmente dá pra receber bem as pessoas!

No domingo de manhã, continuei minhas leituras,  fomos à feira, almoçamos lanches com o que tinha sobrado de picanha, pão e cebola no azeite do dia anterior e tiramos um cochilo. Depois pegamos um ônibus até o Cine Drive-in, uma sala especial da Belas Artes que tem bancos de automóvel pra sentar juntinho! O lugar era ainda mais legal do que eu imaginava, até a parede era decorada com faróis e tem até uma lanchonete americana lá dentro servindo drinks e hamburguers, onde tomamos um milk shake de sorvete de nata com morango e hibisco sensacional.
Assistimos ao musical "La la Land", que eu curti bastante e tem todo um climão de filme antigo, ou seja, o filme perfeito pra nossa estreia na sala. 
Jantei leite achocolatado com cookies e fechamos o domingo assistindo desenho animado. Rick e Morty é a melhor coisa que descobri desde Black Mirror e recomendo demais como uma das melhores comédias/sci-fi que você vai encontrar na Netflix.




terça-feira, janeiro 17, 2017

O (lanche) bom, o mau e o caseiro

Quinta-feira, queimando a largada para as festividades de comemoração do aniversário da Manda, fomos com o Eduardo e sua prole comer um maravilhoso Holy Burger. A fila de espera demorou, muito, mas valeu a pena. E quem foi pela primeira vez já queria voltar.
Na sexta, voltamos de busão por conta da escassez de carona e eu tive a brilhante ideia de comprar tapiocas de janta. Não consegui pregar os olhos durante a viagem, enquanto a Manda (prevenida com dramins, dormiu o tempo todo). Sábado, até o almoço estava tudo ótimo. Comi tender (porque natal nunca é demais) com meus pais e minha tia e até tomamos limoncelo com chocolate de menta na sobremesa, mas depois da habitual soneca da tarde comecei a sofrer com as lembranças da tapioca. Vomitei, passei mal, fiquei com dor de cabeça, e foi com muita tontura que me dirigi pra casa da vó da Manda pra ver, sim, só ver o bolo de aniversário que tava rolando por ali. Voltei pra casa, fui medicado e dormi mais umas horas. Depois, munido de um gatorade, saímos encontrar a Marian e o Sustinho no Maria Joana, um novo bar que só tinha a gente de clientes e aguentei o máximo que pude acordado.
Domingo finalmente acordei bem, li umas hqs e assisti "Enigma do outro Mundo", depois almocei mais um pouco de tender (e dessa vez acompanhado até de bolinhos de arroz e mandioca frita, o teste supremo pra mostrar que eu realmente já estava bem), passei na vó da Manda comer o pedaço de bolo que eu tinha ficado devendo pra mim mesmo e passamos até na Lian onde provei a nova paleta mexicana de café (que é ótima, por sinal). Jantei um lanche com meus pais, enquanto um dilúvio começava a cair sobre a cidade, depois fomos buscar a Manda e encontrar nossa carona.
Na segunda-feira, finalmente comemoramos o aniversário dela dignamente com filet mignon na churrasqueira, cebola frita na maionese Heinz e pão do Marajá, fazendo o melhor lanche caseiro da história dos Salmeida-Picagova. Não restam dúvidas, eu estou curado. 
Um feliz aniversário pra vc Mandalenaaaa, tenha um ótimo ano, vc merece tudo de melhor! :) 

quarta-feira, janeiro 11, 2017

A velha São Paulo

Quando eu era mais novo, São Paulo costumava ser meu destino de férias em família favorito. 
A diversão começava já na estrada. A gente estacionava no Tavolaro, no Serra Azul, no Frango Assado e ocasionalmente visitava a até a família do meu pai em Limeira. Demorava muito tempo. 300km pareciam 3000, mas valia muito a pena. Tinha coxinha, suco, pão na chapa, sequilhos e banheiro a cada parada. E a banca do Serra Azul já tinha dezenas de opções de quadrinhos que eu nunca encontraria pra comprar nas bancas jauenses.
A família toda dormia no apartamento das minhas tias na Av. Liberdade. Tinha uma loja da Dunkin Donuts ali do lado e um Habib's na frente. Não preciso nem dizer que amo essas maravilhosas rosquinhas até hoje (uma tristeza a rede ter abandonado o Brasil). O Habib's dava aquela liberdade de boteco, onde você se sente o rei porque pode pedir qualquer coisa do cardápio sem medo da conta. 
Antes de chegar na casa delas eu já ficava maluco pra descer do carro e pular dentro de algum sebo. Meu favorito (e continuou sendo durante muito tempo, até infelizmente diminuir imensamente seu acervo) era o Sebo do Messias. Eles tinham centenas de hqs importadas e todo tipo do formatinho (tanto que com muito esforço, eventualmente eu completei minha coleção de X-Men e de Wolverine da Editora Abril muito por conta dessas visitas). Lembro da minha mãe e dos meus irmãos me ajudando a encontrar hqs que eu não tinha no meio de pilhas e pilhas de velharias. Era garimpo de sebo (uma de minhas atividades favoritas até hoje), em família!
A gente visitava alguns shoppings, tirava foto com os enfeites de natal (mais turista impossível), visitava o Pateo do Colégio ou algum outro museu, passeava pelos shoppings japoneses da Liberdade e ia fazer compras (muitas vezes de enfeites que seriam utilizados em aniversários futuros) na 25 de março (sempre parando pra comer pedaços de abaxis na rua). E também lembro vagamente de esperar por horas na fila de um restaurante italiano, do qual ironicamente hoje eu moro a poucos metros de distância mas nunca frequento por conta dos preços ridiculamente abusivos.
Era incrível! Quem precisa de praia quando se tem donuts, hqs e beirute?
Com o tempo, São Paulo se tornou minha cidade e eu aprendi que ela tinha ainda muito mais a oferecer: teatros, shows internacionais, CCBB, hamburguerias gourmet e empregos que eu jamais teria no interior. 
Mas por melhor que essa cidade seja, de vez em quando bate saudade daquela outra SP, aquela que tem cheiro de gibi amarelado pelo tempo e deixa os dedos sujos de açúcar...

segunda-feira, janeiro 09, 2017

Review [Rogue One]

Star Wars não é uma saga fácil. Ela vem acompanhado de muita prepotência. Todo mundo vive falando o quanto a saga é foda, tipo a loja que chama "o melhor bolo de chocolate do mundo". E aí é aquele negócio, tem gente que disposta a aceitar que realmente vai ser demais e tem o cético que já vai esperando que os elogios sejam exagero. 
Na primeira vez que assisti Star Wars (episódio IV), não gostei. Era muito sério, confuso e os personagens (pra quem ainda tava na idade em que gostava de Cavaleiros do Zodíaco como melhor franquia) não eram carismáticos. Os rostos de alguns deles (droids e yoda puppet, por exemplo) nem se mexiam! 
O tempo passou e fui assistir Episódio I: A Ameaça Fantasma no cinema do shopping de Bauru com a família toda. E eu achei DO CARALHO! 
Não conseguia entender porque os fãs da trilogia original não gostaram do filme, pra mim foi ali que a saga começou. Fora a tela grande e eu já estar mais velho pra entender os conflitos políticos, tinha aquela graça de correr atrás de preencher as lacunas de incríveis personagens secundários que tinham pouco tempo de tela (como Darth Maul ou ou Quin gon), muita ação e obras-primas em matéria cenários (como o mundo submarino) e design de personagens  (os droidekas são bolinhas que chegam rolando e atirando, porra! que foda!). 
Depois disso, assisti todos os filmes que foram lançados posteriormente no cinema, joguei todos os videogames, li os principais livros e hqs do universo expandido pré e pós-disney, re-assisti os filmes clássicos dezenas de vezes (meu favorito, aliás, é o Retorno de Jedi), acompanhei as animações e passei a colecionar bonecos e todo tipo de memorabilia da saga. 
E o grande aprendizado depois de tudo isso é simples: quanto mais submerso no universo criado por George Lucas, mais você passa a curtir cada pequeno detalhe. De cara, é muita informação. Você precisa de tempo pra assimilar tudo que a série tem a oferecer.
É por isso que durante o EXCELENTE Rogue One, a Manda e a amiga dela dormiram (!!!), enquanto eu e o marido da amiga dela vibramos. 
Muita coisa só tem graça pra quem é fã mesmo. Como um Tarkin renascido em computação gráfica, por exemplo. Ou a aparição da Ghost (nave utilizada pelos heróis do desenho animado Rebels), os novos Calamari, a citação a Syndulla e a Obi-Wan, a aparição do senador Morgana ou o templo jedi caído no planeta Jedha! E também, é claro, a MELHOR CENA já vista até hoje do Darth Vader!
Além disso, tem rebeldes que são verdadeiros terroristas (!) que usam burca e tudo e podem servir pra mostrar que devemos ter uma maior compreensão com refugiados do oriente, pois nem todos são "extremistas do mal". E guerreiros rebeldes que realmente parecem soldados saídos de um filme da segunda guerra. Ou seja, como sempre, o design é foda e dá um show a parte!
Acredito que o filme também consiga ser fodapra quem não é expert no assunto, só acho que se torna muuuito melhor pra quem já chega no cinema "manjando dos paranauê". 
Portanto, meu conselho jovem padawan, é que você também venha pro lado negro da força! Você não vai se arrepender...

FDSuave de mesa

Sábado de manhã passei na Maria Antonia de uber pegar a nova aquisição da Manda rumo a corpos mais saudáveis que tinha sido entregue na portaria da sista: uma esteira de corrida pro apartamento! Depois chamamos um chaveiro pra trocar as chaves da porta que tavam com o miolo gastas de tão velhas e pegamos um bus pro supermercado da vovó comprar uns queijos, congelados e atuns. Chegando em casa, almoçamos uma omelete de cenoura e depois passei a tarde lendo e assistindo Big Trouble in Little China, ou Aventureiros do Bairro Proibido, um clássico dos anos 80 que de alguma forma eu havia deixado passar até hoje. A noite, tomei umas bohemias e começamos um seriado/comédia/musical interessante chamado Crazy Ex-Girlfriend.

No domingo, joguei um pouco de videogame, saímos fazer a feira (sim, estamos muito saudáveis :]), e na volta já corri um pouco minha "estreia na esteira" enquanto rolava um show do AC/DC no Youtube. Almoçamos uma incrível torta de liquidificador de brócolis (sem ironia, tava boa mesmo) e passei a tarde toda lendo "A Cidade e a Cidade", um livro sensacional do China Mieville, que merece um post só pra ele uma hora dessas. A noite, demos uma volta pela Consolação, descobrindo baladas secretas, um novo lugar de açaí e uma nova forma de alugar carros. Tomamos a incrível caipirínea de morango da Manda e assistimos mais um pouco de Netflix.

segunda-feira, janeiro 02, 2017

Recesso de final de ano

Sexta pré-carnaval, eu e a Manda tivemos um milagre de natal de conseguir carona, com o motorista apóstolo e um simpático casal que teve o casamento patrocinado (assim como esse post #sqn) pela Ben & Jerry´s.

Sábado meu pai fez sua já tradicional e deliciosa muqueca de peixe almoço, passei boa parte do dia cochilando e lendo (Sandman Prelúdio Vol.3, por exemplo) e a noite a Manda veio pra gente (com exceção do meu irmão semi-vegetariano) comer um lombo com bacon e tomar umas cervejas.

Dia 25, a Veri chegou pela manhã, e com a família toda reunidas comemos peru e tomamos diversas cervejas diferentes que minha mãe trouxe da Bélgica. Trocamos presentes a tarde, tiramos fotos, cochilamos (todos sem exceção, tinha realmente muita cerveja) e a noite eu e a Manda encontramos o Gustinho pra jantar e botar a conversa em dia, tomar mais cervejas e comer o bolo red velvet da sogra dele.

Na segunda-feira, li alguns contos de natal da família pato escritos por Carl Barks, corri pelo bairro, comi o tradicional almço da Maria, levei minha tv novamente pro conserto, saí tomar um suco bagaço com a Manda no shopping, cochilei e a noite fui com meus pais e meu irmão ver "Tubinho e o Lobisomen", um show engraçadinho de teatro com um humor escrachado longe do políticamente correto. Saindo de lá, fui levar a Manda jantar no Banana split e provei um novo lanche gourmet realmente muito bem feito e que vem até acompanhado de molhinhos e anéis de cebola.

Terça-feira, dia 27, repeti a mesma rotina matinal do dia anterior, assisti um pouco de Netflix, jantei no shopping (empanadas kapsa) e passei na casa de uma tia da Manda comer um delicioso bolo de leite ninho trufado pra comemorar o aniversário do "priminho" da Manda que já tem 3 metros de altura, mas continua com um apelido no diminutivo.

Na quarta de manhã, eu, meus pais, meu irmão e a Manda pegamos a estrada pro destino de final de ano da família Picagova de 2016: Petrópolis

Meu pai dirigiu cerca de cansativas 8h e chegamos no hotel por volta de 16h30 da tarde. Cochilamos (saudades eternas do ar condicionado), a namorada do meu irmão chegou e logo saímos em busca de um lugar pra jantar. O bar da Bohemia estava lotado e com fila de espera de mais de 2h, mas achamos um aconchegante restaurante na beira do rio chamado Rink Marowil, onde logo provamos as primeiras cervejas locais, comi um salsichão alemão e petiscamos porções de linguiça e batata frita e caminhamos de volta pro hotel (com direito a um milk shake de nutella do Chiquinho no meio do caminho) pra recuperar as forças pro dia seguinte.

Na quinta, conhecemos o maravilhoso café da manhã servido pelo hotel (que tinha de tapiocas a brownies), depois fomos caminhar (até cansar) pelo centro histórico de Petrópolis. Foram horas andando de um lado para o outro, e visitando o Palácio de Cristal, a catedral, a humilde casa de Santos Dummond, a ostentação e o glamour do Museu Imperial (temos que colocar chinelinhos sobre os sapatos pra entrar, local onde armazenam não só a privada de madeira e os berços de ouro, mas também as coroas e o cetro de dragão dos pedros, aparentemente muito pouco seguras - nota mental: escrever uma história do roubo da coroa que se passe aqui), passamos pela frente de todas as outras residências históricas da região (todas as vendas de imóveis ainda tem que destinar 2% do valor pros descendentes do DP), aprendemos fatos interessantes com os guias que vimos pelo caminho (sabia que existia uma linguagem de sinais feita com leques que eram utilizadas pelas mulheres para sinalizar quando estavam solteiras e para marcar horários de encontro?) e por fim, fizemos o tour de visitação na Cervejaria Bohemia, que incui umas exposições que tem vários fatos bacanas sobre a origem da cerveja (por exemplo, a palavra kash, vem de um meio de pagamento usado antigamente em que a moeda era cerveja), maltes pra provar, lúpulos pra cheiras e 3 tipos de cerveja pra provar: 14-weiss, Bela Rosa e Caa-Yari. Saindo de lá, paramos no restaurante da fábrica, onde comi um diferente hamburger de porco com couve, queijo e abacaxi e tomamos mais uma régua de chopps com pão cervejeiro. Voltamos ao entardecer pro hotel e foi um dia tão cheio e cansativo, que nem saímos a noite.

No dia 30, meu irmão e sua namorada saíram visitar umas cachoeiras com um amigo dele enquanto eu, a Manda e meus pais saímos de carro visitar as atrações que ficavam mais longe. Começamos por um rolet involuntário por uma mini favela no morro que escondia um ponto de observação (e salto de asa-deltas) que dava uma vista bonita pra mata. Depois visitamos a Casa do Colono, um daqueles museus que no dia seguinte seria descrito por meu cunhado com exatidão como "uma daquelas casas velhas, cheias de coisas antigas onde tem um velho daquele tempo querendo que você assine o livro de visitas". Em seguida, visitamos o Palácio Quitandinha, um lugar imenso construído em apenas 3 anos (de 1941 a 1943) pra ser o maior hotel cassino da América Latina. No lago da frente do palácio, no formato do mapa do Brasil, o maluco tinha até mandando trazer areia de Copacabana pra cercar! Um ano depois de pronto, a jogatina foi proibida no Brasil, miando completamente o rolet do cara que o imaginou e hoje ele é parte condomínio, parte Sesc, sendo que os gigantescos salões de jogos, cozinhas, piscina com 5m de profundidade, bares e teatros (basicamente a melhor parte), hoje infelizmente vive vazia e inutilizada. Tem até uma sala que tem um eco que dura até 20x, onde meu pai deu uns gritos como se estivesse jogando truco sozinho - truco! seis! bandido! e a Manda logo imaginou que fosse pra se escutar melhor as fofocas). Um ótimo cenário pra um conto que se passe nos anos 40, por sinal.

Saindo de lá, fomos pra Itaipava, onde almoçamos num mineiro e tomamos sorvete. Em seguida, dirigimos até o Castelo de Itaipava (que pra minha tristeza, não tinha nada a ver com a cervejaria, só levava o nome da cidade vizinha mesmo), um verdadeiro castelo medieval (por dentro e por fora) construído em 1920 que serve de hotel e local de eventos. Tomamos um chopp por lá e comemos ótimos bolinhos da bacalhau (sem fome mesmo, só pra poder entrar no lugar, uma visita que realmente valeu a pena). Depois voltamos pra tirar um cochilo no hotel, reencontramos meu irmão e saímos jantar no Luigi, uma pizzaria local muito boa, onde provamos dessa vez os chopps da cervejaria Cidade Imperial, também de Petrópolis e tomamos um ótimo sorvete de chocolate e marshmallow no melhor estilo Ben & Jerry's.

Minha irmã e o Vyc tinham chegado durante a madrugada, então acompanhamos eles até o Museu Imperial e enquanto eles visitavam lá dentro, fomos dar uma volta (dessa vez de trenzinho) pelo centro velho (a Manda já tinha até decorado os lugares e tava pronta pra virar guia turístico), e saindo dali, como tinha muita coisa fechada, partimos direto pro tour da Bohemia, que todo mundo fez questão de repetir. O bom foi que os 3 choppes de degustação dessa vez eram diferentes (Magna, Aura e 838), a Manda sempre dividia comigo e já estávamos malacos o suficiente pra pegar mais de um copo por vez. Almoçamos novamente no restaurante (dessa vez peguei uma porção de salsichão que vinha com 3 mostardas de cerveja da própria Bohemia) e passamos na lojinha pegar mais algumas cervejas (uma até com meu nome impresso =b), mostardas e brownies recheados com pasta de amendoim. Voltamos pro quarto, cochilamos e aí começou a confusão. O hotel tinha prometido que faria uma ceia, mas (provavelmente por falta de gente) desmarcou de última hora deixando várias pessoas sem ter pra onde ir. Saímos de carro em busca de qualquer lugar aberto, mas acabou sendo em vão. Acabamos passando a virada no quarto dos meus pais mesmo, o que não foi exatamente uma notícia bem recebida por todo mundo. Não tenho muito do que reclamar, tinha cerveja, champanhe, castanhas e lanches e já tínhamos comido bem todo o tempo mesmo. De qualquer forma, ficou o aprendizado de que talvez alugar uma casa tivesse sido uma ideia melhor (que deu muito certo quando fomos pra Paraty, por exemplo).

No domingo, tomamos o café da manhã parrudo com meus pais e meu irmão e sra., depois voltamos pra São Paulo com os V´s. Chegamos cedo, por volta das 14h da tarde, o que nos deixou com bastante tempo pra dormir, ler, ver tv (terminei a primeira temporada de Westworld e admito que os últimos episódios realmente valeram a pena) e é claro comemorar meu 5o ano junto com a Manda, pedindo um calzone do Green Pizzas  e tomando sorvete de brownie do B&Jerry´s.

Que o 2017 de todos nós seja ainda mais incrível! Feliz ano novo pessoal!

segunda-feira, dezembro 19, 2016

5 Star Weekend

Fechamos o último fds em São Paulo com chave de ouro! Sexta feira, saindo do trabalho fomos encontrar meus pais na sede da Simespp para uma festinha de final de ano. Teve muita caipirinha de sakê (de maracujá, kiwi, framboesa!), cerveja, salgadinhos e finger foods (a Manda, que nem come peixe, se entupiu de bacalhau rs) . Muito bom poder ter meus pais numa sexta-feira aqui em SP e com comidinhas e birits, melhor ainda!
No sábado de manhã, saímos fazer compras de Natal (encontramos até um outlet da Chili Beans) e aproveitamos pra comer o último burger no Sujinho Fast! Depois corri pra Consolação pro aniversário do Pirata tomar umas cervejas. Voltei pra casa, e pegamos um uber pro Shopping Cidade São Paulo, onde comemos uns cookies e temakis e fomos com o Fab e a Ro assistir ROGUE ONE, o melhor filme novo de Star Wars dos últimos tempos. Personagens com boas motivações, muita ação com AT-ATs e um droid sincero. É disso que o povo gosta! Saindo de lá, fomos com eles na Margueritta tomar uns chopps e comer umas pizzas (bem boas também por sinal).
Passei a manhã do domingo jogando Star Wars: Battlefront, um joguinho lindo FPS que acabou de entrar na EA Access, depois saímos encontrar meus pais e os V´s pra comer as melhores torradas do mundo (com muito gorgonzola) e uns bifes (sucesso 4 queijos) na Osteria Generale. Saindo de lá, ainda fomos conhecer uma Sonheria, pra tomar um café e provar uns sonhos deliciosos. Despachamos malas natalinas pra Jau, voltamos pra casa, terminei alguns livros (Saga Vol.6, contos do Luchetti, etc), saí correr no minhocão, assisti um pouco de Star Wars Rebels e Star Trek TOS, jantamos umas sobras da geladeiras (que tem até sexta-feira pra ser limpa) e fechamos a noite com um Dirk Gently na Netflix. Basicamente, teve família, amigos, festinha, comida boa e muito Star Wars. Eu não poderia desejar mais! 
Um Feliz Natal pra todos vocês! Que todos tenham um 2017 incrível!

segunda-feira, dezembro 12, 2016

Shouting throught life

Fazem 20 anos que outro acidente de avião como o da tragédia da Chapecoense abalou o país. Um que acabou com talvez a última grande banda de rock que apareceu, os Mamonas Assassinas. Quinta-feira fui com a Manda assistir ao musical biografico da banda, e caramba, as fantasias, a semelhança do vocal com o Dinho, a mensagem do "desistir jamais" e principalmente a empolgação foram incríveis. Parecia que estávamos realmente em um show dos caras de verdade! E ainda custou menos que um cinema e sentamos na cara do palco!
No sábado, meus pais vieram pra São Paulo com minha tia Mary e fomos assistir "O Quebra-nozes" no Teatro Alfa. A produção era incrível, os figurinos e o cenário grandiosos e o número de atores/bailarinos muito maior, mas senti realmente falta de alguém cantando. Entendo que é uma peça antiga (de 1892, segundo o Google) só de música instrumental e dança, mas esperava uma história mais complexa (apesar da Wikipedia também ter me alertado que ela era baseada num conto infantil russo). De qualquer forma, é um clássico de natal, e gostei bastante de tê-lo adicionado ao meu repertório também.
No domingo, eu e a Manda fomos almoçar com minha família no "Gato que Ri" (como de costume) e depois tomar um café com docinhos na Doceria Holandesa.
Depois foi só leitura, soneca e netflix (afinal, eu ainda tava devendo pro meu corpo um bom descanso depois do final de semana anterior).
E já que esse é um post musical, vale inculir que o Spotify lançou hoje uma lista com as músicas que eu mais ouvi durante 2016 e esse foi o meu top 5:

1) Gives you Hell/ All American Rejects
2) Dancing throught life/Wicked Soundtrack
3) Shout2000 /Disturbed
4) Cat People/David Bowie
5) You are a good man, Charlie Brown/ Charlie Brown Ensemble Soundtrack

Fora o fato de que duas delas são de outros musicais que eu assisti esse ano (Wicked e Meu amigo Charlie Brown), deu pra perceber que eu fui bastante otimista, e que realmente acredito no bem que faz "gritar", "dançar pela vida" e "apagar o fogo com gasolina". :)

terça-feira, dezembro 06, 2016

Festa do sexo

Na sexta, saindo do trabalho fui encontrar a Manda pra festa de descobrimento do sexo (spolier!) da nossa afilhada! Nunca tinha ido numa festa dessas, mas pelo que entendi metade da festa é azul, metade é rosa e quando a futura mamãe corta o bolo (que tem metade da cobertura rosa e azul), a cor do bolo de dentro é aquela que revela o sexo do bebê. Comida muita comida boa (lanches de metro, barquinhas de aliche e pimenta e patê de nozes), docinhos temáticos (tipo mamadeiras recheadas de balas) e refrigerante (não tinha cerveja, mas agradeci, afinal eu teria que acordar cedo no dia seguinte). Rolou até um sorteio e, depois da grande revelação (é buguela!) entre aqueles que acertaram o palpite do sexo da criança (eu errei, obviamente) e a Manda ganhou uma latinha cheia de lindts. PS: Clique na foto para ver os cupcackes com cobertura de bebê em tamanho grande. =b

CCXP 2016 #VIVAOEPICO

No sábado, acordei 6h30 da manhã pra correr pra fila da COMIC CON CARALHOOO! O maior evento nerd do mundo, sim, do mundo! Porque pelo menos em tamanho já está maior que o de San Diego! Eu tinha que chegar cedo, afinal tinha uma lista gigantesca de autógrafos pra coletar e brindes pra pegar (dessa vez uma galera se organizou bastante no Facebook pra alertar os mais estudiosos quais eram os stands que mais compensavam e isso ajudou muito a otimizar meu tempo). Chegando lá, peguei uma fila enorme, e dei sorte de entrar numa porta que dava de cara pro estúdio Chiaroscuro, onde distribuíram senhas pro Azzarello e pro Quitely (dois monstros que eu fazia questão de ver!). Garanti minha vez com os dois, e corri pro stand da Fox, que tinha uma réplica da vendinha do Apu (o indiano dos Simpsons), onde tavam dando raspadinha de limão em copos temáticos pra quem acertasse 3 de 5 questões sobre a série. Acertei 4 e saí de lá feliz da vida com minha bebida direto pra fila DO FRANK MILLER, simplesmente o autor de uma das melhores histórias em quadrinhos de todos os tempos (definitavemente o escritor da melhor história do Batman já escrita), com meu Cavaleiro das Trevas debaixo do braço. A fila estava tranquila (afinal esse ano o autógrafo foi cobrado e as senhas esgotaram em 4min (juro que só consegui porque fiquei com uma aba do navegador aberta no site de vendas e outra na hora do Brasil), a ansiedade era grande (tinha gente com tijolos tipo Big Damn Sin City pra autografar) e fiquei bem feliz porque na minha vez deixaram até tirar uma fotinho com ele, que foi superatencioso nos poucos segundos que passei com ele. Saindo de lá, dei uma volta pela Artists Alley (garantindo um print do Karnak do Zaffino) e corri pra Chiaroscuro pegar meus autógrafos em Coringa, 100 Balas, e DKIII: A última cruzada (do Brian Azzarello) e em algumas das minhas hqs favoritas dos X-Men (New X-Men importadas do Morrison) e All-Star Superman, do Frank Quitely. 

Missão cumprida, depois disso eu já poderia voltar no dia seguinte com uns 5kg a menos na mochila. Saindo de lá,dei uma voltinha (banheiro, água, coisas básicas de todo ser vivo) e corri pra fila do Eduardo Risso. E mano, essa demorou hein. O cara tava fazendo sketch pra todo mundo! A fila já tava fechada quando cheguei, e eu corria o risco de sair de lá sem nada, mas 3h de espera depois, consegui pelo menos o autógrafo (já que na minha vez ele não desenhava mais) em 100 balas, Moloch e em Batman: Cidade Castigada. De quebra, ganhei um poster lindão da Mulher Maravilha já autografado por ele. Começou então a caçada aos brindes, e o primeiro e incrivelmente útil foi um porta-posters da UCI. Depois segui pro stand de Magic, onde um cara me ensinou todas as regras do jogo, perdeu uma partida pra mim (#soufoda) e ainda me deu o baralho que usamos pra jogar! Sucesso! Cheguei em casa perto de 23h da noite (bendito Cabify e seus descontos por indicação, paguei só 10 reais pra rodar quase 15km), acabado, porém feliz por ter cumprido todas as metas do dia. Minha mochila voltava pra casa cheia de preciosidades. :)
Domingo acordei cedo mais uma vez e subi pra Consolação encontrar o Doriny que ia me acompanhar em sua primeira ccxp. Pegamos metrô, andamos até a exposição pra pular a fila do bus e chegando lá fiquei impressionado com o quanto a organização das filas estava rápida e fluindo muito bem apesar das milhares de pessoas presentes. Entramos na hora da abertura e enquanto ele corria pro Chiaroscuro garantir o que eu tinha pego no dia anterior, eu fui pra Panini tentar pegar Elektra:Assassina pra garantir o autógrafo do Sienkiewicz. Não rolou porque tava esgotado, então fui direto pra fila da barbearia. Sim, fiz a barba dentro do evento! De graça! Com direito a toalha quente na cara e tudo, e ainda levei um Mach3, um caderno e um poster de Star Wars: Rogue One pra casa. Valeu mesmo, Gillette! Que brindes incríveis! Encontrei o Gui novamente e fomos pro stand da Fox, que estava promovendo Assassin´s Creed (com uma torre pra você dar o salto da fé), Logan (pegamos posters), Alien (que tinha uma escape room na qual não conseguimos entrar porque a fila tava sempre imensa), Legião (onde dava pra tirar uma foto maneira como se você tivesse poderes de telecinese) e Kingsman 2!

 Lá tinha um pessoal da Barbearia Corleone cortando cabelo, e já aproveitei pra dar um tapa no corte e tirar umas fotos com o look e o carro do filme. Literalmente, um evento completo, do tipo barba, cabelo e bigode! O Gui Direito voltou pras suas próprias filas, e enquanto isso tirei umas fotos de Homem-Aranha, vi umas roupas de Rogue One, encontrei o outro Gui, o Pirata da Publicidade que tinha ganhado um ingresso no trabalho e decidiu ir de ultima hora. Fui com ele ver a exposição das 12 armaduras de ouro em tamanho real dos Cavaleiros do Zodíaco e os bonecos incríveis que tinha por lá, tomamos raspadinha (paga e pior de gosto que a oferecida pela Fox), e enquanto ele saía pra dançar com os Guardiões da Galáxia (e ganhar um poster gigante do filme novo), fui pra fila do Sienkiewicz garantir meu autógrafo em Moby Dick mesmo e aproveitei também pra já pegar o do Ariel Olivetti (sim, os argentinos descobriram a CCXP!), também supergentefina, que fez até um sketch no meu gibi sem eu precisar nem pedir. Passei com o Pirata  pegar senha pro poster oficial do evento, encontramos o Hitoshy no caminho e ele foi com a gente.

Depois o pirata saiu fumar, reencontrei o Doryni e paramos pra assistir um show do Detonator, ex-vocal do Massacration. Demos mais um rolet, reencontramos o pirata, almojantamos um x-picanha, vimos alguns cosplays se preparando pro concurso (o vencedor levava um carro!), depois voltamos pegar o autógrafo do Albuquerque no poster e ali do lado da cabine dele tava o Neil Patrick Harris (Barney de How I met your Mother), que infelizmente só vi de costas e a galera de Sens8 (a indiana, o alemão e o mexicano, que eu consegui ver bem). Compramos os baldes de pipoca temáticos de Rogue One e, nisso, já eram quase 19h, tava todo mundo exausto e eu já tinha cumprido todas as metas de autógrafos e decidimos ir embora. Demorou bastante pra conseguir sair (filas e mais filas até o metrô), mas pouco depois das 20h eu já estava de volta em casa, pronto pra descansar de mais uma épica saga (sim, o slogan é válido) no meu terceiro ano de Comic Con, pra jantar um churrasquinho com a Manda. Ainda bem que peguei mais de um dia esse ano, seria realmente impossível fazer o corre só no sábado. O número de convidados internacionais cresceu bastante, os estandes estão incríveis e os brindes também (ganhei até barrinhas de cereal, camisinhas e um voucher com um mês de HBO GO, que somados aos cortes de cabelo e barba, baralho de Magic: The Gathering, copo e posters, chegam até mesmo ultrapassar o valor pago pelos ingressos).


quarta-feira, novembro 30, 2016

Como funciona a EA Access?

Xbox ou Playstation?Até a geração anterior, nunca duvidei que a resposta seria Playstation. Desde que troquei meu Supernintendo por um console da Sony, não tive nenhuma arrepedimento. Nada de problemas e uma biblioteca enorme de jogos. Jogos, que na grande maioria das vezes eu paguei muito pouco pra ter. A assinatura Plus da Playstation Network sempre me ofereceu o melhor (Devil May Cry, Tomb Raider, Mortal Kombat), o clássico (Double Dragon, Ducktales, Castle of Ilusion) e o hype (Walking Dead, Lego Marvel, Dead Space) cobrando muito pouco por isso. Cinquenta dólares anuais e eu tinha acesso a ótimos jogos, dois novos a cada semana, pra ser mais exato. Mas infelizmente, pouco a pouco, a lista de jogos oferecidos "gratuitamente" para os assinantes do serviço foram minguando. Tornaram-se apenas dois jogos por mês. E a qualidade desses dois jogos foi ficando cada vez pior (tanto que alguns usuários chegaram a brincar que em breve disponibilizariam ET do Atari pra galera). 
Ao mesmo tempo, o preço dos jogos foi ficando cada vez maior (sabe quando eu vou pagar R$ 250 por um jogo? jamais), o que me deixava cada vez mais longe dos consoles da nova geração.
Foi aí que a concorrente me fisgou. Enquanto os jogos da Sony eram cada vez piores, os da Microsoft eram muito bons. Some isso ao fato de que eu não tive um 360, e o console passou a rodar os jogos da geração anterior, e pronto, agora eram dois videogames pelo preço de um. Com um plano de assinatura que cabia no meu bolso (R$140 por ano) e acessórios bacanudos.
Eu já até contei aqui quando testei o Kinect pela primeira vez na casa do Sustinho. Porra, aquelas cameras literalmente te jogam pra dentro da tela. Era o futuro e o Play4 não tinha nada parecido. 
Foi assim que voltei dos EUA com um XONE e devo admitir que estou muito feliz com ele. Qualquer preconceito com mudança que eu poderia ter tido (como as pilhas do controle, por exemplo, algo facilmente remediado com pilhas recarregáveis) já é passado, e estou continuo descobrindo novas formas de usar ao máximo o aparelho, como por exemplo, com uma assinatura da EA Acess.
Essa assinatura própria da desenvolvedora EA é ainda mais barata (R$ 60/ano) e instataneamente te fornece acesso a mais de dez jogos top como Fifa 2016, NHL, NBA, Battlefiled, Dragon Age e vários outros. Assim, mais uma vez posso jogar coisas que custam por volta de R$ 200 pagando um preço mais do que justo, barato mesmo. 

segunda-feira, novembro 28, 2016

Descontos fantásticos e onde habitam

Sexta-feira, saindo do trabalho fui com a Manda pro cinema do Shopping Cidade São Paulo assistir "Animais Fantásticos e Onde Habitam", spin-off de Harry Potter, também escrito pela Rowling. A história até que é bacaninha, kapsa, mas legalzinha, mas o casting deixou muito a desejar. O casal coadjuvante rouba demais a cena dos protagonistas sem sal, e os próprios vilões ficaram meio sem graça. Antes paramos até pra comer uma pizza maravilhosa no Supergrill e comer uns cookies no Mr. Cheney´s.
No sábado, chamei um eletricista pra arrumar a luz da sala que tinha queimado e já aproveitei pra arrumar uma tomada pra nossa churrasqueira elétrica voltar a ativa. Depois que ele foi embora, peguei um bus e fui com a Manda visitar o fantástico mundo da Vovó Zuzu, um mercado baratão que investe em produtos próximos da validade. Tinha todo tipo de produto, e fazendo as contas, economizamos no mínimo 50% do valor de uma compra normal. Tinha queijo brie a dois reais, desodorante a quatro e pizza pronta por 3,99. Sério, é muito barato de verdade! Sucesso!
A  noite, usei pela primeira vez o Cabify, concorrente do Uber, que nos tratou muito bem, em ótimos carros e tinha até aguinha personalizada. Como eu tinha um crédito de 20 reais, no final fui e voltei pra Vila Mariana por míseros 3 reais. Fui com a Manda pro Barbirô, encontrar o Frodo e a Alessandra (e o cunhado dele/irmã dela), que estavam em sp pra um curso no domingo. Tomamos muitas cervejas, comemos pastel de feijoada, linguiça e amendoins. Uma ótima noite jauense (fechamos o bar, lá pelas 2h30 da manhã, lol), em solo paulistano. Que voltem mais vezes!
No domingo, coloquei a leitura em dia (terminei o excelente Grifo de Abdera), joguei um pouco de videogame e assisti Star Trek na netflix. Estreiamos a churrasqueira no apê (saudades churrasco caseiro!), dormimos muito no calor da tarde, corri na Veri (que virou minha caixa de correio) buscar umas hqs, e demos uma ajeitada na casa. Foi bom ter um dia focado no descanso, afinal, na semana seguinte sei que não vou ter tempo pra isso não... ;)

segunda-feira, novembro 21, 2016

Answer the call

Call to arms, ou "chamado às armas" é uma expressão que existe desde 1791, que é basicamente uma convocação, um convite ou um apelo para empreender um determinado curso de ação. É uma expressão comum pra quando um nobre chama seus aliados para combater uma ameaça externa. É meio que uma obrigação responder, não só porque é o que esperam de você mas também porque é aquilo você também espera que façam quando você chamar.
Esse final de semana o Shao marcou um churras de aniversário que visava reunir o maior número de rippers possível. Ele agendou com meses de antecedência, ressaltou a importância do encontro e e, ainda que não tenha usado essa expressão em nenhum momento, fez um chamado às armas. E por mais que eu tivesse acabado de voltar pra SP na quarta feira, estivesse difícil arrumar carona, caro voltar pra Jahu e a Manda não querer me acompanhar, eu tinha que responder ao chamado da festa. The call to party!
Assim, na sexta, passei a noite com a Manda, comendo mini pizzas caseiras mega recheadas e tomando ainda leffes que ganhei do Gustinho. 
E sábado de manhã, peguei uma carona (santo blablacar) pra Jaú! Peguei minha tv do conserto e dormi até o final da tarde,depois segui pra casa do shao encontrar muita gente que eu não via há muito tempo. Teve beerbong, churrasco, garrafas quebradas, bolo red velvet, saudosismo, trotes com carros (e adesivos baianos) e lições de envelhecimento. Basicamente, tudo que um rolet ripper precisa. 
Passei o domingo com meus pais indo no ìtalo, tomando sorvete, conversando, bebendo cerveja, matando mosquitos com raquete elétrica, colecionando bonecos do Tintin e comendo pizza de gorgonzola (sucesso!) Depois voltei pra casa de carona, e fiquei maravilhado com o que a Manda fez com nosso quarto, o deixando do jeito eu sempre sonhei *.*
Savida continua me surpreendendo!


quarta-feira, novembro 16, 2016

Sob o superbrilho do interior

E no oitavo dia, Deus criou o feriado! Nada como voltar um pouco pra Jau de carona (ainda que seja com trânsito e sob chuva), e curtir uma calmaria, além é claro de aproveitar pra sair comer um lanche gigantesco e ignorante do Edson e tomar uma cervejas.
Passei boa parte do tempo arrumando minha coleção de quadrinhos (basicamente procurando as hqs que eu queria levar pra pegar autógrafos na Comic Con), jogando Beyond two Souls no PS3, lendo (principalmente o excelente quadrinho europeu chamado Companheiros do Crespúsculo) assistindo Netflix e saindo com meus pais e com a Manda pra comer.
Foram quatro dias na capital do calçado feminino, então deu pra cobrir a maior parte do que a maravilhosa culinária jauense tem a oferecer: maminha na cerveja e mandioca no Zezinho, purê de banana da Leli, festival de entradas e lombo no ìtalo, Red Burger (e sua maravilha de molho de gorgonzola), cervejas de trigo e até pizzas quadradas e vulcânicas em um novo rolet.
Dormi todo dia a tarde, corri todas as manhãs, colei com o Gutones no Viracopos pra uns amendoalhos, gravei um vídeo, levei minha tv pro conserto, vi a superlua e ainda fui atrás dos preparativos pro grande evento de 2018. Great times are coming!

segunda-feira, novembro 07, 2016

Giz pastel de belém

Eu e a Manda aproveitamos o feriado no meio da semana pra assistir a estreia do filme do Dr. Estranho, último grande acerto da Marvel, que continua fazendo com que heróis que nem eu gostava quando novo (e olha que eu gosto de praticamente tudo) tenham uma carreira nos cinemas melhor que a do Batman. O filme é perfeito, recheado de referências, efeitos que humilham o Nolan de Inception (A Origem) e porra, não é sempre que vemos o Sherlock Holmes enfrentando o Hannibal com magia negra.
Fomos no Eldorado, onde encontramos o Raff e a(2) Na, então saindo do filme ainda passamos tomar um café e comer croissaint de chocolate no Benjamin, A Padaria (antigo Benjamin Abrahaao).
O pouco que restava da semana passou voando e fechei a sexta tomando umas cervejas que o Sustinho me deu de aniversário e assitindo TWD.  
O sábado chegou e com ele uma aula de modelo vivo no Sesc, com ambientação bizarra e sombria na qual rolavam até umas máscaras gigantes, liderado pelo mestre (o curso pode ter acabado, mas a fanboyzice e sede de conhecimento artístico, jamais). Foram 3h desenhando, e gosto de pensar que consegui fazer uns esboços bem maneiros (o Sesc fornece até material, e fazia muito tempo que eu não usava giz e carvão).
A tarde, eu e a Manda fomos conhecer a Casa Mathilde, uma doçaria portuguesa que serve um café incrível e o melhor pastel de belém que já comi na vida. O lugar existe só desde 1850, e mesmo chegando perto da hora de fechar, os três andares do rolet ainda estavam lotados de gente.
Passamos no shopping Light, trabalhei um pouco num infográfico de um novo projeto profissional, assisti um pouco de Star Trek (chegaram 171 episódios de Deep Space 9  na Netflix, haja tempo pra tanto conteúdo!) e a noite uma amiga da pós da Manda e seu marido passaram em casa nos buscar pra gente comer uns tapas. Infelizmente, o restaurante espanhol que tínhamos como destino tinha uma espera de 50min, então acabamos indo no Boteco do Mineiro ali perto mesmo (do mesmo dono de onde tantas vezes eu almocei feijoada quando trabalhava na Zubbit) pra tomar umas cervejas e comer umas porções brasileiras de frango a passarinho, torresmo e mandioca mesmo. O bom foi que ganhei até presente de aniversário atrasado!
No domingo, a Manda acordou empolgada pra botar a casa no lugar. Ela montou a estante que me comprou de aniversário (obrigado pelo presente!:b) e mudou os móveis do quarto de lugar de um jeito que devo admitir que ficou bem melhor. Fora isso, só continuei as hqs, livros, séries e jogos já citados nas semanas anteriores e a noite assei umas batatas cobertas com queijo e catupiry. E que chegue logo o próximo feriado! :)

terça-feira, novembro 01, 2016

Aniversauro

A semana do meu aniversário foi extremamente corrida. Na terça, por exemplo,foi a última aula de três meses que fiz no curso de Introdução a Quadrinhos do LM no Sesc. Dia de tirar fotos, pegar autógrafos e compartilhar trabalhos. Foi definitivamente inspirador, e pela primeira vez em muito tempo finalizei uma hq no papel (Asilo Arkham e o remake das tirinhas do Entrevista de Emprego foram desenhadas no app Procreate no iPad). Na quarta, a Manda terminou a pós em endodontia (parabéns Endodentista! =b), então saímos pra beber com umas amigas dela no Benedita's. 
Quinta-feira, o Sustinho e sua esposa tinham vindo pra SP pra tirar visto pros EUA. Ele dormiu em casa e levamos ele onde pra jantar? Benedita´s, mais uma vez. Na sexta, fomos todos, mais o casal V e uma galera do Mackenzie tomar umas cervejas no Marajá. A Manda fez torta holandesa, ganhei muitos presentes, ficamos no bar até fechar (isso aconteceu ao mesmo tempo em que o Luke destruia a estrela da morte na tv e todos comemoravam como se fosse jogo de futebol, melhores pessoas S2). O pessoal só foi embora quando (literalmente) os funcionários começaram a lavar o chão. 
Sábado de manhã, depois de um café com pão e pasta de amendoim, voltamos de carona pra Jau. Paramos no outlet comprar roupas por quilo e tenis novos, comer uns filets e tomar sorvetes com ovomaltine. Chegamos em casa la pelo final da tarde, onde fui (muito bem) recebido por meu pai e minha mãe que me esperavam com bolo de leite ninho (a versão mais perfeita de todas até agora) e camafeu de colher (taí um novo ramo a ser explorado). Minha cama estava coberta de livros que eu mesmo tinha comprado pra me presentear (e agora sei que serão financiados com o presente da minha mãe que eu nem sabia que ia ganhar), saímos jantar umas (sim, no plural) pizzas de lombinho no Dom Chef e depois de comer a sobremesa em casa, eu estava tão exausto que não tinha forças nem pra assistir qualquer coisa na Netflix. 
Domingo almocei com meus pais no Jardim (chopp + carne = sucesso), joguei um pouco de videogame, e logo estava de volta pra SP. O bom é que o lugar onde trabalho dá um day off de aniversário, então pude passar a segunda feira em casa, descansando o dia todo. Lendo muito ("O Grifo de Abdera" é genial!), assistindo tv (ST Deep Space 9) e terminando de fazer a arte-final e o letreiramento da minha hq (incrível o trabalho que meras 4 páginas dão). 
Não tenho do que reclamar. Só no último ano, comecei a trabalhar em uma das maiores agências digitais do mundo, publiquei seis livros (e tem pelo menos mais um a caminho), brinquei de youtuber, voltei pros EUA, noivei e  estudei com o escritor nacional que mais respeito atualmente. Agora começo um novo ano de vida, sempre com a esperança e a certeza de que será tão cheio de novos projetos, amizades, sonhos concretizados, viagens e aprendizados quanto o ciclo anterior. Obrigado por tudo, pessoal! :)